Questões de Concurso sobre Pediatria

 
 
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Escolar, 7 anos, sexo masculino, é levado ao pronto-socorro por conta de dor e limitação importante do movimento. Sua mãe nega trauma, embora seja notado aumento significativo do joelho direito em relação ao esquerdo. O início do quadro foi há mais de uma semana, com dor e aumento do volume do punho direito, já em fase de melhora. Quando perguntada, a mãe recorda que o paciente apresentou, há uns 20 dias, dor-de-garganta, febre alta e pontos vermelhos na parte interna superior da boca, que melhoraram após dois dias de antibiótico, não utilizado pelo tempo total prescrito.

Ao exame: REG. Febril (TAX = 38,5 °C), com face de dor, sem conseguir deambular adequadamente.

Com relação à principal hipótese diagnóstica, assinale a afirmativa correta.


A

Anemia, dor óssea e esplenomegalia são manifestações frequentes.


B

Taquicardia, com ou sem febre, pode sugerir insuficiência cardíaca.


C

Há lenta resposta da dor articular aos anti-inflamatórios não hormonais.


D

O acometimento cardíaco é limitado ao endocárdio e miocárdio.


E

História familiar positiva não é uma característica deste quadro.

Escolar de 8 anos, inicia tratamento para epilepsia com fenobarbital e após 4 semanas apresenta febre, exantema maculopapular difuso, edema facial e linfadenopatia generalizada. O hemograma evidencia apenas eosinofilia e há elevação das transaminases e da creatinina sérica.

Diante do quadro em questão, a principal hipótese diagnóstica é:


A

síndrome de Stevens-Johnson.


B

necrólise epidérmica tóxica.


C

síndrome da pele escaldada.


D

DRESS (drug-induced hypersensitivity syndrome).


E

dermatite herpetiforme.

Recém-nascido, 35 semanas, pequeno para a idade gestacional, admitido na UTIN com 12 horas de vida, com desconforto respiratório leve e tremores finos de extremidades e glicemia capilar 28 mg/dL. Prescrita dieta zero, bolus de glicose a 10% (2 mL/kg) na veia periférica e hidratação venosa com taxa de infusão de glicose (TIG) de 6 mg/kg/min. Após duas reavaliações a cada 30 minutos, a glicemia capilar estava entre 34 mg/dL e 36 mg/dL, com letargia moderada e hipotonia.

Diante do quadro e conforme as diretrizes para hipoglicemia, preconizadas pela Sociedade Brasileira de Pediatria, a conduta é


A

realizar novo bolus de glicose a 10% (2 mL/kg); progredir a TIG de 6 para 15 mg/kg/min por meio de solução de glicose a 15% na via em uso, a fim de atingir rapidamente o alvo glicêmico e reavaliar a glicemia a cada 30 minutos.


B

coletar amostra crítica de sangue e urina antes de alterar a TIG. Realizar novo bolus de glicose a 10% (2 mL/kg); posteriormente elevar a TIG a 8 mg/kg/min e providenciar acesso venoso central para novas elevações da TIG, se necessárias.


C

manter a TIG em 6 mg/kg/min, evitando efeito rebote do hiperinsulinismo secundário; administrar glucagon via intramuscular (0,1 mg/kg) para resgate imediato; aguardar a recuperação do tônus e iniciar dieta por sonda orogástrica.


D

reduzir gradativamente a infusão endovenosa contínua simultaneamente à administração de gel de glicose a 40% na mucosa oral e fórmula infantil para prematuros por sonda, objetivando menor oscilação glicêmica por via digestiva.


E

repetir o bolus de glicose a 10% em volume de 4 mL/kg pela via periférica, manter a TIG em 6 mg/kg/min, avaliação glicêmica a cada 30 minutos, solicitar ultrassonografia transfontanela para avaliar hemorragia intracraniana como causa da letargia.

Lactente, 7 meses, sexo feminino, iniciou quadro de vômitos e placas avermelhadas pelo corpo após a segunda ingesta de leite integral.

