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Uma gestante de 26 anos, primigesta, IMC de 28 kg/m², sem antecedentes familiares de diabetes, comparece à primeira consulta de pré-natal com 10 semanas de gestação. Apresenta uma glicemia de jejum de 94 mg/dL realizada na semana anterior. O restante dos exames da rotina de primeiro trimestre não apresenta alterações. A gestação transcorre sem queixas clínicas.
De acordo com os critérios de rastreio e diagnóstico de Diabetes Mellitus Gestacional estabelecidos pela Febrasgo 2025, qual é a interpretação correta do resultado da glicemia e a conduta a ser seguida?
A paciente já possui o diagnóstico de Diabetes Mellitus Gestacional (DMG), devendo iniciar imediatamente o controle glicêmico com dieta e monitorização capilar, dispensando exames adicionais de sobrecarga.
O resultado é considerado normal, devendo a paciente seguir o acompanhamento de rotina e realizar apenas uma nova glicemia de jejum no terceiro trimestre.
A glicemia de jejum de 94 mg/dL é um resultado limítrofe que exige a repetição imediata do exame em jejum para confirmação diagnóstica antes de qualquer intervenção.
A paciente deve ser classificada como tendo um rastreio positivo no primeiro trimestre, mas o diagnóstico definitivo de DMG dependerá da realização do Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG 75g) entre 24 e 28 semanas.
A indução do parto é o estímulo artificial à deflagração do trabalho de parto, em momento anterior a sua ocorrência espontânea, com o intuito de antecipar a expulsão do feto. De acordo com o enunciado, a condição que contraindica a indução do parto é a:
Corioamnionite.
Doença hemolítica perinatal.
Placenta prévia centro-total.
Oligoidramnia.
Pré-eclâmpsia/eclampsia.
Segundo o Manual de Gestação de Alto Risco, caracteriza critérios para considerar encaminhamento para pré-natal de alto risco:
Idade materna isolada acima de 34 anos.
Presença de doenças maternas prévias ou intercorrências clínicas que aumentem o risco materno-fetal.
Gestação única com IMC>20.
Ganho ponderal adequado em gestante com histórico de COVID-19 no período da pandemia.
A primeira estrutura ultrassonográfica que pode ser utilizada para estimar a idade gestacional é a medida do saco gestacional, utilizando-se o diâmetro médio. Entretanto, essa medida não é muito precisa para avaliar a idade gestacional (erro de até 2 semanas) e, portanto, ela é utilizada apenas quando o embrião ainda não é visualizado. Assim que o embrião é visualizado, a idade gestacional pela ultrassonografia deve ser determinada por sua medida (Zugaib, 2023). Segundo o contexto da ultrassonografia no primeiro semestre de gravidez, analise as sentenças a seguir:
I- Antes de 9 a 10 semanas de gestação, é o tamanho do embrião que se está medindo, e não o comprimento cabeça-nádegas.
II- A medida do comprimento cabeça-nádegas pode ser utilizada para determinar a idade gestacional até 13 semanas e 6 dias, sendo considerado o método mais preciso para datação ou confirmação da idade gestacional nesse período.
III- Os membros e a vesícula vitelínica devem ser incluídos na medida do comprimento cabeçanádegas.
IV- Ainda existem fatores que podem afetar o tamanho do embrião e levar a erros na estimativa da idade gestacional, como medidas errôneas e diferenças na taxa de crescimento entre indivíduos e variação na época em que o crescimento se inicia.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
I e III.
II, III e IV.
I, II e IV.
I, III e IV.
Todas estão corretas.
Mulheres em trabalho de parto devem ser tratadas com respeito, ter acesso às informações baseadas em evidências e serem incluídas na tomada de decisões. Para isso, os profissionais que as atendem deverão estabelecer uma relação de confiança com as mesmas, perguntando-lhes sobre seus desejos e expectativas. Para tanto, o Ministério da Saúde nas diretrizes nacionais para a assistência ao trabalho de parto, descreve estratégias e métodos não farmacológicos de alívio da dor no trabalho de parto (Brasil, 2017).
Considerando essas estratégias e métodos, analise as sentenças a seguir:
I- Sempre que possível deve ser oferecido à mulher a imersão em água para alívio da dor no trabalho de parto.
II- A acupuntura pode ser oferecida às mulheres que desejarem usar essa técnica durante o trabalho de parto, se houver profissional habilitado e disponível para tal.
III- A hipnose pode ser oferecida às mulheres que desejarem usar essa técnica durante o trabalho de parto, se houver profissional habilitado para tal.
IV- Os métodos não farmacológicos de alívio da dor devem ser oferecidos à mulher antes da utilização de métodos farmacológicos.
Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:
I e III.
II, III e IV.
I, II e III.
