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O objetivo da segunda etapa cirúrgica é
o acesso visual ao parafuso de cobertura do implante.
a valorização da estética da prótese na região proximal.
o acesso provisório à cabeça do implante para a confecção da prótese.
a verificação do processo de osseointegração do parafuso.
a visualização do sulco gengival.
Diante da possibilidade de falhas mecânicas e biológicas na prótese sobre implante, é necessário orientar a paciente para a necessidade de retornos ao consultório odontológico. O tipo de falha e a correção do problema são, respectivamente:

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A respeito do sucesso clínico dos implantes, assinale a opção correta
A perda de osso deve ser inferior a um quarto da altura do implante.
A mobilidade do implante deve ser inferior a 0,5 mm quando testado clinicamente.
É inaceitável observar na radiografia qualquer espaço radiolúcido na região periapical.
A periimplantite tem sido associada a presença das mesmas bactérias prevalentes na doença periodontal.
O posicionamento ideal do implante é definido pela
disponibilidade óssea.
posição dos dentes antagonistas.
localização dos dentes adjacentes.
angulação do implante.
insuficiência de espaço protético.
As principais vantagens do implante unitário sobre as próteses fixas convencionais são:
I. pôntico em sobreposição à gengiva.
II. elemento protético construído sobre o pilar de conexão.
III. preservação da integridade dos tecidos gengivais marginais.
IV. aspecto estético.
Está correto o que se afirma APENAS em
I e II.
I e IV.
II e III.
II e IV.
III e IV.
No tratamento de defeitos infra-ósseos com a técnica da regeneração tecidual guiada, os resultados mais satisfatórios são descritos em defeito
largo e com duas paredes remanescentes.
largo e profundo.
largo e raso.
raso e com três paredes remanescentes.
profundo e estreito.
A presença de sinusite maxilar não interfere no planejamento de implantes na região dos molares superiores.
Durante a avaliação da condição de saúde geral da paciente, a presença de algumas condições constitui contra-indicação à reabilitação protética por meio de implante. A condição de saúde e respectiva justificativa estão corretas em:
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Utilizando a técnica do paralelismo, com objetivo de identificar a distância horizontal entre o forame mentoniano e o dente 43, a correta angulação do feixe de raios X em relação à tangente do arco na área entre o forame e este dente é
em ângulo de 60°.
em ângulo de 45°.
distal.
mesial.
perpendicular.
Com relação à morfologia óssea da região do dente 44, observa-se uma condição favorável à instalação de implante convencional tipo Branemark quando
o espaço interdental mínimo é de 4 mm.
em movimento de abertura, a distância máxima entre arcos é de 5 mm.
em oclusão, a distância mínima entre arcos é de 5 mm.
a largura óssea no sentido vestíbulo-lingual mínima é de 2 mm.
a altura óssea mínima é de 5 mm.
Pode-se afirmar, com relação à técnica de levantamento de seio maxilar com enxerto visando à instalação de implantes osteointegrados, que:
só pode ser utilizado enxerto autógeno em bloco, fixo com parafusos de titânio, que deverão ser removidos no momento da instalação do implante.
quando a altura do osso alveolar remanescente for de 2mm, devemos instalar o implante no mesmo momento do enxerto.
a membrana sinusal deve ser removida previamente à colocação do enxerto, evitando, assim, infecções pósoperatórias.
nos casos onde seja necessário cerca de 2 mm de ganho de altura é possível levantar o seio diretamente através do local da osteotomia para instalação do implante.
nos casos onde altura do osso alveolar remanescente for maior que 8mm, deve-se aguardar cerca de seis meses após o enxerto para instalação do implante.
Se a decisão for a remoção do 53, poderá ser providenciada uma prótese adesiva direta, que manterá a estética durante a execução de implante osteointegrado.
A utilização de um implante associado a uma coroa unitária preservaria as estruturas dos dentes contíguos à falha e teria custos finais similares ao de uma ponte fixa.
A paciente deve ser encaminhada para a realização de implante unitário.
Para cirurgia de implante o cirurgião tem sempre em mente maximizar as possibilidades de sucesso. Assim:
é necessário o mínimo de espessura óssea que permita 1mm de osso nas faces lingual e vestibular de cada implante.
no planejamento a radiografia panorâmica identifica melhor a espessura da crista óssea.
considerar que a qualidade óssea na maxila posterior é menor que na mandíbula.
se existe osso inadequado para a colocação e suporte do implante este recurso está descartado para sempre.
Em relação às falhas nos implantes osseointegrados, considere as afirmativas a seguir:
I. pacientes com baixa densidade óssea no sítio de colocação do implante têm maior risco de insucesso no tratamento, com perda do implante.
II. implantes mais longos são perdidos com mais freqüência que os mais curtos, devido ao fato de oferecerem uma menor superfície para o contato implante-osso e tender à sobrecarga biomecânica do aparato implantado.
III. a incidência crescente de falha de implantes em pacientes com higiene oral deficiente é consistente com as complicações após procedimentos cirúrgicos em dentições infectadas por placa.
IV. implantes mais curtos são perdidos com maior freqüência que os mais longos, devido ao fato que uma infecção marginal periimplantar pode requerer menos tempo para provocar reabsorção de uma porção crítica da osseointegração estabelecida.
Está correto o que se afirma APENAS em
I, II e III.
I, II e IV.
I, II, III e IV.
I, III e IV.
II, III e IV.
Em determinadas situações clínicas, a prótese unitária sobre implantes constitui procedimento de primeira escolha. Apresenta como vantagem sobre a prótese parcial fixa:
estética desfavorável, porém com preservação dos tecidos periodontais adjacentes.
perfil de emergência saindo do sulco periimplantar em substituição ao pôntico.
preservação da integridade dos tecidos periapicais adjacentes.
desgaste de tecidos dentários dos dentes adjacentes ao espaço protético.
menores custos para o paciente.
Com o objetivo de oferecer melhores condições para o restabelecimento da estética nas próteses sobre implantes, indica-se o planejamento reverso, que consiste em:
uso de modelos de diagnóstico previamente ao procedimento cirúrgico para colocação do implante.
montagem dos modelos de estudo em articulador semi-ajustável após o procedimento cirúrgico.
montagem dos modelos de diagnóstico em articulador ajustável após o procedimento cirúrgico.
uso de modelos de diagnóstico após o procedimento cirúrgico e antes da colocação do implante.
uso de modelos de estudo no período entre o procedimento cirúrgico e a colocação do implante.
Para que a cirurgia de implante alcance sucesso, o ideal é que a avaliação pré-cirúrgica seja realizada pelo cirurgião e protesista, devendo as necessidades restauradoras serem observadas desde o início. Para a correta indicação do implante a equipe deve levar em consideração
somente a qualidade do osso.
somente a quantidade do osso.
a quantidade do osso e proximidade do implante com os seios, forame mentoniano, canal mandibular e dentes adjacentes.
a presença de diabetes, o alcoolismo e o tabagismo que aceleram o processo de cicatrização.
a existência de estrutura óssea para que o implante fique obrigatoriamente vestibularizado.