Com base nesse quadro, é correto afirmar que


A

sintomas respiratórios isolados são bastante frequentes.


B

fórmulas à base de aminoácidos tem maior risco de urticária e anafilaxia.


C

em alguns casos, fórmulas extensamente hidrolizadas são toleradas.


D

deve haver suspensão de qualquer fórmula que contenha lactose.


E

fórmulas poliméricas à base de soro e caseína do leite de vaca são recomendadas.

Menina, 6 anos, apresenta manchas hipopigmentadas, de limites imprecisos e formato arredondado ou oval, sem descamação, na face, no pescoço, na parte superior do tronco e nas porções proximais dos braços. Há períodos de exacerbação quando a pele está ressecada e amenização das lesões com uso de emolientes.

A hipótese diagnóstica mais provável é


A

pitiríase alba.


B

ptiriase versicolor.


C

vitiligo.


D

tinea corporis.


E

eczema numular.

Recém-nascido, a termo, sexo masculino, apresenta quadro de íleo meconial. Anti-HIV materno – negativo. Os pais são primos. Recebe alta para acompanhamento com Pediatra. Realiza teste de triagem na Clínica da Família, mas a mãe comparece à consulta, aos 4 meses de vida do lactente, com o exame que mostra dosagem de IRT anormal, nas duas coletas, nos primeiros 30 dias. O acompanhamento pediátrico é irregular. Aos 18 meses, após 4 infecções respiratórias que demandaram internação, o lactente é encaminhado para investigação por baixo ganho ponderal e eliminação de fezes oleosas.

Com relação à principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar que


A

é uma doença monogênica autossômica recessiva, sem variações clínicas.


B

as manifestações de má digestão e absorção costumam surgir tardiamente.


C

as classes de variantes IV, V e VI são associadas a manifestações graves.


D

além dos pulmões, não costuma haver disfunções em outros órgãos.


E

o conhecimento das variantes patogênicas tem implicação terapêutica.

Lactente com quadro de desconforto respiratório agudo apresenta, em gasometria arterial colhida em ar ambiente, de 55 mmHg e de 38 mmHg, caracterizando comprometimento predominante da oxigenação, sem retenção significativa de gás carbônico.


A

Insuficiência respiratória tipo II (hipercápnica).


B

Insuficiência respiratória tipo I (hipoxêmica).


C

Insuficiência respiratória mista.


D

Insuficiência respiratória crônica agudizada.


E

Insuficiência respiratória compensada.

Adolescente, sexo feminino, 15 anos de idade, busca atendimento sozinha em Unidade Básica de Saúde relatando relação sexual consensual com namorado de 16 anos de idade e desejando orientações sobre métodos contraceptivos. Está assintomática e solicita sigilo quanto aos pais sobre o que foi relatado na consulta.


Com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e no Código de Ética Médica, qual é a conduta ética e legal correta?


A

Garantir atendimento, oferecer aconselhamento e contracepção adequada e comunicar obrigatoriamente o Conselho Tutelar sobre a atividade sexual após o final da consulta.


B

Garantir atendimento, preservar sigilo, chamar apoio psicológico, não prescrever anticoncepção e encaminhar à unidade de Delegacia da Mulher mais próxima.


C

Acolher a paciente, explicar sobre a necessidade de elaboração de boletim de ocorrência independentemente de consentimento e encaminhar para centro especializado para a realização de exame de corpo de delito.


D

Garantir atendimento, preservar sigilo, oferecer aconselhamento e contracepção adequada, estimulando diálogo familiar sem imposição.


E

Interromper atendimento, convocar os pais imediatamente, quebrar sigilo e não prescrever nenhum método contraceptivo devido à idade da paciente.

