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Em publicação de 2009, o Comitê de Ajudas Técnicas definiu Tecnologia Assistiva (TA) como uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação, de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. O documento aponta que os conceitos e práticas de TA evoluíram, com base em pesquisas e estudos, para um modelo biopsicossocial, que reconhece o usuário e suas subjetividades como centro das ações em TA, requerendo o envolvimento integrado de profissionais de várias áreas de conhecimento.
BRASIL. Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Comitê de Ajudas Técnicas. Brasília: CORDE, 2009. Disponível em: http:/www.galvaofilho.net/livro-tecnologia-assistiva CAT.pdf. Acesso em:17 jul. 2024 (adaptado).
Reconhecer a deficiência a partir do modelo biopsicossocial e no que institui a Lei Brasileira de Inclusão — Lei n.º 13.146, de 6 de julho de 2015, implica:
I.Realizar avaliação da deficiência, quando necessária, por equipe multiprofissional e interdisciplinar.
Il.Considerar impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo; fatores socioambientais, psicológicos e pessoais; limitação no desempenho de atividades e restrição de participação.
III.Adotar medidas individualizadas e coletivas que maximizem o desenvolvimento acadêmico e social dos estudantes com deficiência, favorecendo acesso, permanência, participação e aprendizagem.
IV.Desconsiderar a abordagem do Desenho Universal para Aprendizagem (DUA) por não se configurar como abordagem individualizada.
É correto o que se afirma em:
IV, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III, apenas.
I, II, III e IV.
I e IV, apenas.