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O ensino da Língua Portuguesa tem sido marcado por uma sequência de conteúdos que se poderia chamar de aditiva: ensina-se a juntar sílabas (ou letras) para formar palavras, a juntar palavras para formar frases e a juntar frases para formar textos. Essa abordagem aditiva levou a escola a trabalhar com "textos" que só servem para ensinar a ler. "Textos" que não existem fora da escola e, como os escritos das cartilhas, em geral, nem sequer podem ser considerados textos, pois não passam de simples agregados de frases. Se o objetivo é que o aluno aprenda a produzir e a interpretar textos, não é possível tomar como unidade básica de ensino nem a letra, nem a sílaba, nem a palavra, nem a frase que, descontextualizadas, pouco têm a ver com o que representa a questão central
(http://portal.mec.gov.br/seb/https://arquivos.infra-questoes.grancursosonline.com.br/arquivos/pdf/livro02.pdf) - (p.23)
Marque a alternativa que apresenta a "Questão Central".
A competência discursiva.
O objeto de ensino da Língua Portuguesa.
A seleção de textos para iniciar o ensino da Língua Portuguesa.
O ensino da Língua Portuguesa.