Lactente, sexo feminino, 8 meses de idade, comparece à consulta de puericultura. A mãe relata que a criança vem recusando frutas e papas salgadas há cerca de duas semanas, aceitando apenas leite materno, e que apresenta evacuações diárias amolecidas, sem sangue ou muco. Nega febre, vômitos ou perda de peso. Refere que, após o início da recusa alimentar, passou a oferecer o peito sempre que a criança chorava, inclusive durante as refeições. Refere que a introdução alimentar foi tranquila e que nunca tinha apresentado problemas assim previamente. Ao exame clínico: bom estado geral, hidratada, ativa, comprimento: 68 cm (P50–P75 OMS), peso: 7,7 kg (P25–P50), perímetro cefálico: 44 cm (P50). Sem alterações à inspeção orofaríngea. Sem perda ponderal desde a última consulta.


Com base no quadro descrito, a conduta deve ser


A

manter o aleitamento materno e estimular reintrodução gradual dos alimentos sólidos, evitando oferta do peito como compensação imediata à recusa.


B

reduzir o número de mamadas e oferecer alimentos de consistência firme e de maior teor proteico.


C

iniciar suplementação de ferro em dose terapêutica e suspender o leite materno temporariamente.


D

prescrever cloridrato de ciproeptadina por 7 dias e retorno em duas semanas para reavaliar ganho de peso.


E

encaminhar para terapia fonoaudiológica e investigar distúrbios de deglutição com videodeglutograma.

Adolescente, sexo feminino, apresenta, há 14 dias, febre baixa persistente, dor de garganta intensa (odinofagia), com dificuldade para engolir, e uma fadiga intensa que a impede de frequentar a escola e participar de suas atividades usuais. A mãe informa que, nos primeiros dias dos sintomas, ela foi tratada com amoxicilina por um médico, suspeitando de faringite estreptocócica. No entanto, a febre e a odinofagia não melhoraram, e ela desenvolveu um rash maculopapular difuso, que durou alguns dias após o início do antibiótico. Ao exame físico, a paciente apresenta-se pálida. Há amígdalas hiperemiadas e edemaciadas com exsudato branco-acinzentado, e a faringe posterior está difusamente eritematosa. Observa-se linfadenopatia cervical posterior bilateral, com linfonodos de 1-2 cm, móveis e discretamente dolorosos. O baço é palpável a 2 cm do rebordo costal esquerdo, e o fígado não é palpável. Não há rash ativo no momento do exame. Os exames laboratoriais iniciais do pronto-socorro revelam:


• Hemograma: leucócitos: 16.000/mm³ (com 65% de linfócitos, dos quais 30% são linfócitos atípicos); hemoglobina: 13,2 g/dL; plaquetas: 280.000/mm³.

• Transaminases: AST 90 U/L, ALT 105 U/L.

• Teste rápido para strep A: negativo.


Quais são o diagnóstico mais provável e o achado que mais reforça essa hipótese, em detrimento de outras causas infecciosas?


A

Linfoma de Hodgkin em estágio inicial; a fadiga prolongada, a linfadenopatia cervical e a esplenomegalia são os sinais mais característicos.


B

Faringite estreptocócica resistente à amoxicilina; a persistência da odinofagia e a leucocitose com linfocitose são os achados mais determinantes.


C

Infecção por citomegalovírus (CMV); a esplenomegalia e a linfocitose atípica são achados clássicos, embora a ausência de neutropenia seja atípica.


D

Mononucleose infecciosa; o rash maculopapular que surgiu após o uso de amoxicilina, associado à tríade clínica e à linfocitose atípica, é o mais indicativo.


E

Síndrome de soroconversão aguda por HIV; o exsudato amigdaliano, a fadiga e as transaminases elevadas são achados que se encaixam nesse diagnóstico.

Recém-nascido, sexo masculino, com 22 dias de vida, vem para a primeira consulta de puericultura. Mãe está preocupada porque percebeu que a pele e os olhos do bebê estão amarelados desde a primeira semana de vida, e essa coloração parece ter se intensificado nos últimos dias. Além disso, a mãe notou que as fezes do bebê estão quase brancas e que a urina tem uma coloração amarela mais escura do que o usual. O bebê está mamando bem. O ganho ponderal aferido foi satisfatório.


