

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A prática clínica analítico-comportamental surgiu no Brasil por volta da década de 1980. Essa abordagem ganhou impulso no país, juntamente com outras práticas clínicas, sob o rótulo de terapias cognitivo-comportamentais. Essa “nova” classe de profissionais emergiu como uma alternativa ao modelo psicodinâmico de terapia, até então fortemente predominante por aqui. Sob o ponto de vista da prática clínica analítico-comportamental, é INCORRETO afirmar que:
A função do estímulo condicional é a de preparar o organismo para receber o estímulo incondicional. Por exemplo, no experimento de Pavlov, a salivação eliciada pelo som preparava o organismo para consumir o alimento.
É comum a concepção de que o comportamento é causado por aquilo que ocorre dentro da pele de uma pessoa (Skinner, 1953). As emoções costumam ser bons exemplos de causas internas do comportamento, e afirmações como “eles brigaram porque estavam com raiva” ou “eu não consigo falar em público porque fico ansioso” são comumente observadas na sociedade atual.
O comportamento respondente refere-se a uma relação entre organismo e ambiente, denominada “reflexo”, na qual a apresentação de um estímulo elicia uma resposta. Neste, a resposta é controlada exclusivamente pelo estímulo antecedente, eliciador, ou seja, uma vez que o estímulo é apresentado, a resposta ocorrerá.
O psiquismo não pode funcionar como o sistema nervoso e resolver a excitação através de uma ação motora imediata, capaz de evacuar a tensão. Não, o psiquismo só pode reagir à excitação através de uma metáfora da ação, uma imagem, um pensamento ou uma fala que represente a ação, e não a ação concreta, que permitiria a descarga completa da energia.