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João é um adolescente de 15 anos que vive em uma comunidade carente e sofre de transtorno de ansiedade generalizada. Ele tem dificuldades para se concentrar nas aulas, sente medo constante de fracassar e evita situações sociais que possam gerar críticas ou rejeição. Apresenta sintomas físicos, como taquicardia, sudorese, tremores e náuseas. João nunca procurou ajuda profissional, pois acredita que sua condição é normal e que todos sofrem do mesmo jeito. Além disso, ele não tem acesso a serviços de saúde mental na sua região e teme o estigma de ser rotulado como louco ou fraco. Considerando o caso de João, a abordagem psicológica da educação que melhor se adequa as suas necessidades é:
Abordagem tradicional, pois João precisa de uma educação baseada na transmissão de conteúdos e na disciplina rigorosa, que lhe dê segurança e confiança para superar seus medos.
Abordagem humanista, pois João precisa de uma educação baseada na valorização do indivíduo e na promoção da autoestima, que lhe permita expressar seus sentimentos e desenvolver seu potencial.
Abordagem comportamentalista, pois João precisa de uma educação baseada em reforços positivos e negativos, que lhe ensine a modificar seus comportamentos inadequados e a controlar suas emoções.
Abordagem sociocultural, pois João precisa de uma educação baseada na interação social e na mediação cultural, que lhe proporcione oportunidades de aprendizagem significativa e de participação cidadã.