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No tratamento das lesões por pressão em cuidados paliativos, é correto afirmar que
devemos focar no tratamento da lesão sempre, tratando com todo tipo de disposição terapêutica disponível.
impedir a progressão de uma lesão ou o surgimento de outras é mais sensato que almejar sua cicatrização.
podemos otimizar a analgesia, mas devemos evitar usar antibióticos sempre, mesmo que em lesões com sangramentos e odores.
a equipe de cuidados paliativos pode conduzir o processo de tratamento de lesão por pressão, sem que precise de acompanhamento de outra equipe hospitalar.
as lesões idealmente são tratadas somente no contexto físico, não sendo importantes, neste momento, os impactos psicológicos.
Assinale a alternativa que apresenta as manifestações clínicas ou complicações da doença de Paget dos ossos.
Déficit auditivo, insuficiência cardíaca de alto débito, nefrolitíase.
Hipocalcemia, estenose da coluna vertebral, fraturas ósseas.
Estenose aórtica, miocardiopatia dilatada, hiperuricemia.
Platibasia, insuficiência aórtica, osteoartrite em articulações próximas às lesões ósseas da doença de Paget.
Arqueamento dos ossos, fístulas arteriovenosas, trombose de retina.
Assinale a alternativa que contém uma doença que leve à hiponatremia.
Síndrome de Cushing.
Hipogonadismo.
Hipoparatireoidismo.
Hipertireoidismo.
Hipotireoidismo.
Considerando as afirmativas a seguir a respeito de sarcopenia, assinale a verdadeira.
Independentemente do gênero, o melhor preditor para desfechos negativos é a massa muscular.
Para os homens, o melhor preditor para desfechos negativos são aqueles que avaliam a composição corporal, particularmente o tecido adiposo.
A força muscular é o melhor parâmetro para desfechos negativos em homens.
Para as mulheres, a força muscular é melhor parâmetro de desfechos negativos do que para os homens.
Os parâmetros que levam em consideração a composição corpórea são os melhores preditores de desfechos negativos, independentemente do gênero.
PCAC, homem, 85 anos, antecedentes de hipertensão arterial, procura o consultório relatando que sua pressão arterial está difícil de controlar. Tem antecedente de doença pulmonar obstrutiva crônica em uso de oxigênio domiciliar e diabetes mellitus. Faz uso de hidroclorotiazida/amilorida (25 mg / 2,5 mg) 1 comprimido cedo, metformina 500 mg antes do café da manhã, almoço e jantar; diltiazem 30 mg pela manhã, à tarde e à noite. Por fim, de forma irregular faz uso de formoterol/budesonida 12 mcg / 400 mcg, 1 a 2 aplicações inalatórias ao dia, e tiotrópio 2,5 mcg, uma aplicação inalatória uma vez ao dia. Sua pressão arterial encontrava-se em 180 x 100 mmHg. Alguns exames laboratoriais: ureia: 38 mg/dL, creatinina: 1,15 mg/dL. Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta quanto à prescrição e meta a ser atingida.
Aumentar a dose da hidroclorotiazida/amilorida para 50 mg / 5 mg uma vez ao dia; meta da pressão arterial: 120 x 80 mmHg.
O diltiazem pode ser prescrito na dose de 60 mg pela manhã, à tarde e à noite; meta da pressão arterial: 140 x 80 mmHg.
Suspender os atuais anti-hipertensivos e prescrever atenolol 100 mg uma vez ao dia; meta da pressão arterial: 130 x 80 mmHg
Trocar os atuais anti-hipertensivos por enalapril 10 mg pela manhã e à noite; meta da pressão arterial: 120 x 80 mmHg.
Substituir o diltiazem por losartana 50 mg pela manhã; meta da pressão arterial: 140 x 80 mmHg.