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Primigesta, com 39 semanas de gestação, encontra-se em trabalho de parto. Ao exame, colo médio, posterior, 6 cm de dilatação, apresentação cefálica e bolsa íntegra. Realizada cardiotocografia apresentada na Figura 3 abaixo:

Qual alteração as setas indicam e qual é a conduta adequada?
DIP precoce – Realizar amniotomia e cesariana se o líquido amniótico for meconial.
DIP tardia – Realizar cesariana.
DIP variável – Realizar amniotomia e colocar a paciente em decúbito lateral esquerdo.
DIP precoce – Seguir com a condução do trabalho de parto.
Gestante de 26 anos, G1P0, inicia pré-natal no primeiro trimestre de gestação, após atraso menstrual. Possui diagnóstico prévio de HIV, em uso regular de terapia antirretroviral (TARV) há 2 anos, com boa adesão. Faz uso atual de tenofovir + lamivudina + dolutegravir. Exames iniciais do pré-natal mostram carga viral indetectável (<50 cópias/mL) e CD4 adequado. Com base nas recomendações atuais, qual é a melhor conduta em relação à TARV?
Suspender o dolutegravir e substituir por raltegravir devido ao risco de malformações no primeiro trimestre.
Manter o esquema antirretroviral vigente, uma vez que a carga viral encontra-se indetectável.
Trocar o esquema para zidovudina + lamivudina + lopinavir/ritonavir, por ser o esquema padrão na gestação.
Suspender temporariamente a TARV até o segundo trimestre, reduzindo o risco teratogênico.
Manter apenas tenofovir e lamivudina, retirando o inibidor de integrase durante o primeiro trimestre.
A fisiopatologia da pré-eclâmpsia (PE) envolve uma placentação deficiente com invasão trofoblástica inadequada das artérias espiraladas, levando à hipóxia placentária. Esta hipóxia induz a liberação de fatores antiangiogênicos na circulação materna, causando a disfunção endotelial sistêmica. Quais são os principais fatores antiangiogênicos e pró-angiogênicos cuja dosagem sérica é utilizada como biomarcador para predizer ou diagnosticar a PE?
Aumento do Fator de Tirosina Quinase 1 solúvel (sFlt-1), que é antiangiogênico, e diminuição do Fator de Crescimento Placentário (PlGF), que é pró-angiogênico; a relação sFlt-1/PlGF aumentada é fortemente preditiva de PE.
Diminuição do sFlt-1 e aumento do PlGF, indicando uma tentativa de compensação vascular que falha em prevenir a hipertensão.
Aumento do Hormônio Lactogênio Placentário (hPL) e diminuição da fração livre do beta-HCG (gonadotrofina coriônica humana).
Aumento da Proteína C Reativa (PCR) e diminuição da alfa-fetoproteína (AFP), refletindo a inflamação sistêmica e a falha placentária.
Uma gestante de 24 semanas, primigesta, comparece à consulta de pré-natal queixando-se de episódios de tontura e sensação de desmaio quando se deita de costas para descansar. Além disso, relata que notou um aumento da frequência cardíaca e que suas gengivas sangram levemente durante a escovação. Ao exame físico, apresenta pressão arterial de 110/70 mmHg (sentada), frequência cardíaca de 92 bpm e presença de edema em membros inferiores (1+/4+), sem outras alterações. O médico explica que tais achados fazem parte das adaptações fisiológicas do organismo materno.
Considerando as modificações hemodinâmicas e sistêmicas da gestação, qual é a explicação correta para os fenômenos observados nesta paciente?
A tontura ao deitar-se em decúbito dorsal deve-se à compressão da aorta abdominal pelo útero gravídico, o que gera uma hipertensão reacional compensatória e redução do fluxo cerebral.
O sangramento gengival ocorre devido ao aumento da resistência vascular periférica e à redução do volume plasmático, tornando as mucosas mais frágeis e desidratadas.
A sensação de desmaio em decúbito dorsal (síndrome da hipotensão supina) ocorre pela compressão da veia cava inferior pelo útero, reduzindo o retorno venoso e, consequentemente, o débito cardíaco.
O aumento da frequência cardíaca é uma resposta patológica precoce à anemia fisiológica da gravidez, que ocorre devido à redução absoluta da massa de glóbulos vermelhos no segundo trimestre.
Mulher de 24 anos, primigesta, com 14 semanas de idade gestacional, comparece à segunda consulta de pré-natal na unidade básica de saúde. No primeiro trimestre (8a semana), seus exames de triagem apresentaram teste rápido para sífilis (TRS) não reagente. Na consulta atual, a paciente relata o surgimento de uma lesão ulcerada única, indolor, de bordas endurecidas na região vulvar há 10 dias, que desapareceu espontaneamente antes da consulta. Ela não apresenta outras queixas. Um novo TRS é realizado, resultando reagente. O marido da gestante é convocado, mas recusa a testagem imediata. Não há alergias a medicamentos. O médico solicita o teste não treponêmico (VDRL) para seguimento.
