

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Os processos de transição urbana e demográfica, fortemente associados, apresentam percursos que exprimem os estágios do desenvolvimento socioeconômico das regiões. Os dois processos constituem faces correlatas de um processo intenso de mudança qualitativa e quantitativa da sociedade.

https://population.un.org/wpp/Graphs/DemographicProfiles/Pyramid/76
Em relação à transição demográfica brasileira podemos afirmar que:
Os processos de transições demográficas, que tiveram suas evoluções fundamentais durante a segunda metade do século XX, apresentam características semelhantes nos estados brasileiros.
A transição demográfica consiste na passagem de altas para baixas taxas de mortalidade e fecundidade decorrentes da modificação da atuação dos componentes do crescimento natural, natalidade e mortalidade, cuja evolução diferencial resulta nas diferentes fases que compõem o processo.
A transição demográfica traduz as mudanças do comportamento demográfico da população decorrentes das transformações sanitárias, alimentares, médico-científicas e socioeconômicas subjacentes ao processo de modernização, que marcam a passagem da sociedade tradicional, rural, para a moderna, urbano-industrial, sem levar em consideração os avanços tecnológicos da sociedade.
A transição demográfica trata-se de uma mudança no comportamento da mortalidade e fecundidade de um país, o que provoca alguns efeitos principalmente na estrutura etária, gerando o envelhecimento populacional. Estima-se que a população brasileira começou a passar por esse processo na segunda metade do século XX, quando a fecundidade começou a crescer em conjunto da mortalidade.
O Programa Farmácia Popular do Brasil tem como um dos seus principais objetivos a ampliação do acesso da população aos medicamentos básicos e essenciais, diminuindo, assim, o impacto do preço dos remédios no orçamento familiar. Sobre o Programa Farmácia Popular do Brasil podemos afirmar que:
I. O Programa Farmácia Popular baseia-se na efetivação de parcerias com prefeituras, governos estaduais, órgãos e instituições públicas ou privadas sem fins lucrativos de assistência à saúde.
II. Os objetivos característicos do Programa Farmácia Popular do Brasil e suas peculiaridades na forma de implementação indicam um caminho perene de articulação multi-institucional das diferentes esferas de governo e com distintos atores da sociedade, na busca de soluções para uma complexa demanda social, que é a garantia de assistência farmacêutica a toda a população do País.
III. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e de instituições brasileiras indicam que as famílias de menor renda destinam 2/3 dos gastos com saúde para a compra de remédios.
IV. O Programa Farmácia Popular do Brasil, no âmbito do Programa de Saúde do Governo Federal e no contexto das ações de assistência farmacêutica, deve ser considerado como uma Política Pública com um importante objetivo que é a ampliação do acesso da população a todos os tipos de medicamentos.
Sobre o Programa Farmácia Popular do Brasil, está CORRETA a alternativa:
Apenas I, II e IV.
Apenas I, III e IV.
Apenas II, III e IV
Apenas I, II e III.
Em relação a dissecção aguda de aorta, marque (V) Verdadeiro ou (F) Falso nas afirmativas abaixo.
(__)O quadro clínico manifesta-se por dor torácica severa, de início agudo, quase sempre anterior (retroesternal), irradiando-se frequentemente para o dorso (interescapular, inicialmente) e algumas vezes para o abdome, acompanhada de sintomas adrenérgicos.
(__)O único fator que determina o risco de dissecção, sua progressão e suas complicações, é a pressão arterial.
(__)É possível ouvir sopro de regurgitação aórtica pela insuficiência aguda da válvula, podendo-se encontrar sinais de tamponamento cardíaco e derrame pleural.
(__)A radiografia de tórax pode mostrar alargamento do mediastino e contorno aórtico anormal; é possível encontrar, ainda, sinais de derrame pericárdico e pleural.
Após análise, assinale a opção CORRETA.
F, V, F, V.
F, V, F, F.
V, F, V, F.
V, F, V, V.
Em relação a endometriose é INCORRETO afirmar que:
O uso dos progestagênios de forma não contínua resulta em bloqueio ovulatório e inibição do crescimento endometrial, com consequente atrofia das lesões.
Nódulos ou rugosidades enegrecidas em fundo de saco posterior ao exame especular sugerem a doença.
Massas anexiais podem estar relacionadas a endometriomas.