Considerando a principal hipótese diagnóstica, qual achado laboratorial é esperado?


A

Níveis elevados de transaminases (AST e ALT).


B

Predomínio da bilirrubina conjugada em relação à bilirrubina total.


C

Elevação do nível de TSH.


D

Hemoglobina e hematócrito diminuídos.


E

Aumento dos níveis de tripsina imunorreativa após 30 dias de vida.

Recém-nascido apresenta desconforto respiratório grave logo após o parto, abdome escavado e ausculta de bulhas cardíacas desviadas para a direita. A principal suspeita é de Hérnia Diafragmática Congênita de Bochdalek. Em relação ao manejo atual desta condição, é correto afirmar que:


A

A cirurgia deve ser realizada nas primeiras 6 horas de vida como emergência absoluta.


B

O uso de ventilação por máscara e balão é a primeira escolha para estabilização.


C

A correção cirúrgica por via abdominal impede a recidiva da hérnia.


D

O defeito ocorre mais frequentemente no lado direito do diafragma.


E

A hipoplasia pulmonar e a hipertensão pulmonar são os principais determinantes do prognóstico.

Lactente de 1 ano foi admitido em pronto atendimento com relato de sonolência e hipotermia de início há poucas horas. Quadro foi precedido por coriza de 2 dias de evolução, sem febre. Nega uso de medicamentos, tendo feito uso apenas de “soro nasal”. Ao exame físico: sonolento, pupilas dilatadas e bradicardia, com pulsos finos.


Em relação ao caso clínico acima, marque a alternativa CORRETA.


A

A atropina endovenosa está recomendada se a criança mantiver sinais de baixo débito cardíaco após as medidas iniciais.


B

Está indicado realização de lavagem gástrica.


C

A alcalinização urinária faz parte do tratamento.


D

Os sintomas são causados por aumento dos efeitos da acetilcolina no sistema nervoso.

Em relação a intussuscepção intestinal, marque a alternativa CORRETA.


A

Algumas crianças apresentam quadro neurológico caracterizado por torpor, apatia ou convulsões, simulando meningite ou encefalite.


B

É a causa mais comum de obstrução intestinal em crianças entre 6 e 10 anos de idade.


C

Raramente é do tipo ileocólica.


D

A tríade clássica de dor abdominal, fezes com sangue e massa abdominal palpável está presente na maioria dos casos.

Sobre a Doença de Kawasaki, marque a alternativa INCORRETA.


A

O exantema polimorfo (principalmente macular e maculopapular) está presente na maioria dos casos.


B

O ecocardiograma está indicado na suspeita da doença.


C

O ácido acetilsalicílico (AAS) e imunoglobulina são usados na fase aguda da doença.


D

Acomete principalmente crianças maiores de 5 anos de idade.

Sobre a Dermatite Atópica, segundo o livro Pediatria Ambulatorial – 6ed., marque a alternativa INCORRETA.


A

Em casos graves e refratários aos tratamentos convencionais os corticosteróides sistêmicos são amplamente recomendados.


B

A abordagem terapêutica tem como objetivo o controle e não a cura do processo.


C

No lactente predomina no segmento cefálico e a xerose generalizada é um achado comum.


D

Anti histamínicos orais podem ser úteis para o controle do prurido em casos selecionados.

Uma criança de 2 anos e 4 meses, previamente saudável, é levada à Unidade Básica de Saúde com febre alta há 4 dias, tosse seca, coriza intensa e conjuntivite. No exame físico, observa-se hiperemia conjuntival bilateral e pequenas lesões esbranquiçadas na mucosa jugal, próximas aos molares. A mãe refere que a criança não recebeu a tríplice viral, pois “adiou a vacinação”. No dia seguinte, surge exantema maculopapular eritematoso, iniciando na face e progredindo craniocaudalmente. Considerando o quadro acima descrito, qual a conduta mais adequada?