I, III e IV.
Todas estão corretas.
Gestante de 33 semanas, com PA 172/112 mmHg, cefaleia e escotomas, apresenta convulsão tônico-clônica na sala de emergência. Após proteção de via aérea e posicionamento, assinale a intervenção CORRETA para controle do quadro e prevenção de nova crise:
Administrar fenitoína intravenosa e iniciar manutenção oral por 7 dias, visando profilaxia anticonvulsivante.
Administrar diazepam intravenoso em infusão contínua e reavaliar pressão arterial após sedação adequada.
Administrar manitol e restringir líquidos, visando reduzir edema cerebral associado à crise hipertensiva.
Administrar sulfato de magnésio e iniciar controle pressórico com anti-hipertensivo intravenoso conforme protocolo obstétrico.
Administrar furosemida e nitrato, visando reduzir pressão arterial e congestão, com monitorização seriada.
Uma paciente de 28 anos, no primeiro trimestre de gestação, busca atendimento devido a episódios frequentes de náuseas e vômitos. O quadro não cedeu com fracionamento da dieta e terapias não farmacológicas. A paciente encontra-se estável com escore de PUQE avaliado em 4. Assinale CORRETAMENTE a abordagem farmacológica para essa paciente:
Ondansetrona.
Metoclopramida.
Dimenidrinato.
Piridoxina.
Dexametasona.
A polidramnia é decorrente de um desequilíbrio na produção (principal mecanismo é a produção renal fetal) e na absorção (principal mecanismo é a deglutição fetal). De acordo com seu quadro clinico e achados diagnósticos, é CORRETO afirmar que:
O aumento do útero ocorre de forma invariavelmente rápida e progressiva, sem períodos de estabilização ou decréscimo.
Ao exame físico, o volume uterino é proporcional à idade gestacional, não havendo alterações cutâneas associadas.
À palpação, o feto é facilmente identificado, com apresentação fixa e bem definida.
O sofrimento materno pode ocorrer em razão da pressão de um útero muito desenvolvido sobre o diafragma, causando dispneia acentuada, além de lentificação do retorno venoso dos membros inferiores, com edema, varizes e hemorroidas.
A hipertonia uterina não pode ser identificada por palpação, mesmo nos casos volumosos.
A doença hemolítica perinatal decorre, originariamente, de incompatibilidade sanguínea materno-fetal. Os anticorpos da gestante, específicos para antígeno localizado nas hemácias do feto, intervêm como elementos desencadeantes.
Dessa forma, assinale a alternativa que indica os fatores relacionados com a ocorrência de doença hemolítica:
Incompatibilidade sanguínea materno-fetal, aloimunização materna e passagem de anticorpos da gestante para o organismo do feto.
Incompatibilidade sanguínea paterno-fetal, aloimunização fetal e ação de anticorpos fetais no organismo materno.
Aloimunização materna, deficiência de ferro materna e passagem de anticorpos da gestante para o organismo do feto.
Incompatibilidade sanguínea materno-fetal, passagem de anticorpos do feto para a gestante e ação desses anticorpos no concepto.
Ação de anticorpos maternos no concepto, anemia ferropriva gestacional e incompatibilidade sanguínea materno-fetal.
Adolescente gestante, sem comorbidades, com 16 anos, primigesta, realizou pré-natal com 8 consultas. No primeiro trimestre, apresentou teste rápido reagente para sífilis. Nesse momento, foi solicitado Veneral Disease Research Laboratory (VDRL), com título de 1/128, sendo realizado tratamento com penicilina benzatina 2.400.000 UI intramuscular, em 3 doses, com intervalo de 1 semana. Após o término do tratamento, foram realizados controles de VDRL: 1/64 e 1/16 (2 meses antes do parto). Nasce o RN de parto normal, com idade gestacional de 38 semanas. Na maternidade, os exames colhidos do RN foram: VDRL do RN: 1/16; hemoglobina 15 g/dL; hematócrito 40%; leucócitos 12.000/mm³; bastonetes 1%; segmentados 16%; linfócitos 66%; monócitos 15%; eosinófilos 2%; plaquetas 190.000/mm3. Líquor: límpido e ligeiramente xantocrômico; células: 21/mm³; hemácias: 100/mm³; proteína: 140 mg/dL; glicose: 50 mg/dL. VDRL no líquor não reagente. Radiografia membros inferiores com sinal de Winberger. Exame materno: VDRL: 1/32.
Diante desse caso, é correto afirmar, de acordo com as orientações atuais do Ministério da Saúde, que a conduta para com o RN é a indicação de
penicilina procaína, intramuscular, durante 7 dias.
alta da maternidade, sem antibioticoterapia, com VDRL em 1 mês.
penicilina G benzatina, intramuscular, dose única
alta da maternidade, sem antibioticoterapia, com controle de teste treponêmico (TPHA) em 1 mês.
penicilina cristalina, intravenoso, durante 10 dias.
