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A Política Nacional de Alfabetização (PNA, 2019) afirma que a alfabetização é, muitas vezes, usada de modo impreciso, resultando em confusão pedagógica e didática, dificuldade de diálogo entre os envolvidos e desconhecimento dos pais quanto aos seus filhos estarem alfabetizados, quando, na verdade, mal sabem ler palavras. Segundo o PNA, a alfabetização como o ensino das habilidades de leitura e de escrita em um sistema alfabético apresenta alguns pressupostos, quais sejam, EXCETO:
O que se ensina é um modo de representação gráfica que representa os sons por meio de letras.
O ato de ler e escrever se manifesta em diferentes graus ou níveis, mas as crianças não devem ter acesso aos livros até que aprendam a ler, isso porque seu conhecimento de mundo ainda é insuficiente e precário.
Uma pessoa alfabetizada é capaz de decodificar e codificar qualquer palavra em sua língua.
A leitura e escrita de palavras com precisão e fluência, dentro e fora de textos, é o início de um caminho que deve ser consolidado por meio de atividades que estimulem a leitura e a escrita de textos cada vez mais complexos.
A ciência cognitiva da leitura afirma que a aprendizagem da leitura e da escrita não é natural nem espontânea, ambas precisam ser ensinadas de modo explícito e sistemático, evidência que afeta diretamente a pessoa que ensina.