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São analisadores da sociedade de controle, de acordo com Deleuze (1992), EXCETO:
No regime das prisões: a busca de penas alternativas.
No regime das escolas: a avaliação contínua.
No regime dos hospitais: a nova medicina "sem médico nem doente", ou a “medicalização da vida”.
Barros (2007), ao tomar o grupo como um dispositivo, refere-se a entender o grupo como
um objeto que possui natureza agregadora e que possibilita, portanto, o processo de análise.
máquina aberta a conexões individuais que possibilitam analisar as instâncias indivíduo, grupo e sociedade.
possibilidade de disparar acontecimentos que, ao irromperem, desmancham territórios cristalizados e datados.
estratégia de promover processos contínuos de triagem e, deste modo, organizar a demanda institucional.
Vera Malaguti Batista enfoca em O Medo na Cidade do Rio de Janeiro: Dois Tempos de uma História a difusão do medo do caos e da desordem para neutralizar e disciplinar as massas empobrecidas, a partir da hegemonia conservadora.
Desse modo:
I. Para entender as bases do medo contemporâneo, a autora analisa os discursos sobre a segurança na conjuntura de pânico no Rio de Janeiro na década de 90 do século XX, paralelo ao estudo dos medos cariocas do século XIX, ao retratar a repercussão no Rio de Janeiro da revolta muçulmana escrava conhecida como a revolta dos Malês.
II. A autora reforça a ideia de que a Igreja, no começo da era moderna, de forma sábia manipulou e orientou os medos populares para consolidar seus interesses. Ressalta ainda que o medo coletivo foi de extrema importância na construção da sociedade urbana no Brasil.
III. A autora afirma que a escravidão exerceu uma enorme influência sobre a divisão e organização da sociedade contemporânea. Nisso incluem-se discursos, práticas de instituições, como a medicina e a saúde pública, política, imprensa, e o não menos importante controle da criminalidade.
Pode-se afirmar que
No cotidiano com as populações de baixa renda, é comum que o psicólogo se dê conta de que a concepção de homem que norteia grande parte das teorias dominantes na Psicologia cai por terra diante da subjetividade brasileira. No lugar de identidades fixas a serem diagnosticadas a partir de modelos pré-determinados, ele encontra uma processualidade que escapa a qualquer tentativa de enquadramento. Considerando as experiências frustrantes das práticas tradicionais junto a estas populações constituem-se demandas urgentes para o psicólogo:
1. Compreender que necessita não apenas conhecer as necessidades dessas populações, mas, construir ou criar práticas que brotem de um verdadeiro encontro com as mesmas.
2. Produzir um conhecimento que resulte das trocas entre as singularidades ali presentes e se ancore num envolvimento com aquele cotidiano, com aquelas pessoas e suas problemáticas específicas.
3. Cuidar para que a utilização da medida em psicologia - os testes psicológicos – não se transforme em capa protetora perante a emergência da diferença, na medida em que a classifica como desvio ou anormalidade.
4. Aprisionamento a um modelo teórico, justificando seu fracasso como sendo resultado de impossibilidades da própria população, vista como desvalida e sem condições emocionais e/ou intelectuais para enfrentar os problemas.
Estão corretas apenas:
1 e 2.
1, 2 e 3.
2 e 3.
2, 3 e 4.
3 e 4.
Em nossa sociedade muitas pessoas acreditam que os pobres são pobres porque não se esforçam, são preguiçosos e não têm aspirações. Essa crença nos ajuda a compreender que:
1. Cada indivíduo desenvolve suas próprias idéias e pontos de vista independentemente das influências ideológicas que possa sofrer.
2. Os grupos sociais constroem representações sobre a realidade de modo a conferir-lhe uma lógica, tornando-a subjetivamente compreensível para os indivíduos.
3. As representações, socialmente construídas, podem, também, ideologicamente inventar outra origem histórica para os fatos e situações sociais.
4. Ao conferirem uma lógica para a realidade, essas representações ajudam a manter a ordem estabelecida.
Estão corretas apenas:
1.
2.
2 e 3.
2 e 4.
2, 3 e 4.
Segundo os estudos Gröen, correlacione as formas como os grupos humanos sofrem influências e as modificações socioculturais que as provocam.
1) De forma gradual
2) De forma súbita.
3) Em movimentos constantes.
( ) Crescimento econômico de uma região, modificação das condições políticas de um povo, da lenta transformação de uma cultura em outra.
( ) Emigração e imigração.
( ) Modificações catastróficas conseqüentes de guerras, genocídios, revoluções e outros conflitos.