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Na Doença de Alzheimer existem recomendações na dieta para o aumento do consumo de alimentos ricos em
ômega 6.
ômega 9.
ômega 3.
ômega 3 e 6.
ômega 6 e 9.
Assinale a dieta que está associada com a redução de problemas cognitivos nas demências.
Dieta do Mediterrâneo.
Dieta Hass.
Dieta hiperproteica.
Dieta hipocalórica.
Dieta pobre em ômega 3.
Em relação à Doença de Parkinson (DP), analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O objetivo da dietoterapia é atenuar a gravidade da doença, bem como sua progressão.
( ) As alterações da motilidade gástrica e intestinal podem levar à distensão abdominal, náuseas, desconforto e saciedade precoce, reduzindo a ingestão alimentar.
( ) Nos estágios leve e moderado da DP, a prescrição dietética consiste em um plano alimentar com refeições equilibradas em energia e macro e micronutrientes.
( ) No estágio avançado, uma dieta hipoproteica deve ser prescrita, pois a ingestão deste nutriente interfere na absorção do fármaco levodopa.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – F – V – F.
F – V – V – V.
V – V – F – F.
F – F – F – V.
Paciente de 74 anos, hipertenso, ex-tabagista e aposentado, foi internado devido a sintomas de hemiparesia à direita, dificuldade de fala e de respiração, estando desacordado. O seu diagnóstico foi de acidente vascular encefálico e queda do nível de consciência. Ele foi encaminhado à unidade de terapia intensiva e recebeu intubação orotraqueal. Como esse paciente deve ser alimentado nesse momento?
Dieta via oral espessada acrescida de suplementos orais e módulos hipercalóricos.
Fórmula polimérica com imunomoduladores via sonda nasoenteral.
Fórmula oligomérica via sonda nasoenteral.
Dieta enteral polimérica via sonda nasoenteral.
Dieta enteral hidrolisada via sonda nasoenteral acrescida de nutrição parenteral periférica.
Na Síndrome de Wernick-Korsakoff necessita-se, essencialmente de:
São distúrbios psiquiátricos que respondem positivamente à ingestão de w-3 a 1 a 3 g/dia:
transtorno autista, distúrbio de ansiedade e transtorno disfórico pré-menstrual.
transtorno dissociativo de identidade, catatonia e transtorno compulsivo alimentar.
distúrbio de ajustamento, transtorno de conduta e transtorno delirante.
catatonia, transtorno do pânico e distúrbio dissociativo.
transtorno desafiador opositivo, transtorno do sono e transtorno amnésico.
A disfagia é muito comum nos pacientes que sofrem acidente vascular cerebral, seja pela localização da lesão cerebral ou pelo período de nutrição enteral. Qual a principal conduta nutricional na disfagia?
Dieta hiperproteica.
Mudança da consistência alimentar.
Restrição de lipídeos.
Aumento da oferta de líquidos ácidos.
A incidência de desnutrição nos pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é elevada e pode aumentar com a progressão da doença. Considerando os fatores que influenciam fisiopatologia dessa condição, analise as afirmativas abaixo:
I. Em relação às necessidades proteicas na ELA, a ingestão pode variar entre 1,0 e 1,5 g/kg/dia, reconhecendo que o valor de 1,5 g/kg/dia pode ser útil no caso de hipercatabolismo.
II. Os pacientes com ELA podem apresentar constipação intestinal, sendo agravada pelo baixo consumo de fibras e pela baixa ingestão de líquidos devido à disfagia. Assim, uma dieta adequada em fibras pode ajudar a prevenir esse quadro.
III. O consumo excessivo de aminoácidos de cadeira aromática, acima das recomendações, estimula a síntese de glutamato que, em alta quantidade, promove a excitotoxicidade, contribuindo para a degeneração dos neurônios motores.
IV. Como medidas de controle da disfagia nesses pacientes, é recomendado o consumo de líquidos frios e espessos e alimentos sólidos macios e úmidos, com elevada densidade calórica e nutricional.
Estão CORRETAS, apenas,
I e IV.
II, III e IV.
II e III.
I e III.
I, II e IV.
De todas as causas de morte, a doença arterial coronariana, o acidente vascular encefálico e o câncer são as mais comuns. A respeito do acidente vascular encefálico, assinale a alternativa INCORRETA.
A pressão arterial elevada aumenta o risco de acidente vascular encefálico.
Nas artérias cerebrais, a aterosclerose provoca acidentes vasculares encefálicos e ataques isquêmicos transitórios.
A proteína C reativa (PCR) é uma medida de inflamação específica para o sistema vascular, sendo um sensível fator de risco para acidente vascular encefálico.
As concentrações ótimas de lipídios para a hipercolesterolemia, segundo estabelecidas pelo National Cholesterol Education Program, também são as concentrações desejadas para prevenção do acidente vascular encefálico.
