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Em casos de queimadura por trauma elétrico, deve se fazer a monitorização cardíaca contínua por 24h a 48h e a coleta de sangue para a dosagem de:
Plaquetas.
Enzimas.
Proteínas.
Mioglobinúria.
Prostaglandinas.
Em relação a tratamento inicial do queimado as condutas iniciais ao paciente queimado são afastamento da vítima da fonte de calor, seguido por imediato resfriamento da pele com água corrente proveniente de torneira ou ducha, não passando de ________ devido ao risco de hipotermia.
(Fonte: Secundo et al., 2019).
Assinale a alternativa CORRETA que preenche a lacuna acima.
2 horas.
5 minutos.
60 minutos.
20 minutos.
5 horas.
A adequada descrição do grau da lesão conforme a classificação AAST de trauma esplênico encontra-se na alternativa:
hematoma intraparenquimatoso inferior a 5 cm de diâmetro - Grau 2
hematoma intraparenquimatoso superior a 5 cm - Grau 4
hematoma subcapsular de 10 a 50 % - Grau 1
laceração capsular inferior a 1 cm - Grau 2
Em pacientes com queimaduras graves, é comum a ocorrência de insuficiência renal aguda, que é explicada por:
síndrome compartimental abdominal, com compressão das veias renais e diminuição da taxa de filtração glomerular
microangiopatia trombótica das artérias renais, causando isquemia pela obstrução tubular
aumento das nefrotoxinas circulantes, ocasionando vazamento retrógrado nos túbulos e necrose
toxicidade tubular direta pelas espécies reativas de oxigênio geradas pela perda de polaridade
O XABCDE é um método mnemônico que padroniza o atendimento inicial ao paciente politraumatizado grave no pré-hospitalar. Ele define, portanto, as prioridades na abordagem ao trauma, no sentido de padronizar o atendimento. A ordem com que este deve ser realizado, de acordo com essa padronização, deverá ser:
garantia da segurança da cena do acidente (ambiente externo), vias áreas, controle de cervical, hemorragias, exposição do paciente e controle de hipotermia, disfunção neurológica.
restrição dos movimentos da coluna cervical no caso de fraturas desta, gerenciamento de vias aéreas, controle de hemorragia externa, avaliação da disfunção neurológica, exposição do paciente, controle de hipotermia.
controle de cervical, gerenciamento de vias aéreas, avaliação da disfunção neurológica, exposição do paciente, reposição volêmica.
controle de sangramento externo grave, gerenciamento de vias áreas e estabilização da cervical, respiração, circulação com controle de hemorragia, exame neurológico sumário, exposição do paciente e controle de hipotermia.
ressuscitação cardiopulmonar com compressões torácicas, abertura de vias áreas, controle de cervical, hemorragias, disfunção neurológica, exposição do paciente e controle de hipotermia.
Leia o caso clínico a seguir.
Homem de 28 anos, vítima de acidente automobilístico há cerca de 1 hora. Apresenta dor torácica de forte intensidade durante a respiração. Hemodinamicamente estável. Exame Físico do Tórax: Enfisema de tecido celular subcutâneo principalmente em região anterior e lateral esquerda do tórax, expansibilidade simétrica bilateralmente, murmúrio vesicular bilateralmente, sem alteração à percussão.

As características descritas no quadro são sinais indicativos de
pneumotórax bilateral e enfisema de tecido celular subcutâneo; observação clínica e medidas de suporte (analgesia e oxigenioterapia).
pneumotórax bilateral e enfisema celular subcutâneo; drenagem torácica bilateral em selo d’água e medidas de suporte (analgesia e oxigenioterapia).
pneumomediastino e enfisema de tecido celular subcutâneo; observação clínica e medidas de suporte (analgesia e oxigenioterapia).
pneumomediastino, pneumotórax bilateral e enfisema do tecido celular subcutâneo; drenagem do mediastino e torácica bilateral em selo d’água e medidas de suporte (analgesia e oxigenioterapia).
Leia o Caso Clínico 3 para responder às questões 43 e 44.
Caso Clínico 3
Paciente de 32 anos, sexo masculino, vítima de atropelamento, foi trazido por equipe de atendimento pré-hospitalar com colar cervical e prancha rígida. Relato de que queixava dor torácica no local do acidente. Na admissão, o paciente apresentava vias aéreas pérvias. Desconforto respiratório evidente, com uso de musculatura acessória da respiração. Sem deformidades ou lesões aparentes na cavidade torácica. Hemitórax direito com macicez a percussão e murmúrio vesicular abolido. Frequência respiratória de 28 incursões por minuto. Frequência cardíaca de 120 batimentos por minuto. Pressão arterial de 90x50mmHg. Abertura ocular a estímulos verbais, emitindo palavras desconexas, localizando estímulos dolorosos. Radiografia de tórax em incidência ântero posterior evidenciou o seguinte resultado.

Qual é a principal hipótese diagnóstica?
Hemotórax.
Tórax instável.
Tamponamento cardíaco.
Pneumotórax hipertensivo.
Uma paciente de 26 anos de idade, vítima de acidente automobilístico do tipo moto-automóvel, compareceu à emergência levada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) com FC = 126 bpm, PA = 80 mmHg x 40 mmHg, FR = 30 irpm e SatO2 = 89%. Ao exame físico, encontrava-se consciente, com sinais de contusão no abdome e na pelve, com hematomas nesses locais. Quanto ao atendimento inicial ao trauma em nível hospitalar, segundo o Suporte de Vida Avançado no Trauma (ATLS), 10ª edição, assinale a alternativa correta.
Em mulheres no período menstrual, deve ser investigada a presença de tampões que, se deixados no local, podem levar à sepse tardia.
O cateter urinário deve ser inserido precocemente para avaliar a resposta à reposição volêmica.
Os exames das regiões perineal, vaginal e retal devem ser realizados após a avaliação primária.
As grandes lesões pélvicas são causa frequente de choque e são facilmente detectadas ao exame físico.
Quando disponível, a tomografia computadorizada de abdome deve ser indicada nos casos de trauma abdominal contuso
De acordo com a imagem abaixo, assinale a alternativa que corresponde, respectivamente, às letras A, B e C das Zonas de Jackson da imagem.

Zona de coagulação, zona de estase, zona de parestesia
Zona de estase, zona de coagulação, zona de hiperemia
Zona de estase, zona de parestesia, zona de coagulação
Zona de coagulação, zona de estase, zona de hiperemia
Zona de parestesia, zona de necrose, zona de hiperemia
Sobre a discopatia degenerativa lombar, considere as afirmações abaixo.
I - A dor é pior durante o repouso.
II - A progressão do déficit neurológico deverá ser referenciada ao especialista.
III- O paciente sempre apresenta dor na perna correspondente ao lado da raiz afetada.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas I e III.