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Paciente de 48 anos, sexo masculino, história de etilismo importante, é trazido ao serviço de emergência pela ambulância do SAMU agitado, confuso, com níveis flutuantes de consciência e tremores nas extremidades. Apresenta taquipneia e hipertensão arterial leve, não havia sinais de insuficiência hepática no exame físico. O traçado eletrocardiográfico mostrou taquicardia sinusal.
O tratamento recomendado nesta situação é a administração de
tiamina e clordiazepóxido.
glicose hipertônica e midazolam.
vitamina B1, glicose e clorpromazina.
salina fisiológica 0,9% e haloperidol.
complexo B, vitamina C e aminotriptilina.
Dentre os procedimentos estabelecidos para o atendimento pré-hospitalar do trauma destaca-se a Manobra de Heimlich, que tem como objetivo
liberar vias aéreas através da elevação da cabeça e rotação do queixo.
checar a respiração através do método de ver, ouvir e sentir.
rolamento da vítima em 90°C ou 180° para imobilização em prancha.
respiração boca a boca em caso de parada cardiorrespiratória.
desobstrução das vias aéreas induzindo tosse artificial.
A Morte Encefálica no território brasileiro é regulamentada pela Resolução nº 1.480/97 do CFM. Esta legislação estabelece que
as avaliações clínicas devem ser realizadas pelo mesmo profissional médico.
na ausência de método radiológico o diagnóstico pode ser feito por duas avaliações clínicas no intervalo de 72 horas.
é necessário que a avaliação de Morte Encefálica seja feita pela equipe de captação e transplante.
o diagnóstico é realizado somente com a realização da arteriografia cerebral.
são necessários dois exames clínicos e um exame complementar para este diagnóstico.
O suporte básico à vida, mais conhecido como reanimação cardiopulmonar, quando realizado por um único socorrista, preconiza
a conduta inicial neste tipo de suporte pode ser a aplicação de um golpe forte com punho fechado sobre o esterno.
a insuflação pulmonar tem prioridade em relação às compressões torácicas.
a compressão torácica deve ser de realizada de forma ininterrupta.
a respiração boca a boca não deve ser realizada, mesmo quando não há equipamento específico disponível.
os pulmões devem ser insuflados uma vez a cada cinco compressões torácicas.
Paciente de 44 anos, masculino, há três horas apresentou episódio de hematêmese. Vinha em uso de diclofenaco de potássio devido a entorse no tornozelo. Era tabagista de 30 cigarros/dia e etilista de uma a duas latas diárias de cerveja. No exame físico encontrava-se hipocorado, acianótico, afebril e anictérico.
A medição da PA foi de 110/65 mmHg (decúbito) e 90/55 (em pé); FC = 118 bpm; os aparelhos respiratório e cardiovascular, assim como o exame do abdome, estavam normais. A abordagem clínica mais aceita neste caso é:
inicialmente realizar aspirado nasogástrico para confirmação do sangramento.
corrigir as alterações hemodinâmicas e realizar endoscopia digestiva em caráter de urgência.
realizar avaliação diagnóstica com anamnese e exame físico detalhados.
solicitar hemograma completo e prescrever concentrado de hemácias imediatamente.
pesquisar sangue oculto no material de aspiração gástrica.
Jovem de 17 anos do sexo feminino foi encontrada em confusão mental e com a fala arrastada. Segundo os familiares, teria ingerido quantidade indefinida do veneno para ratos denominado popularmente de “chumbinho”, provavelmente adquirido de forma ilegal. Ao exame físico encontrava-se comatosa, com miose palpebral, sudoreica e com miofasciculações. A ausculta respiratória apresentava roncos e sibilos e o ritmo cardíaco era regular, com FC de 56 bpm e PA de 90/55 mmHg.
A abordagem inicial dessa paciente, além das medidas de manutenção das funções vitais, exige
atropina a cada duas horas até que ocorra midríase e aumente a frequência de pulso.
atropina a cada dez minutos até que desapareçam os sinais muscarínicos.
atropina em infusão contínua venosa associada ao metilsufato de pralidoxima.
metilsulfato de pralidoxima associado à atropina a cada duas horas.
somente o metilsulfato de pralidoxima por via intravenosa repetido a cada seis horas.
A correção rápida de um estado hiponatrêmico já presente há mais de 24 horas pode trazer complicações neurológicas severas, principalmente
mielose funicular.
acidente vascular encefálico tromboembólico.
síndrome de Guillain-Barré.
mielinólise pontina central.
acidente vascular transitório.
Um trabalhador é atendido no serviço de emergência após queda de laje situada acima do segundo andar de uma casa. No exame inicial apresentava-se confuso e desorientado, com abertura ocular somente ao estímulo doloroso, porém localizando este estímulo álgico.
Pela Escala de Coma de Glasgow, pode a ele ser atribuído o seguinte escore:
3.
5.
9.
11.
15.
Em caso de parada cardíaca com um socorrista, recomenda-se que seja mantida uma frequência de 100 compressões torácicas por minuto, no mínimo.
Se, em um atendimento extra-hospitalar, o socorrista verificar que o paciente não responde aos comandos verbais e não respira, ele deverá solicitar ajuda e, em caso de ausência de pulso arterial, o socorrista deverá realizar como procedimento inicial a abertura das vias aéreas e realizar quatro ventilações pulmonares seguidas de quinze compressões torácicas efetivas.
Do ponto de vista fisiopatológico são reconhecidas três fases da parada cardíaca: a elétrica, a hemodinâmica e a metabólica.
Após a chegada da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgências (SAMU), e feita a monitorização eletrocardiográfica, recomenda-se que, na presença de qualquer ritmo de parada cardiorrespiratória, a primeira droga a ser administrada seja a amiodarona, na dose de 150 mg, por via intravenosa, em bolus.
A primeira providência a ser tomada deve ser a estabilização manual da coluna da vítima, seguida do controle da hemorragia externa por meio da aplicação de pressão direta sobre o local. O paciente deve ser transportado em decúbito dorsal horizontal, sem elevação dos membros inferiores.
Certo
Errado
No procedimento de ressuscitação cardiopulmonar, considera-se uma compressão torácica efetiva quando o socorrista promove compressão do tórax com profundidade de, no mínimo, dois centímetros.
Em ambiente extra-hospitalar, a causa mais frequente de parada cardíaca é a atividade elétrica sem pulso.
Do ponto de vista hemodinâmico, os critérios diagnósticos de choque cardiogênico são:
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Caso um médico dê alta hospitalar a um paciente com dor torácica, sem realizar os exames complementares que, estando disponíveis no pronto-socorro do hospital, sejam necessários para afastar o diagnóstico de infarto do miocárdio, e o paciente morra por causa dessa doença, será correto suspeitar de erro médico por imprudência.