O ultrassom pélvico e transvaginal e a ressonância magnética são os principais métodos por imagem para detecção e estadiamento da endometriose.
Com base nas drogas para uso em emergências hipertensivas, assinale a alternativa CORRETA que corresponde a um medicamento indicado para eclâmpsia.
Metoprolol.
Hidralazina.
Furosemida.
Fentolamina.
Analise as afirmativas sobre matriciamento.
I. Visa proporcionar suporte técnico-pedagógico, vínculo interpessoal e apoio institucional no processo de construção coletiva de projetos terapêuticos junto à população.
II. É utilizado na resolução de problemas relativos às tarefas da equipe.
III. É uma estratégia na qual duas ou mais equipes avaliam o paciente em um processo de construção compartilhada.
IV. É uma estratégia desaconselhada para integração dos setores secundário e terciário à atenção primária à saúde.
Estão corretas as afirmativas
I e II, apenas.
I, II e III, apenas.
II e IV, apenas.
III e IV, apenas.
Um paciente de 71 anos de idade procura o médico do PSF para solicitar a prescrição de Viagra.
Diante dessa situação, a melhor conduta é:
Avaliar as condições de saúde do solicitante e buscar informações sobre o problema sexual, a concordância da parceira em relação à solicitação do paciente e à atividade sexual.
Avaliar o estado físico e os órgãos genitais da companheira do paciente, além de verificar o posicionamento desta em relação ao retorno da atividade sexual.
Liberar o uso do Viagra, caso o paciente não use nitrato.
Esclarecer ao paciente que devido a sua idade, a droga está contraindicada, pelo risco de AVC, infarto e até morte.
Leia o caso abaixo e depois responda:
Paciente de 87 anos acompanhada por equipe de cuidados paliativos há 5 anos. História de câncer pulmonar há 10 anos, sendo realizado tratamento com quimioterapia e recidiva há 5 anos com metástases hepática e óssea. Paciente vem apresentando dispneia em repouso há algumas semanas.
Escala de avaliação de sintomas de Edmonton: 5; PPS 80%. Escala visual analógica para dispneia 5. Exame físico: Consciente, orientada. Apresentando taquipneia e dispneia moderada. Saturação 96%, FR 23 irpm, FC 90 bcm; MVF diminuído bilateralmente e com crepitação em ambas as bases. BNRNF em 2t sem sopro, Hemograma, função renal, TGO, TGP, ECG e ecocardiograma e exames sem alterações. Teste de Covid (RTPRC) negativo. Vacinas em dia, incluindo a terceira dose da vacina para a Covid-19. A radiografia de tórax evidenciou opacificação em base do pulmão direito (porém já existente em exame anterior). O Médico de Família conversa com a paciente e filha que expressam o desejo de não ocorrer internação.
Qual deverá ser o plano de terapêutico mais adequado para essa paciente?
Iniciar Levofloxacino.
Iniciar morfina via oral.
Iniciar alprazolan via oral.
Iniciar oxigênio por cateter nasal.
Sobre os componentes do método clínico centrado na pessoa (MCCP), marque a alternativa correta:
Primeiro componente: abordar a saúde, a doença e a experiência da doença, sendo saúde entendido como ausência de doença e a experiência explorada através de sentimentos, ideias, funcionamento e expectativas.
Segundo componente: entender a pessoa como um todo, unindo os conceitos de saúde, doença e experiência da doença ao contexto do indivíduo, tais como o ciclo de vida individual e familiar, cultura, sociedade e contexto social.
Terceiro componente: elaborar um plano conjunto de manejo dos problemas, que consiste em ter empatia com as expectativas e aspectos individuais, explicando e orientando devidamente as razões que embasam o tratamento proposto pelo médico.
Quarto componente: intensificando a relação entre a pessoa e o médico, sendo a contratransferência a situação em que a pessoa de forma inconsciente projeta em outras pessoas reações emocionais originadas de experiências de relacionamentos de sua infância.
