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Paciente do sexo masculino, 30 anos, buscou atendimento odontológico de urgência queixando-se de dor intensa na mandíbula e inchaço. Durante anamnese e exame físico, o paciente relatou episódios de febre e ter se submetido à exodontia do elemento dentário 36 há 11 dias. O exame radiográfico revelou a presença de “manchas radiopacas” dispersas numa área radiolúcida na região do elemento dentário 36. Diante das informações, o diagnóstico seria
osteomielite.
alveolite.
sinusite.
fratura infectada.
artrite infecciosa.
Nas hemorragias alveolares sem gravidade, comuns após as extrações dentárias, emprega-se como tratamento hemostático:
Dieta líquida.
Dieta sólida, porém fria.
Compressa de gaze entre as arcadas.
Bochecho com água gelada.
Uma mulher, 36 anos de idade, volta ao consultório odontológico se queixando de dor intensa 4 dias após a extração do terceiro molar inferior esquerdo. A extração foi mais complicada do que era esperado, tendo sido necessária, inclusive, a realização de uma pequena osteotomia para facilitar a remoção do elemento dentário. Para anestesia local, foi realizado o bloqueio do nervo alveolar inferior + nervo bucal, administrando-se 1,5 tubetes de lidocaína + adrenalina 1: 200.000. Uma revisão da história médica da paciente revela que ela que é hipertensa controlada, faz uso de verapamil e de um contraceptivo oral à base de gestodeno/etinilestradiol, além de fumar aproximadamente 10 cigarros por dia. No mais, não há qualquer achado sistêmico digno de nota. Durante o exame extraoral, observou-se a presença de equimose e pequeno edema nos tecidos moles faciais na região próxima à área de extração. Embora também tenha sido constatada uma ligeira redução na capacidade de abertura bucal (trismo), não foi detectada linfadenopatia nas cadeias cervicais ou submandibulares. O exame do interior do alvéolo revelou a ausência de tecido mole e a presença de osso exposto. Os tecidos moles ao redor do alvéolo estavam ligeiramente edemaciados, mas sem uma vermelhidão que sugerisse inflamação significativa. O diagnóstico compatível com o caso descrito acima é de
dor associada ao trauma cirúrgico da extração.
osteomielite.
osteonecrose associada a bisfosfonatos.
osteíte alveolar.
fratura mandibular.
Hipovolemia pode ser encontrada em pacientes após uma cirurgia e poderá ser necessária a suplementação venosa. O volume de ingestão de líquidos necessário (oral e IV) para um adulto não febril está entre 3.500 mL e 5.000 mL por dia.
Certo
Errado
A alveolite, também conhecida como osteíte alveolar ou “alvéolo seco”, se refere a uma das complicações mais comuns associadas à exodontia de terceiros molares. Sobre a alveolite, é correto afirmar que:
É uma condição de natureza inflamatória, mas não infecciosa.
Os sinais e os sintomas dessa doença aparecem em até 12 horas após a exodontia.
Nos casos de alveolite, o coágulo sanguíneo está sempre presente no alvéolo onde o dente foi extraído.
A dor é intensa, pulsátil, irradiada, frequentemente associada a mau odor do local onde foi realizada a cirurgia.
Assinale a alternativa que contém a prescrição CORRETA para a profilaxia antibiótica:
Amoxicilina 4 g / 1 hora antes do procedimento
Amoxicilina 2 g / 1 hora antes do procedimento
Amoxicilina 2 g / 1 dia antes do procedimento
Amoxicilina 1 g / 4 horas antes do procedimento
Amoxicilina 500 mg / 4 horas antes do procedimento
A alveolite é considerada uma complicação pós-operatória da exodontia. Sobre a alveolite, é correto afirmar, exceto:
A alveolite ocorre especialmente na exodontia de pré-molares superiores.
Caracteriza-se por uma dor localizada que se potencializa entre o primeiro e terceiro dia pós-operatório.
É também conhecida como osteíte alveolar.
Pacientes fumantes, geriátricos e especialmente mulheres que usam contraceptivos são mais propensos a apresentar alveolite.
A Trombose do Seio Cavernoso tem como localização a Base do crânio, lado sela túrcica, ela tem relações com, EXCETO:
Nervo oftálmico
Nervo oculomotor
Nervo troclear
Nervo abducente
Nervo Cocleo-vestibular
As complicações pós-operatórias da exodontia são as mesmas que ocorrem em cirurgias dentoalveolares, como hemorragias, hematomas, equimoses, parestesias, edema, trismo e infecções. Analise as assertivas a seguir sobre alveolite e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Ocorre especialmente na exodontia de molares inferiores. Caracteriza-se por uma dor generalizada que se potencializa entre o terceiro e o quinto dia pós-operatório, irradiando-se na região.
( ) Também é conhecida como osteíte alveolar, alvéolo seco, osteíte alveolar localizada e osteíte fibrinolítica.
( ) Apresenta ferida óssea alveolar exposta com marcado odor fétido, desprotegida pela total ou parcial desintegração do coágulo.
( ) Pacientes fumantes, geriátricos e especialmente mulheres que usam contraceptivos são mais propensos a apresentá-la.
( ) Seu tratamento tem como objetivo maior eliminar a dor. Os cuidados com a ferida cirúrgica incluem anestesia local, irrigação e limpeza, colocação intra-alveolar de curativos ou tamponamentos medicamentosos. Sistemicamente, recomenda-se medicação antimicrobiana e anti-inflamatória.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – F – F – F – V.
V – V – F – F – V.
F – V – F – V – F.
F – F – V – F – F.
