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O estado nutricional e o tratamento dietoterápico de pacientes adultos que vivem com vírus HIV são relevantes para um bom prognóstico e qualidade de vida.
Assinale a alternativa correta em relação ao assunto.
A quantidade de proteína na dieta de pacientes portadores do vírus HIV deve ser aumentada, no mínimo 35% do Valor Energético Total (VET), totalizando em torno de 2,5 a 3,0 g/kg/dia.
Tendo em vista que o HAART pode desencadear a síndrome lipodistrófica associada ao HIV, é fundamental a realização do exame físico para um diagnóstico nutricional fidedigno.
Em caso de dislipidemia associada ao tratamento antirretroviral altamente ativo (HAART), recomenda-se dieta hipolipídica, no máximo 20% do VET, com distribuição de monoinsaturados, poli-insaturados e saturados em: 10%, 5% e 5%, respectivamente.
Quando houver intolerância à glicose associada à resistência à insulina, prescreve-se dieta com baixa quantidade de carboidratos, em torno de 25% do VET, com restrição de fontes alimentares de carboidratos simples como: arroz, macarrão e pão.
A suplementação de vitaminas e minerais é recomendada aos pacientes portadores do vírus HIV, independente da presença de deficiência, a fim de reduzir os índices de morbidade e mortalidade.