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Todo paciente que deseja cessar o tabagismo deve realizar terapia cognitivo-comportamental, além disso, outras medidas devem ser implementadas de acordo com a sua motivação. No caso de um paciente com elevada dependência, recomenda-se que o esquema terapêutico inclua também:
ansiolíticos
antidepressivos
avaliação psiquiátrica
terapia de reposição de nicotina
internação para melhor avaliação
Na abordagem de um paciente tabagista, deve-se questionálo sobre vários aspectos dessa prática e, a partir das suas respostas, ele pode ser classificado em diferentes graus de motivação. Um paciente que sabe que fumar é prejudicial à saúde, mas, a princípio, não apresente intenção em cessar o vício, encontra-se na fase:
de ação
contemplativa
de manutenção
de pré-contemplação
de preparação para a ação
Um paciente apresenta quadro clínico com dor torácica ventilatório-dependente, febre de início subagudo e hemograma normal. A radiografia de tórax apresenta derrame pleural e a análise do líquido revelou aspecto amarelo citrino, taxa de proteínas elevada e linfocitose sem células mesoteliais. Com base em todas essas informações, o provável diagnóstico é de:
empiema
quilotórax
hemotórax
derrame pleural neoplásico
derrame pleural tuberculoso
A broncospia é um exame importante na pneumologia, utilizado para o diagnóstico de diversas condições pulmonares, especialmente em pacientes com suspeita de neoplasias ou infecções pulmonares. Esse método diagnóstico permite a visualização direta das vias aéreas e a coleta de amostras para biópsia ou cultura. A principal utilidade clínica da broncoscopia na suspeita de câncer de pulmão é:
Identificação de nódulos pulmonares por imagem.
Coleta de amostras para biópsia de lesões endobrônquicas.
Avaliação da função respiratória com espirometria.
Diagnóstico precoce de fibrose pulmonar.
Estimulação de tosse produtiva para análise de escarro.
Um professor de História, 66 anos, tabagista atual, com consumo de 60 maços de cigarro por ano, vem à consulta para fazer um “check-up”. Ele sempre fez caminhadas, mas, há meses, sente “cansaço leve” para subir 500m de ladeira íngreme. Nega tosse ou expectoração. Nunca procurou médico para investigar esse problema. Solicitada espirometria., o exame evidenciou: VEF1/CVF pré-broncodilatador 0,75; pós-broncodilatador 0,80 e VEF1 de 85% do previsto. Diante desses dados, é correto afirmar que
os resultados espirométricos confirmam o diagnóstico de DPOC.
a resposta à prova broncodilatadora sinaliza o diagnóstico de asma.
deve ser feito rastreio de câncer de próstata com PSA e toque retal.
o médico deve solicitar TC de tórax (baixa dose) e USG de abdome.