Na assistência pré-natal, é importante que o médico conheça algumas particularidades, dentre as quais,
o saco gestacional, que pode ser visto no exame ultrassonográfico a partir de 6 semanas da última menstruação.
o período para dobrar a concentração plasmática de hCG, que é de 1 a 1,2 dia, o que se torna importante no diagnóstico de má evolução da gestação.
o hCG, que atinge valores máximos em 30 dias, podendo chegar ao mínimo em 12 semanas.
a dosagem plasmática do hCG, que já pode ser detectada no plasma e na urina do 8o ao 9o dia após a ovulação.
em relação ao exame ultrassonográfico transvaginal, pode-se identificar o feto com 5 semanas e visualizar batimentos cardíacos fetais.
A atenção integral à saúde da mulher no puerpério, no âmbito da Atenção Primária à Saúde, envolve acompanhamento contínuo após o parto, com foco na recuperação materna, no cuidado ao recém-nascido e na prevenção de agravos. Essa assistência deve contemplar aspectos clínicos, emocionais e sociais. Considerando essas diretrizes, é correto afirmar que:
O puerpério deve incluir acompanhamento programado na Atenção Primária, com visitas semanais para avaliação clínica da mulher, apoio ao aleitamento materno e identificação de sinais de alerta maternos e neonatais.
O acompanhamento puerperal deve ocorrer apenas em ambiente hospitalar, sendo dispensável o seguimento na Atenção Primária.
O puerpério não requer ações educativas, pois o foco do cuidado deve ser exclusivamente clínico.
A avaliação da saúde mental da puérpera não integra as ações do acompanhamento pós-parto.
O acompanhamento puerperal deve incluir avaliação do estado clínico da mulher, apoio ao aleitamento materno, orientação sobre planejamento reprodutivo e identificação de sinais de risco.
Gestante de 34 anos, com 32 semanas de gestação, apresenta pré-eclâmpsia grave, caracterizada por pressão arterial de 170×110 mmHg, proteinúria e cefaleia intensa. Evolui com crise convulsiva tônico-clônica generalizada.
A conduta farmacológica inicial mais indicada é:
Diazepam intravenoso em bolus.
Fenitoína intravenosa.
Sulfato de magnésio intravenoso.
Lorazepam associado a anti-hipertensivo.
Manitol intravenoso.
Caso 1: Gestante de 25 anos, G1P0, com 34 semanas, chega ao pronto atendimento com cefaleia intensa, epigastralgia e PA 180/115 mmHg. Exames mostram proteinúria 3+, plaquetas 90.000/mm³, TGO 88 U/L, TGP 75 U/L e creatinina 1,4 mg/dL. Está lúcida, ansiosa e resistente à internação. Faz uso irregular de metildopa e não iniciou o carbonato de cálcio prescrito no pré-natal.
Caso 2: Gestante de 36 anos, G3P2, com 32 semanas, em seguimento por pré-eclâmpsia grave, evolui com dispneia, oligúria e confusão mental. Exames: plaquetas 70.000/mm³, TGO 150 U/L, TGP 160 U/L, creatinina 2,1 mg/dL e bilirrubina 3,2 mg/dL. A família insiste em “esperar o bebê crescer”, mesmo após explicação sobre o risco materno iminente.
Com base nos casos e nos princípios da bioética aplicados à conduta médica, assinale a alternativa mais adequada.
Internar ambas as pacientes e controlar a pressão arterial com hidralazina endovenosa, aguardando a maturidade fetal para indicar o parto conforme a evolução do bem-estar materno e fetal, com base no princípio da autonomia.
No caso 1, estabilizar com sulfato de magnésio e observação clínica; no caso 2, respeitar a autonomia familiar e discutir interrupção gestacional somente após estabilização completa do quadro clínico, com base também no princípio da não-maleficência.
Instituir sulfato de magnésio e hidralazina em ambas as pacientes; diante da deterioração no caso 2, indicar interrupção gestacional imediata com base em beneficência e não maleficência.
Manter o tratamento clínico conservador em ambas as pacientes, priorizando a redução gradual da pressão arterial e evitando qualquer intervenção obstétrica que possa comprometer o feto, conforme princípio da justiça.
Priorizar o desejo familiar no caso 2, suspendendo decisões médicas até consentimento formal, visto que o princípio da autonomia se sobrepõe aos demais princípios éticos e clínicos.
As intercorrências no ciclo gravídico podem envolver alterações maternas e fetais de diferentes gravidades, exigindo vigilância clínica e laboratorial contínua. Acerca do assunto, registre V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(__)A infecção do trato urinário na gestação é considerada evento fisiológico esperado, estando associada a risco de pielonefrite ou parto prematuro.
