Questões de Concurso sobre Obstetrícia

 
 
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Mulher de 28 anos, que está gestante de 36 semanas, deu entrada na emergência após um acidente automobilístico. Recebeu os primeiros socorros adequadamente. Chegou consciente e estável, mas, após 40 minutos, iniciou com forte dor abdominal. Exame: tônus uterino aumentado, BCF de 100 bpm, toque vaginal com colo impérvio e sinais de sangramento genital. Qual é a principal hipótese diagnóstica?


A

Trabalho de parto prematuro.


B

Rotura de seio marginal.


C

Placenta prévia.


D

Descolamento prematuro de placenta.


E

Rotura uterina.

Tercigesta de 36 semanas, 42 anos de idade, hipertensa crônica, procura a maternidade com queixa de cefaleia intensa e epigastralgia. Enquanto estava na sala de triagem, apresentou convulsão tônico-clônica generalizada. Foram realizados 4 g de sulfato de magnésio intravenoso e instalada dose de manutenção em bomba de infusão. 40 minutos após, apresentou nova convulsão. PA = 150 x 100 mmHg. Além das medidas de suporte, qual é o tratamento medicamentoso imediato nesse caso?


A

Hidralazina 5 mg intravenosa.


B

Hidralazina 20 mg intravenosa.


C

Nifedipina 20 mg via oral.


D

Sulfato de magnésio 4 g intravenoso.


E

Sulfato de magnésio 2 g intravenoso.

Uma mulher passou por trabalho de parto há 04 horas no hospital estadual sozinha. O pai do bebê faleceu durante o período gestacional. Seu bebê nasceu bem e chorou logo ao nascer. Foram coletados os exames de tipagem de mãe e do recém-nascido e enviados à Agência Transfusional. Cerca de 40 minutos após o parto, sua mãe (avó da criança), que se encontrava em viagem, chega ao hospital, mas o segurança refere que não pode deixá-la entrar naquele momento, já que não é horário de visitas. Sobre essa atitude, assinale a alternativa correta.


A

A avó só poderá entrar se for profissional de saúde já que a paciente está na enfermaria.


B

Em procedimentos realizados em unidades de saúde públicas ou privadas, toda mulher tem direito a ser acompanhada por pessoa maior de idade, durante todo o período do atendimento, independentemente de notificação prévia.


C

A avó só poderá entrar para dispensação de medicamentos a sua filha e para levar produtos de interesse para a saúde dela, como a retirada dos exames de tipagem enviados à Agência Transfusional.


D

Com um documento que estabelece critérios para o diagnóstico da doença ou do agravo à saúde de sua filha, feito por um advogado, a mãe pode entrar no hospital, até mesmo se a paciente estiver em unidade de terapia intensiva.


E

A conduta do hospital é correta. Não é permitida a entrada de pessoas fora do horário da visita. Isso é vetado, pois garante maior segurança aos pacientes internados.

A OMS propõe que a assistência obstétrica deve ser pautada no respeito aos direitos da mulher e da criança, com práticas assistenciais baseadas nas evidências científicas disponíveis e não em conveniências de profissionais e instituições. Sobre a assistência ao parto, assinale a alternativa INCORRETA.


A

Os conceitos das fases clínicas do trabalho de parto (TP), período prodrômico, fase de dilatação (primeiro período), fase de expulsão (segundo período) e dequitação (terceiro período) levam em consideração a gestação em seu termo, ou seja, após a 37ª semana.


B

Apesar de ser prática comum em vários serviços, a realização de cardiotocografia de rotina na admissão da parturiente de risco habitual não melhora resultados adversos perinatais e, por isso, não é necessária.


C

As instituições que oferecem assistência ao parto devem disponibilizar analgesia farmacológica à parturiente sempre que os métodos não farmacológicos forem insuficientes ou for do desejo da gestante, independentemente da fase do TP e da dilatação cervical.