Júlio, médico de família e comunidade, reúne-se com a enfermeira Cláudia e os demais integrantes da equipe, no início de janeiro, para sua primeira reunião do ano. Ela traz os dados sobre o acompanhamento de prevenção de câncer de colo uterino das mulheres da área de abrangência da equipe. O território tem 940 mulheres cadastradas entre 25 e 64 anos. Os dados apresentados foram:
- 100 mulheres não têm registro de exame prévio;
- 45 mulheres fizeram a primeira coleta no ano anterior, sendo 25 no primeiro semestre e 20 no segundo;
- 788 já realizaram mais de uma coleta, com os dois últimos exames normais, sendo que 262 coletaram no ano passado, 242 há 2 anos, 136 irão completar 3 anos ao longo dos próximos 6 meses e 148 completarão 3 anos no segundo semestre;
- 7 mulheres têm história de alterações nos exames preventivos:
- JS, 34 anos, realizou exame há 7 meses, com ASC-US*;
- PMC, 27 anos, realizou há 3 meses, com ASC-US*;
- CAM, 33 anos, teve resultado de ASC-H* há 2 semanas;
- MMV, 43 anos, teve lesão intraepitelial de baixo grau há 9 meses e novo exame normal há 2 meses;
- CR, 29 anos, com lesão intraepitelial de baixo grau há 3 meses;
- DPA, 35 anos, com lesão intraepitelial de baixo grau há 1 ano e 2 meses, um exame normal há 8 meses e outro, também normal, há 2 meses;
- ASG, 41 anos, com lesão intraepitelial de alto grau com resultado há 1 semana.
*ASC-US: Células escamosas atípicas de significado indeterminado, possivelmente não neoplásicas; ASC-H: Células escamosas atípicas de significado indeterminado, não se pode excluir lesão intraepitelial de alto grau
A quantidade de vagas de preventivo que precisariam ser ofertadas no primeiro semestre, de acordo com as recomendações atuais do INCA/Ministério da Saúde, seria:
264
433
434
266
Segundo GUSSO e LOPES, a dor de ouvido é uma das queixas mais frequentes nas consultas de Atenção Primária à Saúde (APS). Em crianças maiores e em adultos, a dor é relatada, ao passo que, em crianças que ainda não se comunicam, a dor geralmente é deduzida pelos pais ou cuidadores ao vê-las com sintomas gerais ou ao manipularem o pavilhão auricular, esfregando e puxando. Em relação à otite média aguda (OMA), analisar os itens abaixo:
I. O diagnóstico de OMA é feito na presença de efusão na orelha média, evidenciado por abaulamento da membrana timpânica e/ou dor nas últimas 48 horas.
II. A dor de ouvido está associada, frequentemente, à infecção das vias aéreas superiores (IVAS), corpo estranho, OMA, otite externa e rolha de cerume.
III. Em crianças pequenas, a otoscopia pode confirmar ou afastar o diagnóstico, especialmente se houver início súbito de febre após 4 ou 5 dias de infecção das vias aéreas superiores (IVAS), irritabilidade, dificuldade em permanecer na posição horizontal, choro inconsolável ou alteração no sono.
Está(ão) CORRETO(S):
Somente o item I.
Somente o item II.
Somente os itens I e III.
Somente os itens II e III.
Todos os itens.
Você é o R3 de medicina de família e comunidade e é chamado pelo R1 para discutir o caso do Sr. Epaminondas. Ele tem 68 anos, procedente da serra catarinense, veio morar em Florianópolis para que o filho pudesse estar mais atento à sua saúde, desconhece comorbidades, pois há muito tempo não consulta e costumava ter uma vida sem muita intensidade onde morava. Hoje, ao subir o morro para ir para casa do seu filho, Sr. Epaminondas sentiu tontura, associada ao escurecimento da visão, dispneia e evoluiu com perda súbita e transitória de consciência, que durou 30 segundos. Foi socorrido pelo filho, que o levou ao Centro de Saúde e estava com medo de que ele tivesse um “derrame”. O R1, ao examiná-lo, registra o seguinte exame físico: PA 110/75, sem alteração com decúbito; FC 75; HGT 102; StO2 96% em ar ambiente; ritmo cardíaco regular, em dois tempos, com hipofonese de B2 e sopro cardíaco sistólico, audível também na topografia das carótidas; murmúrio vesicular presente em ambos hemitórax e sem ruídos adventícios. Pupilas isocóricas, fotorreagentes e sem prejuízo motor. Diante dos sintomas apresentados e dos achados no exame físico, o R1 aventou a hipótese de síncope vaso-vagal (ou síncope neurocardiogênica) e pergunta qual a sua opinião sobre isso:
você discorda da hipótese do R1 e explica que a presença de síncope em esforço associado a hipofonese de B2 e sopro sistólico tornam uma estenose de valva aórtica altamente sugestiva e que, dada a alta mortalidade associada a essa condição, deve realizar eletrocardiograma e considerar ecocardiograma para avaliação diagnóstica.