É correto afirmar que o risco de hemorragia pós-exodontia:
A cirurgia de terceiros molares inclusos é uma das mais frequentes entre cirurgiões bucomaxilofaciais, entretanto, algumas complicações pós-cirúrgicas podem ocorrer devido a um mau planejamento, falta de conhecimento do cirurgião, técnicas e instrumentais inadequados, falta de atenção em exames radiográficos entre outros. Assinale a afirmativa INCORRETA com relação às complicações pós-cirúrgicas.
A Alveolite que é uma infecção localizada no alvéolo e é provocada principalmente por estafilococos e estreptococos, após uma extração dental. Essa complicação se dá pela falta de sangue no alvéolo resultando na falta de coágulo, remoção do coágulo por meios mecânicos como sucção ou bochechos, falta de assepsia e antissepsia do operador e utilização de instrumental não esterilizado.
A Axonotmese é a forma menos grave de parestesia, quando ocorre um bloqueio transitório da condução neuronal devido a um leve trauma - não há ruptura dos axônios. Trauma contuso ou tração, inflamação ao redor de um nervo ou isquemia local podem produzir uma Axonotmese. A recuperação da lesão nervosa retorna espontaneamente em alguns dias ou semanas.
Algumas raízes de dentes como pré-molares e molares podem estar em contato com o soalho do seio maxilar, onde é recoberto apenas por uma mucosa. A comunicação buco-sinusal pode ocorrer principalmente se o seio for amplo, se não houver osso entre as raízes dos dentes e o seio maxilar ou se as raízes forem muito divergentes. A técnica mais utilizada para o diagnóstico de comunicação buco-sinusal em casos de comunicações menos extensas e que não é possível ser evidenciada clinicamente é a manobra de Valsalva.
O trismo é descrito como uma dor muscular, que pode resultar de injurias às fibras musculares vindas de múltiplas injeções anestésicas quando penetram nos músculos mastigatórios, ou também o tempo prolongado para a realização da exodontia, além de hematoma e infecção pós-operatória.
A presença de seio maxilar muito pneumatizado, a existência de pouco osso entre as raízes e o seio maxilar e raízes amplamente divergentes são as principais causas de comunicações bucossinusais após exodontias.
Certo
Errado
Durante a extração do elemento 16 de um paciente adulto, ocorreu uma comunicação buco-sinusal acidental. A conduta a ser tomada de imediato consiste em:
Curetagem da comunicação com instrumental apropriado
Confecção de retalho mucoperióstico e sua sutura
Tamponamento da comunicação com gaze embebida em solução antibiótica
Bochecho sob pressão com substâncias antibacterianas
Irrigação com substâncias antibacterianas
De acordo com Andrade (2014), em um procedimento cirúrgico, eventualmente, pode ocorrer trauma direto ao nervo por compressão, perfuração ou corte. Assim, segundo esse autor, assinale a opção que apresenta o distúrbio neurológico caracterizado pela sensação de entorpecimento, formigamento ou vibração, nem sempre acompanhada de dor.
Anestesia.
Hiperalgesia.
Disestesia.
Neuropraxia
Neurotimese.
Sua patogênese não está definida de modo claro, mas é mais provável que a condição seja resultado de ruptura do coágulo de sangue totalmente formado antes que seja substituído por tecido de granulação. Essa fibrinólise ocorre durante o 3º e o 4º dia de pós-operatório e leva à sintomatologia dolorosa e ao mau hálito. A fonte dos agentes fibrinolíticos pode ser tecidual, salivar ou bacteriana.
O quadro descrito acima refere-se à
pericoronarite.
osteíte alveolar.
hemorragia secundária pós-operatória.
fibromatose.
Esse quadro clínico é compatível com o diagnóstico de alveolite, uma complicação associada a
hemorragia ao redor da bainha de mielina provocada por trauma operatório.
falha no processo de cicatrização comprometendo o coágulo sanguíneo.
hematoma ocasionado pelo trauma de instrumentos sobre um vaso sanguíneo.
laceração das fibras musculares e ruptura dos vasos sanguíneos durante a anestesia.
hemofilia com baixa atividade fibrinolítica formando coágulo extra-alveolar.
Alveolites são complicações decorrentes da infecção pós-cirurgica que o cirurgião-dentista tem por obrigação diagnosticar e intervir. Qual a conduta correta no caso de alveolite seca?
Reabir o alvéolo, raspar as paredes alveolares através de osteotomia com brocas, irrigar e suturar
Prescrição de antibióticoterapia a fim de debelar a infecção associada
Irrigar suavemente, utilizar medicamento no local por 3 a 6 dias, preservando-se o coágulo restante
Apenas a prescrição de analgésicos e anti-inflamatórios sistêmicos
Reabir o alvéolo, remover todo o coágulo com curetagem, irrigar e suturar
Após a extração do dente 48, que estava parcialmente retido, paciente com 19 anos de idade, sexo masculino, relata perda da sensibilidade no lado direito do lábio inferior e do queixo. Este quadro clínico é compatível com o diagnóstico de
alodinia, requerendo o estimulo à recuperação tecidual por meio de terapia com laser de baixa intensidade.
hipoestesia, cujo efeito pode perdurar por até 24 meses, devendo-se prescrever vitamina B12.
hiperestesia, devendo-se estimular a recuperação tecidual por meio de fisioterapia, por um período de 6 meses.
parestesia, cuja resolução espontânea é esperada e ocorre em um período aproximado de 8 semanas.
hipoalgesia, cuja regressão espontânea é aguardada em um período aproximado de 12 semanas.
Paciente com diabetes mellitus tipo I pode apresentar uma complicação aguda em virtude de infecções, entre elas de origem odontológica, denominada
neuropatia diabética.
síndrome de Tourette.
cetoacidose diabética.
xerostomia.
síndrome de Guillain-Barré.