D

Em parturientes com analgesia epidural que adotam posições horizontalizadas no segundo período do parto, verifica-se redução nas taxas de cesariana, sem aumentar o número de partos instrumentalizados, além de relatarem mais satisfação com sua experiência com o parto.


E

Se o RN estiver em boas condições, o clampeamento do cordão umbilical pode ser tardio, ou seja, postergado por tempo superior a um minuto. Não há evidências de que um intervalo superior a dois minutos entre o nascimento e o clampeamento do cordão umbilical traga benefícios ao RN e também possa aumentar o risco de hemorragia materna.

Uma gestante realiza um ultrassom morfológico de segundo trimestre que evidencia, no feto, uma dilatação acentuada da pelve renal direita, com cálices renais arredondados, porém com o ureter correspondente de calibre normal, não visualizável em seu trajeto até a bexiga. O rim esquerdo e a bexiga fetal não apresentam alterações. Qual é a hipótese diagnóstica mais provável para esse achado de hidronefrose unilateral?


A

Válvula de Uretra Posterior.


B

Refluxo Vesicoureteral (RVU).


C

Estenose de Junção Ureteropiélica (JUP).


D

Megaureter Obstrutivo Primário.


E

Rim Multicístico Displásico.

O médico plantonista em um centro obstétrico de alto risco, ao receber o plantão, estava aguardando resultado de ultrassonografia de uma primigesta com 8 semanas de gestação com suspeita de ectópica. Ao receber o laudo da ultrassonografia, foram evidenciados 2 sacos gestacionais; um está implantado na cavidade uterina e outro na porção ampolar da tuba uterina esquerda. Após análise detalhada da paciente, decidiu-se que a conduta mais adequada é


A

indicar o uso de metotrexato em dose única.


B

indicar tratamento com metotrexato em dose ampliada devido à presença de dois sacos gestacionais.


C

admitir conduta expectante após orientar a paciente dos riscos, acompanhando com BHCG seriado por se tratar de uma gestação heterotópica.


D

indicar videolaparoscopia para o tratamento da gestação ectópica e curetagem uterina para a gestação tópica.


E

indicar tratamento cirúrgico da gestação ectópica.

A prevenção da transmissão vertical do HIV é uma ação prioritária do médico que realiza o atendimento centrado na saúde da mulher e da criança. A principal estratégia farmacológica para atuar na redução do risco de transmissão do vírus da mãe para o bebê é


A

o uso de antibioticoterapia de amplo espectro no parto.


B

a administração de imunoglobulina humana para o recém-nascido.


C

o uso da Terapia Antirretroviral (TARV) pela gestante durante toda a gestação e parto.


D

a vacinação da gestante com vacinas de vírus vivo atenuado.


E

a realização de cesárea eletiva em todas as gestantes vivendo com HIV.

De acordo com o protocolo de notificação e investigação da toxoplasmose gestacional e congênita, é correto afirmar que:


A

A infecção aguda materna deve ser notificada e investigada devido ao risco de transmissão vertical e de formas graves congênitas.


B

Devem ser notificados somente os casos confirmados de toxoplasmose gestacional.


C

Em crianças que receberam tratamento, a soronegativação é confirmada em 30 dias após o uso dos antiparastiários.


D

Gestantes que apresentem resultados não reagentes para anticorpos IgM e IgG estão livres do risco de adquirir a doença.

T.M.A., 26 anos, sexo feminino, G2P1, com 17 semanas de gestação, comparece à unidade básica de saúde para seguimento do pré-natal. Relata histórico de sífilis tratada há dois anos, na gestação anterior. Atualmente está assintomática. O teste rápido para sífilis realizado nesta consulta foi reagente, e não há disponibilidade de VDRL no momento. Ela desconhece se o parceiro atual realizou tratamento prévio.

Considerando as diretrizes clínicas nacionais para o manejo da sífilis na gestação, qual é a conduta inicial mais adequada? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.