O alargamento do ventrículo esquerdo aumenta o risco de acidente vascular encefálico.
Considerando a terapia nutricional em pacientes com condições psiquiátricas específicas, assinale a alternativa correta.
Em pacientes com diagnóstico de transtorno bipolar, a ingestão de 1 a 3 g/dia de ômega-3 pode ser benéfica.
Evidências científicas mostram que uma dieta isenta de glúten e lactose pode ser útil em pacientes com diagnóstico de transtorno autista.
Pacientes com transtornos depressivos podem apresentar aumento ou redução do apetite. Para esses pacientes, a ingestão aumentada de arginina pode contribuir para o tratamento.
A American Psychiatric Association recomenda a ingestão de ômega-3 na terapia nutricional de alguns distúrbios psiquiátricos. No caso de suplementação de ômega-3, deve-se ressaltar a importância de utilizá-lo em horários distantes do horário de refeições contendo gorduras.
Alterações genéticas podem contribuir para redução da produção de serotonina e outros neurotransmissores. Se houver defeito genético na enzima metilenotetra-hidrofolato redutase (MTHFR), há necessidade de suplementação de folato na forma não metilada.
A neuropatia autônoma afeta a função nervosa que controla vários sistemas de órgãos. Marque a alternativa CORRETA.
Na função sexual não provoca impotência sexual
Se manifesta no intestino grosso regulando a função intestinal
Se manifesta no esôfago como náusea e esofagite
Se manifesta no estômago como esvaziamento previsível
Se manifesta no intestino delgado como aumento de nutrientes
Em relação à Orientação Nutricional na Encefalopatia Hepática, é correto afirmar:
A utilização de prebiótico, probiótico e simbiótico associada a uma alimentação saudável para controle da disbiose intestinal não é considerada uma estratégia eficiente para o tratamento da cirrose hepática e suas complicações.
Evidências científicas demonstraram que pacientes com cirrose hepática e encefalopatia são beneficiados com a utilização de dietas normo ou hiperproteicas modificadas, com aumento na ingestão de proteínas lácteas e proteínas vegetais.
A suplementação da dieta com aminoácidos aromáticos é indicada principalmente nos casos em que existe intolerância alimentar à proteína.
Os suplementos à base de aminoácidos de cadeia ramificada são contraindicados nos casos de encefalopatia hepática.
Na encefalopatia hepática grau 3 e 4, a quantidade de proteína recomendada é em torno de 1.2 a 1.6 g/Kg/dia, sendo que 80% devem ser proteína vegetal.
A doença de Parkinson (DP) é caracterizada pela degeneração do sistema nervoso central e acomete principalmente o sistema motor, causando tremor, rigidez, acinesia e alterações posturais, prejudicando a locomoção, a fala e a alimentação. Em relação à nutrição na doença de Parkinson, assinale a alternativa correta.
O nutricionista deve verificar se o tratamento está sendo realizado com levodopa, pois o medicamento precisa ser administrado juntamente com uma refeição com alto teor de proteína para apresentar o seu efeito esperado.
A disfagia é frequente e está associada a prejuízos no estado nutricional. A conduta nutricional deve minimizar os sintomas provocados pela disfagia e as deficiências nutricionais decorrentes da doença.
A maioria dos pacientes com DP avançada apresenta sobrepeso ou obesidade, devendo receber dieta hipocalórica.
A dieta deve ser hiperproteica (1,7 a 2,0g/Kg de peso atual), independentemente do medicamento que o paciente estiver recebendo. O fortalecimento da musculatura é mais importante que as interações droga-nutrientes.
A Síndrome de Guillain-Barré é uma neuropatia adquirida, de caráter autoimune, caracterizada pela perda da bainha de mielina e dos reflexos tendinosos.
Dentre os eventos causais até agora relacionados ao surgimento da Síndrome de Guillain-Barré, a bactéria que está mais comumente associada é:
Yersinia spp.
Listeria spp.
Campylobacter jejuni.
Bacillus cereus.
A causa da Esclerose Múltipla (EM) ainda não é bem conhecida, mas já existem comprovações da influência de fatores genéticos e ambientais que interagem contribuindo para o desenvolvimento da doença. Entre os fatores ambientais sabidamente associados à EM estão determinados vírus, o hábito de fumar cigarros e níveis reduzidos de:
Vitamina A.
Vitamina D.
Vitamina E.
Vitamina C.
