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Na insuficiência renal crônica (IRC), há perda progressiva da função excretória renal, com redução da taxa de filtração glomerular (TGF) e retenção de solutos tóxicos, principalmente de escórias nitrogenadas, ocasionando o desenvolvimento da uremia, entre outros distúrbios clínicos e metabólicos. Na presença de IRC e TFG de 45 mL/minuto, recomenda(m)-se
a restrição dietética de proteínas, principal medida no controle da uremia e sintomas decorrentes, como náuseas, vômitos, anorexia e fadiga, e da acidose metabólica.
a terapia dialítica e a restrição dietética de proteínas, procedimentos necessários para o controle da uremia e da progressão da IRC, respectivamente.
a intervenção dietoterápica, com dieta hiperproteica e restrita em proteínas de alto valor biológico, no intuito de retardar a progressão da IRC e o surgimento de hipercalemia.
a intervenção dietoterápica, com dieta hiperproteica, associada à hemodiálise, instituída até a restauração da TFG a 60 mL/minuto.
a suplementação de ferro e a dieta hiperproteica, fundamentais na prevenção da anemia, frequente em pacientes urêmicos, tendo como causa a deficiência na produção de eritropoietina pelo sistema renal.