A

Iniciar imediatamente o tratamento com penicilina benzatina, considerando possível reinfecção, mesmo sem VDRL disponível.


B

Adiar o início do tratamento até que o teste não treponêmico (VDRL) esteja disponível para diferenciar cicatriz sorológica de nova infecção.


C

Considerar que o tratamento anterior foi suficiente e apenas acompanhar a gestação com sorologias mensais.


D

Encaminhar para unidade terciária para investigação com punção lombar, devido ao risco de neurossífilis.

A assistência pré-natal deve ser iniciada precocemente, visando a promoção da saúde materna e o desenvolvimento fetal saudável. Com base exclusivamente no Caderno de Atenção Básica nº 32 do Ministério da Saúde (sem considerar jurisprudência ou doutrina), assinale a alternativa CORRETA.


A

A vacina contra o tétano (dTpa) deve ser administrada a partir da décima semana de gestação em todas as gravidezes, independentemente do histórico vacinal.


B

O diagnóstico de sífilis em gestantes pode ser realizado através de testes rápidos, devendo o tratamento ser iniciado imediatamente após a detecção.


C

A realização do teste de tolerância à glicose com 75g (TOTG) deve ser solicitada de rotina para todas as gestantes entre a 12ª e 16ª semanas de gestação.


D

A suplementação de ácido fólico é recomendada apenas para gestantes que apresentem diagnóstico laboratorial prévio de anemia megaloblástica severa.

Adolescente de 17 anos, primigesta, evoluiu com trabalho de parto prematuro associado à ruptura prematura de membranas. Realizou pré-natal irregular, sem apresentação de cartão vacinal ou exames complementares. O recém-nascido apresentou peso ao nascer de 1.110 g, idade gestacional de 31 semanas, Apgar 1 e 5 no 7º e 9º minutos, respectivamente, evoluindo com boa resposta após estabilização inicial. Encontrava-se ativo, sem malformações ao exame físico. A evolução na unidade neonatal ocorreu sem intercorrências infecciosas. Durante a internação, o recém-nascido recebeu vacina contra hepatite B aos 10 dias de vida. Recebeu alta em boas condições clínicas, com peso de 1.980 g, sendo orientado seguimento ambulatorial. Com relação à imunização desse recém-nascido, assinale a alternativa correta.


A

Está contraindicada a administração da vacina contra rotavírus devido à prematuridade.


B

As vacinas de rotina podem ser iniciadas, porém devem ser aplicadas uma de cada vez, respeitando intervalo mínimo de 15 dias entre vacinas diferentes.


C

A vacina BCG deve ser administrada assim que houver condições clínicas, quando o recém-nascido atingir peso igual ou superior a 2.000 g.


D

Não há necessidade de nova dose da vacina contra hepatite B, pois já recebeu uma dose durante a internação.


E

A vacina contra influenza deve ser iniciada aos 2 meses de idade cronológica.

Uma gestante de 25 anos, com 9 semanas de idade gestacional por ultrassonografia de primeiro trimestre, procura a urgência obstétrica relatando sangramento vaginal em moderada quantidade há 6 horas, acompanhado de dor em cólica no baixo ventre. Ao exame físico, apresenta-se normotensa e com bom estado geral. No exame especular, observa-se sangramento ativo pelo orifício cervical externo. Ao toque vaginal, o colo uterino encontra-se pérvio (aberto), com o corpo uterino de tamanho menor do que o esperado para a idade gestacional. A ultrassonografia transvaginal demonstra útero com ecos endometriais heterogêneos e irregulares, medindo 18 mm, sem visualização de saco gestacional íntegro.


De acordo com os achados clínicos e de imagem, qual o diagnóstico e a conduta recomendada?


A

Abortamento Inevitável; conduta expectante, pois o colo aberto indica que o processo de expulsão será concluído espontaneamente sem necessidade de intervenção.


