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Pedagogos como Froebel, Montessori e Decroly chamaram a atenção para o valor educativo do jogo e fizeram com que muitos educadores reconhecessem a importância de tal atividade. Ainda hoje, os sistemas pré-escolares discutem se o jogo infantil é um ato de expressão livre, um fim em si mesmo ou um recurso pedagógico.
Brincar na escola é diferente de brincar em casa. Os brinquedos são da instituição; as possibilidades de brincadeiras em grupo são maiores, e crianças da mesma idade costumam ficar sob a responsabilidade de poucos adultos. Todos esses fatores influenciam os modos de brincar e exigem reflexão por parte dos educadores.
PORTO, Cristina Laclette. O brinquedo como objeto de cultura.
Disponível em: http://www.redebrasil.tv.br/salto/boletins2003/jbdd/tetxt2.htm
A partir da leitura do texto acima, é correto afirmar que
é preciso compreender a especificidade e a importância de brincadeiras ou jogos, o que não significa que devam ser todos de cunho pedagógico.
para toda e qualquer brincadeira, os educadores devem encontrar um recurso pedagógico para estimular a aprendizagem.
os jogos e brincadeiras são de livre expressão das crianças e, na escola, devem ser utilizados como um fim em si mesmos.
toda e qualquer brincadeira tem um cunho pedagógico, seja na escola, em casa, na rua ou no clube.
todas as brincadeiras das crianças, apesar de terem um cunho pedagógico, devem ser respeitadas em sua livre expressão.
Na Escola Progresso a supervisão pedagógica tem uma atuação integradora, visando a promover melhorias constantes na qualidade do ensino. Nessa perspectiva, são atribuições da supervisão pedagógica as que se seguem, EXCETO
liderar as atividades pedagógicas e curriculares de modo a que seja identificada como o centro das decisões do qual devem emanar todas as condutas escolares.
organizar as turmas de alunos, designar professores para as classes, elaborar o horário escolar, planejar e coordenar o Conselho de Classe.
acompanhar a elaboração de diagnósticos, projetos e planos de ensino, subsidiando o corpo docente em suas atividades acadêmicas.
exercer a liderança, promovendo a participação de todos os profissionais, e coordenar atividades de formação continuada e de desenvolvimento dos professores.
responder pelo acompanhamento das atividades de sala de aula, visando a níveis satisfatórios de qualidade cognitiva e operativa do processo de ensino e aprendizagem.
Em um congresso sobre disciplina e indisciplina na escola, os professores palestrantes deram as contribuições apresentadas a seguir.
Maria: O barulho, a agitação e a movimentação em sala de aula devem ser catalisadores do ato de conhecer, tornando a indisciplina um movimento estruturado em torno de ideias, conceitos e proposições.
Paulo: O professor precisa ter uma conduta dialógica, disposta à intervenção pedagógica, à negociação constante em relação às estratégias de ensino e de avaliação, aos objetivos e até mesmo aos conteúdos preconizados.
Helena: A saída para as situações de indisciplina está na relação professor-aluno, nos vínculos estabelecidos, pois, guardadas as especificidades de atribuições, ambos são parceiros de um mesmo jogo, cujo rival é a ignorância.
A plateia que assistiu às palestras fez vários comentários. Identifique aquele que analisou corretamente uma ou mais das contribuições dos professores.
A concepção de disciplina de Maria está identificada com uma visão institucional voltada para a vigilância e a punição.
A visão de atuação docente que Paulo apresenta conduz a um enfraquecimento da figura de autoridade simbólica desempenhada pelo professor.
A proposta de Helena desconsidera o foco dos problemas de indisciplina, que está na ausência de intervenção familiar no âmbito escolar e em problemas psicológicos dos alunos.
As ideias dos três palestrantes são vinculadas a um modelo de escola que vigorou na Modernidade e que foi superado por concepções pragmáticas de educação.
As colocações de Maria, Paulo e Helena consideram a indisciplina como fenômeno transversal, que é superado com o foco no conhecimento e nas regras a ele subjacentes.
“Dotar os indivíduos de comportamentos flexíveis que lhes permitam ajustar-se às condições de uma sociedade em que as próprias necessidades de sobrevivência não estão garantidas”, é objetivo de qual pedagogia? (SAVIANI, 2007)
pedagogia corporativa.
pedagogias contra-hegemônicas.
pedagogia das competências.
pedagogia da exclusão.
Segundo dados de 2005 do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), no Brasil em torno de quatro milhões de estudantes utilizam transporte escolar oferecido pelos Municípios e Estados. Tal oferecimento ocorre porque
está garantido na Constituição Federal de 1988, na forma de programas suplementares.
vem a atender ao elevado número de alunos com necessidades especiais e portadores de deficiências.
é facultado a cada entidade federativa conceder o serviço, conforme as prioridades educacionais.
há recursos disponibilizados pelos organismos internacionais que são voltados para esse fim.
há um número de escolas rurais, superior ao de escolas no meio urbano, demandando o serviço.