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A técnica de Regeneração Óssea Guiada (ROG) tem sido cada vez mais utilizada na odontologia. A ROG é utilizada para
tratar lesão de furca grau II.
tratar recessões gengivais múltiplas.
tratar recessão gengival classe III, com ausência de gengiva queratinizada adjacente.
tratar defeitos ósseos de três paredes em pacientes diagnosticados com Periodontite Agressiva.
preservar ou aumentar a crista óssea alveolar no momento da extração dentária.
Apesar de antigo, o estudo de Amler de 1969 continua esclarecedor acerca da fisiologia da cicatrização do alvéolo pós-exodontia. Esse fato é de fundamental importância para o clínico, quando a instalação de implantes é necessária. Em relação à cicatrização do alvéolo, considere as afirmações abaixo.
I – Durante as primeiras 48 horas, neutrófilos granulócitos, monócitos e fibroblastos começam a migrar através da rede de fibrina.
II – O coágulo sanguíneo é lentamente substituído por tecido de granulação.
III – Há reorganização do tecido de granulação, com formação de trabéculas de osteoide, 21 dias após a extração.
IV – O preenchimento ósseo do alvéolo leva 4 meses.
Estão corretas as afirmativas
I, apenas.
I e III, apenas.
II e IV, apenas.
II, III e IV, apenas.
I, II, III e IV.
A colocação de implantes dentais em áreas com osso do tipo 4 apresenta maior probabilidade de travamento primário, favorecendo a carga imediata.
Há um aumento do trabeculado e diminuição da densidade do osso quando o implante dentário é inserido e inicia sua função.
A utilização clínica da tomografia computadorizada de feixe cônico (cone beam) permite elevada acurácia para o planejamento em implantodontia, haja vista a qualidade de imagem, por meio da qual é possível distinguir estruturas delicadas, como esmalte, dentina, cavidade pulpar e cortical alveolar.
Caso se constate na radiografia periapical pequena perda óssea localizada em razão da presença da extensa cárie de raiz, um autoenxerto ósseo poderá ser realizado na mesma sessão de colocação do implante de carga imediata unitária, logo após a extração dentária, para a manutenção da arquitetura dos tecidos moles e duros.
A osteointegração é a união entre o osso e o implante, permitindo apenas micromovimentos do implante no osso, que podem ser medidos em mícrons.
A redução da sobrevida do implante está mais relacionada ao planejamento do local da área implantada do que à densidade óssea, principalmente nas regiões posteriores da boca, onde o osso é menos denso que nas anteriores, tanto na maxila quanto na mandíbula.
Tendo em vista a manutenção do osso alveolar, pode-se considerar viável a realização de um implante dentário para substituir o referido dente extraído, que servirá como ancoragem para o dispositivo protético.
Em casos de reconstrução de rebordos atróficos, a falta de osso é uma das limitações para a reabilitação com implantes, dado o volume ósseo inadequado para a ancoragem primária.
No que tange aos aspectos relacionados à implantodontia, as distâncias mínimas, em milímetros, necessárias para o sucesso clínico entre dois implantes dentários e entre o forame mentoniano e um implante são, respectivamente,
3 e 5.
3 e 4.
3 e 3.
1 e 4.
1 e 5.
A vedação permucosa do tecido mole até a superfície do implante é importante para proporcionar a migração apical do epitélio da interface osso — implante e na encapsulação da porção endóssea ou radicular do sistema do implante.
O implante se comporta como uma raiz dentária artificial que consiste em um cilindro, feito de metal titânio, usinado, com duas roscas: uma interna, para aumentar a área de integração com o osso, e uma externa, para suportar a futura prótese, que poderá ser uma coroa artificial ou uma ponte fixa.
Recomenda-se que a correção de anormalidades ósseas e dos tecidos moles associados, caso necessário, sejam realizadas simultaneamente à colocação do implante osseointegrado.
A prótese unitária sobre o implante é inviabilizada quando o implante está posicionado extremamente inclinado, acima de 35º, impedindo que se consiga fazer corretamente a restauração dentária.
A ausência do ligamento periodontal ao redor de implantes acarreta a transmissão direta de cargas pelo implante ao tecido adjacente.
A modelação e a remodelação do osso são principalmente controladas, em parte ou no todo, pelo ambiente mecânico do esforço. Em geral, a densidade do osso alveolar se desenvolve como resultado da deformação mecânica causada pelos microesforços.
Paciente com 64 anos de idade, sexo feminino, busca na sobredentadura a solução para a reabilitação mandibular. No planejamento, verifica-se que os implantes ficarão posicionados distantes um do outro e paralelos entre si. Adicionalmente, a paciente mostra dificuldade em executar sua higiene bucal. O sistema de retenção indicado é
Era.
O'ring.
Barra-clipe.
Associação Era-Clipe.
Associação Barra-Era.
Para este caso clínico, é indicada a incisão
palatal com retalho deslocado para mesial.
linear.
palatal com retalho deslocado para vestibular.
com bisturi circular.
pela técnica de pedículos proximais.