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As opções a seguir apresentam causas de amenorreia secundária, à exceção de uma. Assinale-a.
Agenesia gonadal
Anorexia nervosa
Síndrome de Kallmann
Síndrome de Sheehan
Apoplexia hipofisária
Na fisiopatogenia do Diabetes Tipo 2, qual das seguintes afirmações descreve corretamente os mecanismos que levam à resistência à insulina?
A resistência à insulina no Diabetes Tipo 2 é mediada pela inflamação crônica e aumento dos níveis de citocinas inflamatórias, como TNF-α e IL-6, que interferem na sinalização da insulina nos tecidos periféricos.
A resistência à insulina é primariamente causada por uma mutação genética no receptor de insulina, resultando em uma resposta imune que destrói as células β pancreáticas.
A resistência à insulina é um processo autoimune onde os anticorpos atacam diretamente as células produtoras de insulina, levando à deficiência absoluta de insulina.
O aumento da síntese de glicose hepática devido à hiperatividade da via de gluconeogênese é o único fator contribuinte para a resistência à insulina no Diabetes Tipo 2.
A resistência à insulina é exclusivamente resultado de uma deficiência na secreção de insulina pelas células β pancreáticas, sem influência de fatores periféricos.
Paciente sexo feminino 56 anos, que vem a consulta encaminhada pelo endocrinologista com um diagnóstico de hiperparatireoidismo primário, baseado em achados laboratoriais PTH- 90 (15-85), Cálcio – 10,5 (8,5 – 10,5), Vitamina D – 12,0 (normal acima de 20) e com cintilografia com tecnécio sestamibi negativa. Sem história de litíase renal e com função renal normal.
A conduta mais adequada é
solicitar tomografia computadorizada com contraste em protocolo 4D.
indicar exploração cirúrgica das paratireoides.
solicitar densitometria óssea, e, se houver osteoporose, iniciar bifosfonados.
solicitar novo exame localizatório (ultrassonografia de alta resolução).
iniciar reposição de vitamina D e solicitar novos exames após.
São síndromes que cursam com hipopituitarismo, exceto:
Sindrome de Patau.
Sindrome de Kallmann.
Sindrome de Prader-Willi.
Sindrome de Laurence Moon Biedl.
Qual é o mecanismo de ação do Dulaglutida, um agonista do receptor do GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon-1), utilizado no tratamento da diabetes tipo 2?
Aumenta a sensibilidade dos receptores de insulina nas células hepáticas, promovendo maior captação de glicose e redução da produção hepática de glicose.
Inibe a enzima DPP-4, aumentando os níveis de GLP-1 endógeno e reduzindo a degradação de incretinas.
Estimula a secreção de insulina de forma glicosedependente pelas células beta do pâncreas, reduzindo a glicemia pós-prandial, e diminui o esvaziamento gástrico.
Bloqueia os cotransportadores de sódio-glicose 2 (SGLT2) nos túbulos renais, promovendo a excreção de glicose pela urina e reduzindo a glicemia.