B

Abortamento Retido; iniciar preparo cervical com misoprostol seguido de curetagem uterina, dado que o embrião não foi expulso.


C

Abortamento Incompleto; realizar o esvaziamento uterino, preferencialmente por Aspiração Manual Intrauterina (AMIU), devido à presença de restos ovulares e colo aberto.


D

Ameaça de Abortamento; prescrever repouso relativo e progesterona via vaginal, uma vez que a espessura endometrial sugere que a gestação ainda pode ser viável.

Uma gestante de 39 semanas, primigesta, dá entrada no centro obstétrico com contrações rítmicas e dolorosas. Ao exame físico inicial, apresenta:


• Dinâmica Uterina: 3 contrações de 40 segundos em 10 minutos.

• Toque Vaginal: Colo 100% esvaecido, 4 cm de dilatação, apresentação cefálica, de Lee -2, membranas íntegras.


Após 4 horas de observação e deambulação, um novo toque vaginal revela:


• Toque Vaginal: 5 cm de dilatação, apresentação de Lee -1, membranas rotas espontaneamente com líquido amniótico claro.


De acordo com as novas definições de trabalho de parto e a condução do partograma pela Febrasgo 2025, qual é o diagnóstico da fase atual e a conduta recomendada?


A

A paciente está em Fase Latente prolongada, devendo-se iniciar ocitocina endovenosa para acelerar a dilatação.


B

A paciente encontra-se em Fase Ativa do trabalho de parto, e a progressão de 1 cm em 4 horas, embora lenta, não caracteriza necessariamente uma distocia, devendo-se manter a conduta expectante e o suporte emocional.


C

O diagnóstico é de Parada Secundária da Dilatação, sendo indicada a realização imediata de cesariana devido ao risco de sofrimento fetal.


D

A paciente entrou em Fase Ativa apenas no segundo exame (5 cm), portanto, o partograma só deve ser iniciado a partir deste momento.

O abortamento incompleto é a forma clínica mais frequente. O diagnóstico é eminentemente clínico, geralmente, caracterizado mediante a sintomatologia esboçada. Com base no contexto do abortamento incompleto, analise as sentenças a seguir:


I- No abortamento incompleto é aquele em que o concepto permanece na cavidade uterina sem vitalidade. O diagnóstico é confirmado pela ecografia.

II- O sangramento é o sintoma maior; o útero se reduz em proporções e fica menor que o esperado para a idade gestacional e as dores assumem as características de cólicas no intento de expulsar o conteúdo refratário.

III- Opta-se pelo abortamento farmacológico ou mecânico através da vacuoaspiração com menos de 12 semanas, pelo tamanho uterino.

IV- É indicado o esvaziamento uterino através da curetagem para os casos de abortamento incompleto.


Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:


A

I e III.


B

II, III e IV.


C

I, II e IV.


D

I, III e IV


E

Todas estão corretas.

O abortamento é síndrome hemorrágica da primeira metade da gravidez. Considerando as classificações do abortamento, analise as sentenças a seguir:


I- O abortamento espontâneo é aquele que ocorre sem nenhuma intervenção externa e pode ser causado por doenças da mãe ou por anormalidades do embrião ou feto

II- O abortamento pode ser precoce ou tardio, conforme a idade gestacional, ou seja, até a 10ª semana e entre a 11ª e a 20ª semana, respectivamente.

III- O abortamento espontâneo é a complicação mais frequente da gravidez, e a grande maioria ocorre no primeiro trimestre.

IV- O abortamento provocado refere-se à interrupção da gravidez causada por uma intervenção externa e intencional.


Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:


A

I e III.


B

II, III e IV.


C

I, II e III.


D

I, III e IV.


E

Todas estão corretas.

A Doença Hemolítica Perinatal (DHPN) é uma afecção generalizada acompanhada de anemia, destruição das hemácias e aparecimento de suas formas jovens ou imaturas (eritroblastos) na circulação periférica, com atividade persistente e anômala de focos extramedulares de hematopoese. Acerca da DHPN, analise as sentenças a seguir:


I- O protocolo de acompanhamento do feto na DHPN baseia-se na história materna e no resultado dos exames.

