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Durante procedimentos de transporte de pacientes em estado crítico, podem ocorrer eventos que parecem ser insignificantes, mas que são potencialmente letais, como desconexão dos cabos da monitorização eletrocardiográfica, falha do monitor cardíaco e infiltração inadvertida do tecido subcutâneo devido à perda não percebida do acesso venoso, por exemplo.
A constatação de sepse associada com persistente hipotensão arterial, a despeito de adequada reposição volêmica, e associada com a hipoperfusão capilar, acidose lática, oligúria e alteração do estado mental permite a caracterização do choque séptico.
Prevê-se facilidade na intubação traqueal de pacientes obesos e dos que apresentam a síndrome de Pierre Robin ou a de Treacher Coolins.
O medicamento de primeira escolha para o controle dos níveis de pressão dessa paciente é a nitroglicerina, administrada por via intravenosa.
A síndrome da disfunção de múltiplos órgãos e sistemas ocorre quando os distúrbios funcionais no organismo de um paciente agudamente doente impedem a manutenção dos mecanismos homeostáticos básicos na ausência de suporte avançado de vida, sendo uma das principais causas de morte em pacientes sépticos.
Bradicardia grave, hipotensão arterial, sudorese difusa e rebaixamento do nível de consciência em paciente com insuficiência respiratória do tipo I (hipoxêmica) são indicadores da necessidade imediata de intubação traqueal e de instalação de ventilação mecânica invasiva.
No tratamento inicial e imediato dessa emergência, deve-se realizar anestesia geral com propofol.
A arritmia observada nessa tira de ritmo é a fibrilação ventricular.
A situação clínica apresentada classifica-se como uma urgência hipertensiva.
Como a maioria dos medicamentos anticonvulsivantes utilizados para tratamento dessa situação emergencial podem causar depressão respiratória, o médico emergencista deve prever a necessidade da realização de intubação endotraqueal a qualquer momento e estar totalmente preparado para isso.
Durante o transporte, há alto risco de agravamento do quadro clínico de pacientes com falência respiratória, baixa complacência pulmonar e que estejam sob ventilação mecânica com pressão positiva no final da expiração (PEEP) elevada.
O diagnóstico neurológico feito nesse caso permite inferir que, em tomografia computadorizada do crânio realizada foi observada imagem hiperatenuante no interior do parênquima encefálico.
Perda da auto-regulação cerebral, com importante aumento do fluxo sanguíneo cerebral, e ruptura da barreira hematoencefálica, decorrente da elevação brusca da pressão arterial, é a base fisiopatológica mais provável da condição clínica apresentada pela paciente.
Se for constatado, na investigação clínico-laboratorial, que esse paciente é portador de cirrose hepática, será correto afirmar que a principal causa desse tipo de sangramento está associada a alteração nos fatores da coagulação sanguínea que dependem do fígado.
Verificação da expansão bilateral do tórax e ausculta do epigástrio e dos campos pulmonares bilateralmente são formas clínicas de se avaliar o adequado posicionamento do tubo endotraqueal após procedimento de intubação.