Em relação às consequências alimentares em pacientes com alterações neurológicas, correlacione a primeira coluna com a segunda
A. Sialorréia.
B. Disfagia.
C. Dificuldade de autoalimentação.
D. Broncoaspiração.
I. Cuidado para o risco de infecções torácicas complicando mais o prognóstico e a alimentação.
II. Nessa condição, o uso de espessantes pode ser útil para evitar a desidratação.
III. Condição em que a ação de alimentar depende de cuidadores.
IV. A dificuldade para a vedação adequada dos lábios e deglutição da saliva pode comprometer o estado nutricional.
Assinale a alternativa que apresenta a correlação CORRETA.A-I, B-II, C-III, D-IV.
A-I, B-III, C-II, D-IV.
A-IV, B-II, C-III, D-I.
A-IV, B-I, C-III, D-II.
A-IV, B-III, C-I, D-II.
Considere as afirmações sobre a alimentação e a nutrição de pacientes com distúrbios neurológicos.
I - Todos os pacientes com doenças neurológicas apresentam risco de desnutrição.
II - Em caso de risco de aspiração de líquidos ralos, recomenda-se que as necessidades hídricas sejam supridas através de reposição via soro e, em casos mais graves, através de sonda nasogástrica ou entérica.
III - A temperatura quente pode facilitar a aceitação alimentar e também a deglutição.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas II e III.
I, II e III.
Paciente idosa, admitida no serviço de urgência e emergência de um hospital com diagnóstico de acidente vascular cerebral, encontra-se em desnutrição e apresenta quadro de disfagia grave. Diante desse quadro clínico, analise as considerações acerca do suporte nutricional adequado, apresentadas a seguir:
I. Recomenda-se, neste caso, uma gastrostomia, por sua localização mais fisiológica e de mais fácil acesso.
II. A presença de nutrientes no trato digestivo estimula o trofismo, mantendo a integridade da musocsa intestinal e prevenindo translocação bacteriana.
III. Recomenda-se a adminsitração de 200 ml de água após a infusão de cada refeição, servindo para lavar a sonda e como reposição hídrica adicional.
IV. Para minimizar riscos de broncoaspiração certos cuidados no momento da administração da dieta são necessários, como manter o paciente em decúbito elevado durante e por 1 h após administração da dieta.
V. Em razão da alteração do estado de consciência e do grau de desnutrição, recomenda-se nutrição parenteral.
Assinale a alternativa correta:
Somente I e III são verdadeiras.
Somente I, III, IV e V são verdadeiras.
Somente II e IV são verdadeiras.
Somente II, IV e V são verdadeiras.
Somente II, III e IV são verdadeiras.
A depressão é um transtorno mental frequente nos dias atuais. O sintoma central da depressão é a predominância do humor triste e da angústia. Existem condutas alimentares que podem contribuir para a redução desse transtorno. As alternativas abaixo trazem condutas que devem ser praticadas nessas condições.
Apenas uma delas está INCORRETA. Assinale-a.
Consumir alimentos doces, tortas e bolos, pois a oferta de glicose favorece o bom humor.
Ingerir proteínas de alto valor biológico (carne, leite, ovos), pois o estresse emocional reduz níveis de nitrogênio.
Consumir carnes magras e peixes, que são boas fontes de triptofano e favorece a produção de serotonina.
Consumir alimentos ricos em cálcio (leite, queijo), pois o estresse emocional reduz níveis de cálcio.
Ingerir alimentos fontes de ácido fólico e biotina (espinafre, folhosos, aveia, carne bovina magra), pois a deficiência desses cofatores é comum nos deprimidos.
Segundo o Ministério da Saúde, a paralisia cerebral descreve um grupo de desordens permanentes do desenvolvimento do movimento e postura, atribuído a um distúrbio não progressivo, que ocorre durante o desenvolvimento do cérebro fetal ou infantil, podendo contribuir para limitações no perfil de funcionalidade da pessoa. Quanto aos aspectos relacionados à nutrição na ocorrência de paralisia cerebral em crianças, assinale a alternativa INCORRETA.
Estima-se que 19% a 99% das pessoas com paralisia cerebral tenham dificuldades para se alimentarem em diversos graus de comprometimento, os quais estão intimamente ligados ao grau de comprometimento motor.
Mesmo quando adequadamente nutridas, crianças com paralisia cerebral são menores que as crianças que não têm deficiência.
Os fatores que conferem menor crescimento linear e corpóreo às crianças com paralisia cerebral parecem atuar de maneira sinérgica para afetar o crescimento em cada uma de suas dimensões, incluindo diminuição do crescimento no linear, ganho de peso e alterações na composição corporal, como o decréscimo na massa muscular, massa gordurosa e densidade óssea.
Atingir índices antropométricos de peso e altura definidos em populações gerais deve constituir metas ideais, quando tratamos de saúde e crescimento de crianças com paralisia cerebral.
A utilização da prega cutânea tricipital ou subescapular são medidas antropométricas adequadas e que podem ser comparadas com curvas de referência para crianças saudáveis.