

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Para Fábio Bezerra de Brito, docente de História da Escola de Aplicação da Faculdade de Educação da USP, tanto os documentos quanto os relatos orais foram ditos ou escritos por pessoas que são, por natureza, parciais. "Na história oral, o que as pessoas contam é apenas aquilo que elas acham merecedor de ser lembrado. E o que fica não é todo o passado. É importante compreender que memória é cultura e também poder. Os arquivos oficiais contêm as versões que mais interessam às classes sociais que dominaram e dominam as sociedades. E os livros, consequentemente, só reservam espaço para essas interpretações. (...) Claro que não podemos ignorar as histórias estabelecidas. Seria cometer o mesmo erro”. (Disponível em http://novaescola.abril.com.br. Acesso em 12 nov. 2015.)
Considerando o pensamento do autor e seus conhecimentos de historiografia, assinale a alternativa CORRETA.
Os documentos escritos, dada a sua natureza oficial e pública, são mais confiáveis que a história oral.
Os depoimentos orais permitem a construção de uma versão histórica da mesma forma que a produzida com documentos escritos.
Os relatos orais não são suficientes para a escrita da história, por sua parcialidade e pela impossibilidade de comprovação dos fatos.
A melhor forma de se apreender a completude do passado é utilizar concomitantemente as fontes orais e os documentos escritos.