você concorda com a hipótese do R1 e explica que, neste caso, o fato de não ter tido alteração de PA com mudança do decúbito, reforça a hipótese de síncope vaso-vagal, que é um quadro benigno, mas por ser o primeiro episódio depois dos 60 anos, deve realizar investigação laboratorial para fechar o diagnóstico.
você discorda da hipótese do R1 e explica que a presença de síncope em esforço associado a hipofonese de B2 e FC normal tornam um bloqueio atrioventricular altamente sugestivo e que, dado o risco de parada cardiorrespiratória associada a essa condição, deve realizar um eletrocardiograma para avaliação diagnóstica.
você discorda da hipótese do R1 e explica que a presença de síncope em esforço associado a hipofonese de B2 e sopro audível em carótidas tornam uma estenose de valva mitral altamente sugestiva e que, dada a alta mortalidade associada a essa condição, deve realizar ecocardiografia para avaliação diagnóstica.
Além da infecção por HIV, outras condições infecciosas maternas necessitam de cuidados especiais durante o aleitamento materno. Sobre essas condições, podemos afirmar:
A infeção pelo HTLV configura contraindicação absoluta, mesmo que a mãe se mantenha assintomática durante a gestação e o puerpério.
A infecção pelo vírus da hepatite C configura contraindicação absoluta, mesmo que apresente mamas íntegras, sem sinais de fissuras.
A presença de lesões ativas na mama pelo vírus herpes simplex configura contraindicação temporária de amamentação, independente da mama acometida.
A infecção pelo Trypanosoma cruzi contraindica a amamentação quando há acometimento de outros órgãos, levando a cardiomegalia e megacólon.
Sabe-se que a Terapia de Reposição Hormonal (TRH) possui diversos riscos para as mulheres e, portanto, deve ser utilizada de forma criteriosa e após uma avaliação individualizada da história pessoal, familiar e exames complementares. Em alguns casos o benefício da TRH supera os riscos e o seu uso por período inferior a 05 anos deve ser indicado. Das situações clínicas abaixo, a TRH foi indicada de forma correta para:
Ivete, 50 anos, 01 filho, histerectomia total aos 47 anos por miomatose uterina. Sem doenças prévias. Apresenta sudorese, fogachos e insônia intensos. Medicamento indicado: acetato de medroxiprogesterona isolado, via oral, 2,5 mg ao dia.
Joana, 49 anos, 2 filhos, sem doenças ou cirurgias prévias, portadora de diabetes com hemoglobina glicada de 7,2%. Menopausa aos 48 anos. Apresenta infecção urinária de repetição e sensação de secura vaginal. Medicamento indicado: estrogênio conjugado isolado, via oral, 0,625 mg ao dia.
Lucila, 52 anos, 3 filhos, sem doenças ou cirurgias prévias. Menopausa aos 50 anos. Apresenta sintoma vasomotores moderados e sangramento uterino anormal. Medicamentos indicados: estrogênio conjugado 0,625 mg ao dia associado a medroxiprogesterona 5 mg ao dia nos últimos 14 dias de cada mês.
Janete, 51 anos, 02 filhos, portadora de cefaleia tensional controlada com medicamento. Menopausa aos 49 anos. Apresenta sintomas vasomotores, sudorese e insônia intensos. Medicamentos indicados: estrogênio conjugado 0,625 mg/dia associado a acetato de medroxiprogesterona (5 mg/dia) nos últimos 14 dias de cada mês.