(__)A pré-eclâmpsia é caracterizada por hipertensão arterial após 20 semanas de gestação associada à proteinúria ou sinais de disfunção orgânica.
(__)A diabetes mellitus gestacional está associada à resistência insulínica induzida por hormônios placentários, com aumento do risco de macrossomia fetal e complicações neonatais.
(__)A placenta prévia caracteriza-se pela inserção anômala da placenta na porção inferior do útero, podendo causar sangramento vaginal indolor no terceiro trimestre da gestação.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
V, V, V, F.
F, F, V, V.
F, V, V, V.
V, F, F, V.
A hipertensão arterial na gestação é classificada em diferentes categorias clínico-laboratoriais, sendo a pré-eclâmpsia a principal causa de complicações graves e morte materna. Assinale a alternativa CORRETA.
A pré-eclâmpsia caracteriza-se pelo surgimento de hipertensão após a 20ª semana de gestação, associada a alterações pressóricas transitórias e adaptação hemodinâmica própria do período gestacional.
A pré-eclâmpsia caracteriza-se pelo surgimento de hipertensão após a 20ª semana de gestação, associada a manifestações clínicas inespecíficas e variações laboratoriais compatíveis com alterações fisiológicas da gestação.
A pré-eclâmpsia caracteriza-se pelo surgimento de hipertensão após a 20ª semana de gestação, associada à proteinúria ou a sinais de disfunção de órgãos-alvo, configurando condição de risco materno e fetal.
A pré-eclâmpsia caracteriza-se pelo surgimento de hipertensão após a 20ª semana de gestação, associada a elevação pressórica isolada sem repercussões sistêmicas relevantes para o desfecho gestacional.
O estudo do mecanismo de parto compreende as manobras realizadas pelo feto durante a sua passagem pelo canal do parto, adaptando os seus maiores diâmetros aos diâmetros da bacia materna. Assinale a alternativa CORRETA.
A insinuação é definida como a passagem do maior diâmetro transverso da apresentação (diâmetro biparietal) pelo plano superior da bacia, correspondendo ao plano zero de DeLee.
O diâmetro suboccipitobregmático é o maior diâmetro da cabeça fetal, sendo o responsável pela ocorrência de lacerações perineais de quarto grau em partos espontâneos de nulíparas jovens.
O desprendimento dos ombros ocorre simultaneamente à rotação externa da cabeça fetal, sendo o ombro posterior desprendido obrigatoriamente antes do ombro anterior em todos os partos.
Os tempos principais do mecanismo de parto na apresentação cefálica fletida incluem a insinuação, a descida com flexão, a rotação interna, a deflexão (desprendimento) e a rotação externa.
As adaptações fisiológicas maternas durante a gestação visam garantir o suprimento de oxigênio e nutrientes ao feto, resultando em mudanças hemodinâmicas, respiratórias e metabólicas significativas. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F,
para as falsas:
(__) O débito cardíaco aumenta cerca de trinta a cinquenta por cento durante a gestação, atingindo seu pico no início do terceiro trimestre e apresentando nova elevação no período do parto.
(__) A resistência vascular sistêmica sofre uma queda fisiológica mediada pela progesterona e por substâncias vasodilatadoras como o óxido nítrico e as prostaglandinas.
(__) A taxa de filtração glomerular apresenta uma redução progressiva de quarenta por cento desde o primeiro trimestre, resultando em níveis elevados de creatinina sérica em gestantes saudáveis.
(__) O estado de hipercoagulabilidade gestacional decorre do aumento dos fatores de coagulação e redução da atividade fibrinolítica, visando minimizar a perda sanguínea no parto.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
F, V, F, V.
V, F, V, F.
V, V, V, F.
V, V, F, V.
Com relação à glicemia de jejum, assinale a alternativa correta.
Deve-se solicitar o TOTG (teste oral de tolerância à glicose) com idade gestacional entre 24 e 28 semanas.
Deve-se solicitar o TOTG imediatamente.
Deve-se repetir a glicemia de jejum.
Deve-se solicitar hemoglobina glicada para complementação diagnóstica.
Trata-se de diabetes gestacional.
A infecção viral pelo Citomegalovírus (CMV) pode trazer riscos significativos para gestantes e pacientes imunossuprimidos. No laboratório, ao encontrarmos uma amostra positiva para IgM a-CMV e negativa para IgG aCMV, isso nos sugere:
Paciente apresenta uma infecção recente/aguda.
Paciente apresenta uma infecção crônica.
Infecção antiga, ocorrida há vários anos.
Ausência de contato prévio com o vírus CMV..
Não há como definir se a infecção é aguda ou crônica.