Com base nas diretrizes de vigilância em saúde da sífilis em gestantes, assinale a alternativa correta.
O caso é classificado como sífilis em gestante devido ao Teste Rápido reagente, independentemente da presença ou ausência de sintomas no momento da consulta.
A ocorrência de um segundo caso de sífilis em uma gestação subsequente deve ser notificada no SINAN como recidiva e não como um novo caso.
A realização do teste não treponêmico na hora do parto é opcional se a paciente tiver exames de monitoramento reagentes e estáveis durante o terceiro trimestre.
A ausência de queda dos títulos de VDRL após o esquema de dose única em sífilis primária exige o retratamento imediato, com três doses semanais.
A gestante deve ser considerada adequadamente tratada se receber a última dose de penicilina pelo menos quinze dias antes da data provável do parto.
A vacinação com a Vacina Vírus Sincicial Respiratório (VVSR), recomendada a partir da 28ª semana gestacional, tem por finalidade evitar quais doenças na criança?
Apendicite aguda, refluxo gastroesofágico e botulismo na criança.
Meningite meningocócica, pneumonia e abscesso cerebral.
Gastroenterite viral, leptospirose e síndrome hemolítico-urêmica.
Bronquiolite, pneumonia e outras complicações na criança.
Conjuntivite neonatal, tricomoníase e glaucoma infantil.
A Pré-eclâmpsia é uma síndrome multissistêmica de etiologia placentária, caracterizada por hipertensão e
disfunção endotelial, apresentando risco de progressão para formas graves. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) A síndrome HELLP é uma variante grave da pré-eclâmpsia definida laboratorialmente por Hemólise, Elevação de enzimas hepáticas e Baixa contagem de plaquetas (Low Platelets).
(__) O sulfato de magnésio é a droga de escolha para a profilaxia e o tratamento das crises convulsivas na eclâmpsia, agindo como estabilizador de membrana e neuroprotetor.
(__) O uso profilático de ácido acetilsalicílico em baixas doses e suplementação de cálcio é indicado para gestantes com alto risco de desenvolvimento de pré-eclâmpsia.
(__) O parto imediato é a conduta definitiva recomendada para todos os casos de pré-eclâmpsia leve diagnosticados na vigésima segunda semana de gestação, independentemente da vitalidade fetal.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
V, V, F, V.
F, V, F, V.
V, V, V, F.
V, F, V, F.
A classificação de uma gestação como de alto risco exige vigilância intensificada e o manejo de comorbidades preexistentes ou intercorrências gestacionais que podem comprometer o desfecho
perinatal. Assinale a alternativa CORRETA.
A gestação de alto risco caracteriza-se pela presença de condições maternas ou fetais associadas a alterações fisiológicas da gestação, organizando o cuidado com base na evolução clínica observada ao longo do pré-natal.
A gestação de alto risco caracteriza-se pela presença de condições maternas ou fetais identificadas no início do pré-natal, orientando o acompanhamento conforme estratificação inicial de risco e definição de condutas clínicas.
A gestação de alto risco caracteriza-se pela presença de condições maternas ou fetais relacionadas à história clínica da gestante, conduzindo o acompanhamento conforme critérios clínicos e disponibilidade de serviços na rede de atenção.
A gestação de alto risco caracteriza-se pela presença de condições maternas ou fetais que aumentam a probabilidade de complicações, demandando acompanhamento diferenciado e intervenções oportunas para redução de riscos perinatais.
A prevenção da transmissão vertical de patógenos como o Treponema pallidum e o vírus da hepatite B é um dos pilares da assistência pré-natal para a redução de sequelas neonatais. Analise as afirmativas a seguir:
I.O diagnóstico de sífilis na gestante deve ser seguido pelo tratamento imediato com penicilina benzatina, sendo este o único tratamento considerado adequado
para a prevenção da sífilis congênita.
II.O recém-nascido de mãe portadora do HBsAg (antígeno de superfície da hepatite B) deve receber a vacina e a imunoglobulina específica contra hepatite B nas primeiras doze horas de vida.
III.A toxoplasmose gestacional aguda exige obrigatoriamente a interrupção da gravidez por via vaginal no primeiro trimestre para evitar a ocorrência de hidrocefalia fetal em cem por cento dos casos.
Está CORRETO o que se afirma em:
I e III apenas.
I, II e III.
II e III apenas.