Iago, três anos, vem acompanhado da mãe para consulta na demanda espontânea. Iniciou com febre há oito dias aferida com valores de 39°C e 39,5° em várias ocasiões. Iara, sua mãe é extremamente preocupada e cuidadosa, costuma trazer o garoto sempre que apresenta qualquer sintoma ou sinal que lhe pareça estranho, mas dessa vez estava fazendo uso de ibuprofeno por receio de trazê-lo ao Centro de Saúde durante a pandemia do novo coronavírus. Além da febre, Iago iniciou há cerca de dois dias com lesões tipo fissuras sangrantes e eritema em lábio; um exantema difuso, que acomete inclusive palmas das mãos e plantas dos pés, e que você teve dificuldade para caracterizá-lo, parecendo-lhe polimorfo. Mãe nega sintomas gripais, nega alterações urinárias ou evacuatórias. Ao exame, apresenta-se irritado, ficando sempre no colo da mãe, temperatura axilar de 37,3°C (fez uso de ibuprofeno há cerca de 30 minutos), frequência cardíaca de 101 batimentos por minuto e respiratória de 22 movimentos respiratórios por minuto, linfadenopatia cervical unilateral, prova do laço negativa, auscultas inalteradas, oroscopia com hiperemia difusa sem placas, otoscopia sem alterações. Sobre o diagnóstico mais provável de Iago e a conduta a ser tomada, assinale a alternativa correta:
Síndrome de Stevens-Johnson desencadeada pelo uso de Ibuprofeno, retirada imediata do medicamento e encaminhamento para suporte a nível hospitalar.
Sarampo, medidas de suporte, mantendo o ibuprofeno, já que apresentou boa resposta com cessação temporária da febre.
Dengue, grupo A, coleta de sorologia, hidratação vigorosa com 100ml/kg/dia de líquidos, suspensão de ibuprofeno com troca por paracetamol ou dipirona.
Doença de Kawasaki, referenciamento para nível hospitalar para realização de imunoglobulina humana e ácido acetilsalicílico em alta dose.
Criança de 30 meses tem história de início súbito de febre alta (39ºC) e irritabilidade, além de tosse e coriza discretas. Entre o terceiro e o quarto dia de evolução, apresentou declínio brusco da febre e da irritabilidade, surgindo rash eritematomaculopapular, sem prurido, inicialmente localizado em tronco, com disseminação para pescoço e extremidades em poucas horas. Destaca-se que o paciente não apresenta histórico de saúde, fatores de risco ou outros sinais e sintomas relevantes para o caso. Considerando o quadro relatado, a primeira hipótese é a de que o agente etiológico seja o
parvovírus humano B19.
herpes vírus humano 6.
Streptococcus pyogenes.
vírus da dengue.
togavírus.
Paciente, 22 anos, sexo feminino, refere crises de dor de cabeça de longa data, com aumento da frequência no último mês, coincidentes ao início recente de anticoncepcional e estresse em ambiente de trabalho. Mãe e tia com diagnóstico de enxaqueca (sic). Ao ser questionada sobre as características da dor, relatou dor tipo pulsátil em região fronto temporal esquerda, de forte intensidade, associada a foto e fonofobia, náusea e presença de escotomas visuais. Uso de paracetamol recorrente, com alívio parcial da dor. Com base no caso clínico, o diagnóstico clínico mais provável é
glaucoma.
cefaleia tensional.
migrânea com aura.
rinossinusite.
neuralgia do trigêmeo.
Assinale a alternativa correta que se identifica com o princípio integralidade no Sistema Único de Saúde:
Os serviços de Saúde deverão manter unidas as ações de promoção, proteção e reabilitação da saúde.
Os serviços de saúde devem ter caráter curativo
Os serviços de saúde devem ter caráter preventivo
Todos os pacientes deverão ser tratados igualmente
Em determinadas circunstancias, principalmente na Estratégia de Saúde da Família na Atenção Primária à Saúde (APS), o diagnóstico do câncer de próstata é realizado pelo médico de saúde da família. Portanto, é importante conhecer e correlacionar os níveis séricos da triagem do antígeno específico da próstata (PSA) total com a idade.
Em relação ao PSA total, relacione corretamente as colunas 1 e 2 abaixo:
Coluna 1 Idade
Coluna 2 Valores
( ) Valores de 0,0 até 2,5 ng/ml.
( ) Valores de 0,0 até 3,5 ng/ml
( ) Valores de 0,0 até 4,5 ng/ml
( ) Valores de 0,0 até 6,5 ng/ml
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
1 • 2 • 3 • 4
2 • 3 • 4 • 1
3 • 2 • 1 • 4
3 • 4 • 1 • 2
4 • 3 • 2 • 1
A dor anginosa apresenta características típicas de uma dor de origem cardíaca. Quando ela costuma ser desencadeada pelo exercício, estresse emocional e refeições fartas, mas alivia em minutos com repouso ou nitroglicerina sublingual, usualmente há pelo menos 2 meses, caracteriza um(a):
Pericardite.
Angina estável.
Angina instável.
Dissecção de aorta.
Infarto agudo do miocárdio.