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Partindo do princípio de que o professor deve ensinar os conteúdos e também formar o aluno para que ele seja atuante na sociedade, torna-se imprescindível que este organize seu plano de aula de modo que o aluno perceba a importância do que está sendo ensinado, num contexto histórico, para seu dia-a-dia ou para seu futuro. Neste contexto, é INCORRETO afirmar:
Na elaboração do plano de aula, o professor deve considerar componentes fundamentais, tais como: conhecer sua personalidade enquanto professor, conhecer seus alunos (características psicossociais e cognitivas), conhecer a epistemologia e a metodologia mais adequada às características das disciplinas, conhecer o contexto social de seus alunos.
Não se discute a necessidade e importância de se elaborar o plano de aula, porém, ele não precisa ser descrito minuciosamente, mas deve ser estruturado, no sentido de assegurar uma organização e uma tomada de consciência do que de fato se pretende fazer e alcançar.
É o plano de aula que dá ao professor a dimensão da importância de sua aula e os objetivos a que ela se destina, bem como o tipo de cidadão que pretende formar. Por isso o planejamento toma uma dimensão imprescindível visto que ele aponta as concepções do professor e quais concepções ele pretende desenvolver com seus alunos no enfoque pedagógico.
O plano de aula é importante e deve ser apresentado aos pais, responsáveis e alunos sempre no início de cada aula garantindo clareza dos objetivos, precisão nos resultados e avaliação assertivas quando da necessidade de retomada dos conhecimentos não compreendidos pelos alunos.
O plano de aula deve nortear ação educativa e pré-determinar como cada situação deve acontecer, executando com os alunos única e exclusivamente o que está planejado de modo a cumprir aquilo que está proposto.
Alguns pesquisadores afirmam que as práticas pedagógicas adotadas pelas escolas públicas brasileiras, estão sustentadas na ideia de que o professor, agente do processo educativo, ensina, transmite aos alunos seu conhecimento, que passivamente memorizam. Essa afirmação faz com que a escola assuma um papel autocrático, demonstrando que o professor ocupa o centro desse processo, deduzindo-se que para haver aprendizagem basta que o aluno reproduza o que lhe foi transmitido.
O texto se refere as bases de uma escola tradicional que vem cotidianamente sofrendo abalos por parte do/da, EXCETO:
Desenvolvimento tecnológico.
Mídia televisiva.
Proximidade da família.
Universalização das informações.
Avaliar e examinar são ações diferentes: enquanto a primeira é pontual, classificatória e diagnóstica, a segunda é somativa, seletiva e inclusiva.
Certo
Errado
O professor de educação infantil quando utiliza o jogo educativo, sua intenção é:
Situações para a construção do conhecimento, introduzindo o lúdico, o prazer, ação ativa e motivação.
Promover diversão no auxílio do ensino aprendizagem, em contrapartida, as aulas se tornaram barulhentas, e por sua vez o professor perde o controle da sala e a sua moral. Nesse sentido é preferível não incluir o jogo educativo na educação infantil.
Os professores devem acompanhar rigorosamente as etapas do jogo para que as crianças sigam as regras impostas.
Utilizar somente na recreação, pois tira do jogo o prazer pela atividade em si, dando prioridade ao produto e não à aprendizagem de noções e habilidades.
De acordo com as autoras de Atendimento Educacional Especializado – Aspectos Legais e Orientação Pedagógica: “O que se persegue, especialmente em fase de Ensino Fundamental, é a formação humana e a preparação emocional do aluno para prosseguir nos estudos. Não se descuida do conteúdo curricular, mas esta deixa de ser o eixo principal da escola que a Constituição Brasileira de 1988 previu, adotando uma tendência mundial. As escolas que seguem essa tendência recebem com sucesso a todos os alunos, inclusive...”
os que têm algum tipo de deficiência
os pais dos alunos
a comunidade
as inovações tecnológicas
os projetos impostos pelos sistemas de educação