I e II apenas.
Mulher de 32 anos, G2P1, atualmente com 22 semanas de gestação, vem com queixa de corrimento vaginal espumoso-acastanhado, odor moderado, prurido discreto, e dor leve ao urinar. Ao exame especular, observam-se mucosa vaginal levemente eritematosa, secreção abundante espumosa. Mede-se pH vaginal 6,0; no exame a fresco, visualiza-se protozoário móvel flagelado. O parceiro relata odor semelhante e prurido discreto. Considerando as recomendações da FEBRASGO para vulvovaginites na gestação, assinale a alternativa correta.
Diagnóstico mais provável: Vaginose bacteriana; tratar com metronidazol oral dose única de 2 g, orientar abstinência sexual e tratar parceiro.
Diagnóstico mais provável: Tricomoníase; tratar com metronidazol oral 500 mg a cada 12 h por 7 dias, incluir tratamento do parceiro.
Diagnóstico mais provável: Candidíase vulvovaginal; tratar com antifúngico tópico (miconazol) por 7 dias, incluir tratamento do parceiro.
Diagnóstico mais provável: Tricomoníase; tratar com tinidazol oral 2 g dose única.
Diagnóstico mais provável: Vaginose bacteriana; tratar com clindamicina gel intravaginal por 7 dias e tratar parceiro.
As hemorragias do primeiro trimestre compreendem um espectro de patologias que variam desde perdas gestacionais precoces até neoplasias trofoblásticas gestacionais. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) O abortamento inevitável caracteriza-se por sangramento vaginal associado a modificações cervicais (colo aberto) e presença de dor pélvica em cólica, sem a expulsão de tecidos.
(__) A gravidez ectópica tubária apresenta como tríade clínica clássica a dor abdominal, o atraso menstrual e o sangramento vaginal, podendo cursar com instabilidade hemodinâmica na rotura.
(__) A mola hidatiforme completa apresenta habitualmente o cariótipo 46,XX originado de fertilização dupla (dispermia) de um óvulo com núcleo funcional preservado.
(__) O coriocarcinoma é uma forma maligna de doença trofoblástica gestacional que se caracteriza pela
ausência de vilosidades coriônicas e elevada propensão a metástases hematogênicas.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
F, V, F, V.
V, F, V, F.
V, V, F, V.
V, V, V, F.
De acordo com o atual calendário do Programa Nacional de Imunização (PNI), do Ministério da Saúde, assinale a alternativa correta em relação à recomendação de vacinação da mulher no período pré-natal e pós parto.
Gestantes devem receber uma dose da vacina covid-19 a cada gestação, independentemente da quantidade de doses recebidas anteriormente.
A vacina da influenza deve ser tomada após as 20 semanas de idade gestacional.
Atualmente o PNI do Brasil disponibiliza a vacina contra papilomavírus humano (HPV) quadrivalente para gestantes em qualquer idade gestacional que não tenham recebido a vacina.
Caso a gestante tenha recebido a vacina dTpa nos últimos 5 anos, não há necessidade de tomar a vacina novamente.
A vacina contra o vírus sincicial respiratório deve ser administrada a partir de 12 semanas de idade gestacional.
De acordo com o caso, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada.
Indução do trabalho de parto com misoprostol via vaginal.
Passagem da sonda de Foley para dilatação mecânica do colo uterino.
Indução do trabalho de parto com ocitocina EV.
Interrupção da gestação via alta.
Internação e controle diário de ducto venoso.
Mulher, 38 anos, previamente hígida, 10 dias pós-parto, apresenta cefaleia súbita explosiva (thunderclap), intensidade 10/10, com pico em segundos. Evolui com mais dois episódios semelhantes em 48 h. Nega febre. Refere uso recente de sumatriptana para enxaqueca.
Exame: PA 150/95 mmHg, sem déficit focal persistente. Rigidez de nuca ausente.
Exames iniciais: TC de crânio nas primeiras 3 h: sem hemorragia subaracnoide (HSA) evidente; Punção lombar (12 h após o evento): sem xantocromia, 2 hemácias/mm³; PCR e VHS normais; LCR: 1 célula/mm³, proteína 32 mg/dL; Angio-TC cerebral: múltiplos segmentos de estreitamentos e dilatações alternantes (“beading”) nas artérias cerebrais médias e posteriores; RM com DWI: pequenas áreas corticais de restrição puntiforme frontal direita; Repetição da angiografia em 6 semanas: resolução completa das irregularidades.
Assinale a opção que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta inicial adequada.
Vasculite primária do SNC (PACNS); iniciar ciclofosfamida + metilprednisolona EV.
HSA aneurismática com falso-negativo na TC; indicar arteriografia urgente.
