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Lúcia foi à nutricionista por apresentar constipação intestinal. Durante a consulta, a nutricionista solicitou que ela aumentasse o consumo de fibras alimentares. Ao atender à solicitação, Lúcia percebeu melhora no quadro de constipação, mas um aumento na produção de gases intestinais. Esse efeito colateral, observado por Lúcia, ocorreu porque as fibras alimentares podem sofrer
degradação lactolítica por bifidobactérias intestinais, levando à produção de gases de hidrogênio, de dióxido de carbono, de oxigênio, de amônia e de metano.
degradação lactolítica por bacteroides intestinais, elevando a produção de gases de propionato, de acetato e de butirato.
fermentação sacarolítica por bifidobactérias intestinais, levando à produção de gases de hidrogênio, de dióxido de carbono, de oxigênio, de amônia e de metano.
fermentação sacarolítica por bacteroides intestinais, elevando a produção de gases de propionato, de acetato e de butirato.