II- Como regra, a primeira gravidez sensibilizada envolve risco mínimo fetal/neonatal; as gestações subsequentes são associadas à piora do grau de anemia fetal.

III- A anamnese deve ser minuciosa, e é fundamental avaliar a história das gestações anteriores, o desfecho de cada uma delas e os possíveis eventos hemoterápicos.

IV- No sistema Rh, a discordância principal – gestante Rh-negativo e parceiro Rh-positivo – responde por mais de 90% das histórias clínicas de DHPN.


Analisadas as sentenças, estão CORRETAS apenas:


A

I e III.


B

II, III e IV.


C

I, II e III.


D

I, III e IV.


E

Todas estão corretas.

Conforme os fluxogramas da FEBRASGO, no manejo do trabalho de parto prematuro, é correto afirmar que:


A

A tocólise deve ser mantida até o termo da gestação, independente das contrações uterinas.


B

A progesterona vaginal é indicada apenas para casos de comprovação de incompetência istmocervical.


C

A internação hospitalar é sempre dispensável nos casos suspeitos.


D

A administração de corticosteroide antenatal está indicada quando houver risco iminente de parto prematuro, visando à redução da morbimortalidade neonatal.

Gestante 33 semanas com PA 170/110, cefaleia, escotomas e plaquetas 85.000. Conduta anticonvulsivante mais indicada?


A

Fenitoína é superior ao magnésio em pré-eclâmpsia grave.


B

Sulfato de magnésio para prevenção/tratamento de convulsões, além de estabilização e planejamento de parto conforme gravidade.


C

Diazepam profilático por 48 horas é suficiente.


D

Não usar anticonvulsivante; apenas antihipertensivo controla crises.

A atenção integral à saúde da mulher no pré-natal de risco habitual, no âmbito da Atenção Primária à Saúde, envolve um conjunto de ações voltadas à promoção da saúde, prevenção de agravos e acompanhamento do desenvolvimento da gestação. Essas ações devem ser organizadas de forma sistemática e centradas nas necessidades da gestante. Considerando essas diretrizes, podemos afirmar que:


A

O pré-natal de risco habitual deve contemplar acompanhamento clínico regular, solicitação de exames de rotina, orientações sobre gestação, parto e puerpério, mas dispensa ações de promoção da saúde.


B

O encaminhamento para outros níveis de atenção deve ocorrer apenas após o parto, não sendo necessário durante o acompanhamento gestacional.


C

O pré-natal de risco habitual não inclui orientações sobre parto e puerpério, sendo essas etapas abordadas apenas em nível hospitalar.


D

O pré-natal de risco habitual deve incluir acompanhamento periódico, ações educativas, identificação precoce de fatores de risco e encaminhamento oportuno quando necessário.


E

A assistência pré-natal deve ocorrer de forma eventual, conforme a demanda espontânea da gestante, sem necessidade de programação.

Uma gestante de 22 anos, com 9 semanas de gestação, comparece à Unidade Básica de Saúde para sua primeira consulta de pré-natal. Encontra-se assintomática e apresenta sorologia para toxoplasmose com IgG reagente e IgM reagente, sem exames anteriores disponíveis para comparação. De acordo com o protocolo do Ministério da Saúde para o manejo inicial da toxoplasmose na gestação, qual é a conduta mais adequada?


A

Iniciar espiramicina imediatamente e solicitar teste de avidez do IgG na mesma amostra.


B

Solicitar teste de avidez do IgG e aguardar seu resultado antes de iniciar tratamento específico.


C

Repetir a sorologia para toxoplasmose após 3 semanas para confirmar infecção recente antes de instituir tratamento.


D

Iniciar sulfadiazina, pirimetamina e ácido folínico imediatamente.

 
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