Síndrome da vasoconstrição cerebral reversível (RCVS); suspender gatilhos vasoativos, controlar PA e considerar nimodipina.
Síndrome de encefalopatia posterior reversível (PRES) associada ao puerpério; iniciar controle pressórico rigoroso e sulfato de magnésio.
Dissecção intracraniana multifocal envolvendo ramos distais com vasoespasmo secundário; iniciar anticoagulação e repetir angiografia em 7 dias.
Puérpera encontra-se no 3o dia pós-parto vaginal, desejando, para ser iniciado hoje, um método anticoncepcional. Nega comorbidades. Em lactação.
Assinale a alternativa que apresenta o método contraceptivo mais adequado para o caso, de acordo com a classificação dos Critérios de Elegibilidade dos Métodos Anticoncepcionais para o período pós-parto, segundo a Organização Mundial da Saúde.
DIU de levonorgestrel.
Anticoncepcional hormonal combinado transdérmico.
Implante de etonogestrel.
DIU de cobre.
Anticoncepcional hormonal injetável trimestral.
De acordo com as diretrizes atuais do Ministério da Saúde para o pré-natal, assinale a alternativa correta.
A triagem para HTLV-1/2 deve ser restrita às gestantes consideradas de maior risco para infecções sexualmente transmissíveis.
A suplementação de carbonato de cálcio deve ser ofertada somente às gestantes com baixa ingestão alimentar ou quando houver risco individual previamente identificado para pré-eclâmpsia.
Nos casos em que a triagem para HTLV-1/2 apresenta resultado reagente, a repetição do mesmo teste rápido em nova amostra constitui o procedimento confirmatório preconizado pelo Ministério da Saúde.
A triagem para HTLV-1/2 compõe o conjunto de exames de rotina do pré-natal estabelecido pelo Ministério da Saúde, e a suplementação de cálcio deve ser ofertada rotineiramente a todas as gestantes como estratégia de prevenção da pré-eclâmpsia.
A suplementação universal de cálcio deve ser iniciada apenas após 20 semanas de gestação, período em que a demanda fetal por mineralização óssea se intensifica e o impacto na prevenção da hipertensão gestacional se torna mais significativo.
De acordo com o caso, assinale a alternativa que apresenta informações corretas em relação à interpretação do doppler.
O índice de pulsatilidade da artéria cerebral média deve estar próximo do p95.
A relação cérebro-placentária tende a ser maior que 1.
O ducto venoso apresenta onda “a” positiva.
O índice de pulsatilidade da artéria umbilical está diminuído.
O índice de resistência da artéria cerebral média é certamente maior do que a da artéria umbilical.
Sobre o caso clínico, assinale a alternativa que apresenta informações corretas a respeito da glicemia de jejum da paciente.
Há de se solicitar hb glicada para conclusão diagnóstica.
Há de se solicitar teste oral de tolerância à glicose ainda no 1o trimestre.
Trata-se de overt diabetes.
Trata-se de diabetes gestacional.
Há de solicitar teste oral de tolerância à glicose com idade gestacional entre 24–28 semanas.
A vacina Abrysvo® é administrada em gestantes com a finalidade de proteger o recém-nascido contra infecções pelo vírus sincicial respiratório. Sobre o imunizante, assinale a alternativa correta.
É administrada no primeiro trimestre da gestação para maximizar a transferência placentária de anticorpos.
Estimula a produção de anticorpos maternos que atravessam a placenta, protegendo o bebê nos primeiros seis meses de vida.
Induz imunidade ativa e duradoura (memória imunológica) no recém-nascido.
Substitui a necessidade de anticorpos monoclonais em todos os recém-nascidos, independente do contexto clínico.
É contraindicada de forma absoluta em gestantes com comorbidades, como diabetes ou hipertensão.
Mulher de 27 anos, G3P1A1, procura emergência com história de aborto incompleto há três dias, cursando com febre, dor hipogástrica, calafrios e secreção vaginal fétida.
Ao exame: PA 105/65 mmHg, FC 112 bpm, FR 22 irpm, temperatura axilar 38,9 ºC. Encontra-se lúcida, sem sinais de choque. Exames laboratoriais iniciais mostram: Leucócitos: 19.800/mm³; PCR: 18 mg/dL; VHS: 78 mm/h; Procalcitonina: 3,2 ng/mL; Creatinina: 0,9 mg/dL; Lactato sérico: 2,4 mmol/L.
Considerando os critérios atuais de sepse, o achado laboratorial determinante para a abertura imediata do bundle de 1 hora do protocolo de sepse do Surviving Sepsis Campaign é
PCR.
VHS.
leucocitose.
lactato.
procalcitonina.