A

Confirmar o diagnóstico por sorologia, iniciar antibiótico empírico e notificar o caso após confirmação laboratorial e isolamento respiratório.


B

Tranquilizar os pais, atualizar vacinação da criança, iniciar algésico e antitérmico e corticóide oral em baixa dosagem por 5 dias, reavaliar m 48 horas.


C

Realizar notificação imediata do caso suspeito, instituir isolamento respiratório domiciliar, iniciar medidas de suporte, organizar bloqueio vacinal dos contatos administrar de vitamina A.


D

Encaminhar imediatamente a criança para hospital de referência, independentemente da gravidade clínica, devido ao alto risco de transmissão comunitária, isolamento e inicio de antibioticoterapia.

Os Distúrbios Hidroeletrolíticos são eventos frequentes na prática médica pediátrica, sobretudo em situações de emergência, podendo representar risco imediato à vida ou causar sequelas, a depender de sua magnitude. Sobre esses distúrbios, assinale a alternativa correta:


A

A gravidade da desidratação pediátrica é determinada exclusivamente pela etiologia da perda hídrica, sendo irrelevante a intensidade ou o tipo de perda salina envolvida.


B

A desidratação deve ser caracterizada apenas pelo grau de perda hídrica, não sendo necessária a avaliação da proporção entre perdas de água e de sais.


C

Os distúrbios do sódio apresentam maior risco de comprometimento do sistema nervoso central, enquanto os distúrbios do potássio estão associados principalmente ao risco de arritmias cardíacas, exigindo atenção e tratamento cuidadosos.


D

Os distúrbios do cálcio, magnésio e fósforo são os mais ameaçadores à vida, sendo responsáveis, principalmente, por alterações cardíacas graves.


E

Os distúrbios hidroeletrolíticos em pediatria raramente ocorrem em situações de emergência e, em geral, não demandam caracterização detalhada para definição terapêutica.

Recém-nascido, sexo masculino, 9 dias de vida, nascido a termo, parto normal, sem intercorrências iniciais. A mãe relata que o bebê ficou “muito sonolento” nas últimas 24 horas, mamando pouco e apresentando respiração rápida. Notou também extremidades frias. Exame físico: estado geral: hipoativo, hipoperfundido. Pele: ligeira cianose periférica, extremidades frias. FC: 180 bpm. FR: 70 irpm. PA: membros superiores = 80/45 mmHg; membros inferiores = 55/30 mmHg. Pulsos: femorais ausentes; braquiais presentes. Cardiovascular: sopro sistólico suave no dorso. Abdome: Fígado palpável 3 cm abaixo do rebordo costal. A principal hipótese diagnóstica é:


A

Coarctação da aorta.


B

Comunicação interatrial.


C

Comunicação interventricular.


D

Estenose tricúspide.


E

Insuficiência tricúspide.

Uma criança de 9 meses apresenta febre alta (acima de 39°C) persistente por 3 dias, sem sinais focais de infecção, seguida de resolução abrupta da febre e aparecimento de exantema maculopapular rosado, iniciando no tronco e se espalhando para face e extremidades, com duração de 1 a 2 dias e ausência de prurido ou descamação. Não há vacinação recente ou exposição conhecida a alérgenos, e o exame físico revela linfadenopatia occipital discreta.


De acordo com diretrizes pediátricas brasileiras sobre doenças exantemáticas da infância, qual é o diagnóstico mais provável para esse quadro clássico?


A

Rubéola, causado pelo Rubivírus.


B

Sarampo, causado pelo Morbillivírus.


C

Exantema súbito (roséola infantil), causado principalmente pelo herpesvírus humano tipo 6 (HHV-6).


D

Varicela (catapora), causado pelo vírus varicela-zoster.


E

Eritema infeccioso (quinta doença), causado pelo parvovírus B19.

 
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