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Mulher de 36 anos tem histórico de rinite alérgica e asma brônquica confirmada por espirometria, em uso de salbutamol inalatório, conforme necessário. Ela nega tabagismo e nunca necessitou de hospitalização. Todavia, nos últimos meses, ela tem necessitado do salbutamol três vezes por semana, mas nunca mais de uma vez por dia. Ao exame físico: sinais vitais são normais; SatO2 em ar ambiente: 98%; IMC: 24 kg/m2; tórax sem sibilos, no momento; o restante do exame é normal. Uma espirometria realizada há 1 dia é normal.
Nesse momento, a conduta correta é
associar montelucaste oral.
prescrever 2 semanas de corticoide oral.
associar a beclometasona inalatória.
trocar o salbutamol por tiotrópio.
trocar o salbutamol por fluticasona inalatória.
Mulher de 53 anos apresenta-se para avaliação de acompanhamento de um nódulo pulmonar em lobo inferior direito sólido, de 4 mm, encontrado incidentalmente na tomografia computadorizada. O exame não mostrou outros nódulos, nem linfadenopatia, e o parênquima pulmonar é normal. Não há tomografia prévia para comparação. Ela não tem história pessoal ou familiar de câncer de pulmão, é assintomática, não fuma e não tem história de exposição significativa ao tabaco.
Nessa paciente, o manejo mais adequado é:
pedir uma tomografia de tórax em 12 meses.
não indicar exames ou procedimentos e seguimento clínico.
solicitar uma broncoscopia com biópsia pulmonar.
pedir um PET/TC (tomografia com fluorodesoxiglicose).
indicar uma biópsia pulmonar guiada por exame de imagem.
Em relação à síndrome de fragilidade, assinale a alternativa correta.
Não há relação entre o comprometimento funcional e a síndrome de fragilidade.
Formam os tripés da fragilidade: disfunção imunológica, diminuição da ingestão de alimentos, aumento da massa gordurosa.
Ela é tão mais prevalente quanto maior o envelhecimento populacional.
A síndrome de fragilidade ocorre somente em idosos portadores de doenças crônicas.
O aumento de peso exclui o diagnóstico de síndrome de fragilidade.
Assinale a alternativa correta quanto à prescrição de ácido acetilsalicílico (AAS) em doses baixas para prevenção primária de doença cardiovascular (DCV), de acordo com a United States Preventive Services Task Force (USPSTF).
Independentemente da idade, não há benefício na prescrição de AAS para prevenção primária de DCV.
O risco de hemorragias maiores, gastrointestinal e intracraniana, é maior que os benefícios da prescrição de AAS para prevenção de DCV.
Não se recomenda a prescrição de AAS para prevenção primária de DCV em adultos com mais de 60 anos.
A prescrição de AAS para prevenção de DCV mostrou-se benéfica, independentemente da idade.
Somente para os adultos com mais de 60 anos é que a prescrição de AAS mostrou-se benéfica para prevenção de DCV.
Estudo recente mostrou que sintomas como apatia, depressão e ansiedade em idosos sem declínio cognitivo, mas portadores do duplo alelo E4, apresentaram uma evolução à doença de Alzheimer (DA) em porcentagem significativamente maior do que a população em geral. Assinale a alternativa correta em relação a essa afirmação.
Estudos populacionais deveriam ser realizados para pesquisa do duplo alelo E4 para se identificar a população de risco.
A prescrição de donepezila a essa população pode ser interessante para se evitar a evolução para a fase inicial da DA.
O uso de antidepressivos, principalmente os inibidores da recaptação de serotonina, devem mostrar-se eficazes para prevenção dos sintomas iniciais da DA.
A prescrição de vitamina E para esse grupo populacional deve retardar o início dos sintomas iniciais da DA.
Não há nenhuma conduta prática a se indicar a partir desse estudo, visto que não há tratamento para a fase pré-clínica da DA.