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Um dos aspectos a ser considerado e que é comum nos serviços ambulatoriais é a existência de um prontuário exclusivo da Psicologia. Nestes casos, segundo Miranda, Lima e Santos (2016), o registro deverá ser feito
a cada atendimento realizado e mantido em local que garanta o sigilo e a privacidade, porém aberto à equipe multiprofissional (CFP, 2009, art. 4°, § 2°).
ao final do dia, contendo todos os atendimentos realizados e sintetizados, além guardar em um local que garanta o sigilo e a privacidade (CFP, 2009, art. 4°, § 2°).
a cada atendimento realizado e mantido em local que garanta o sigilo e a privacidade (CFP, 2009, art. 4°, § 2°).
ao final do dia, contendo todos os atendimentos realizados e sintetizados. Devem também ser guardados em um local que garanta o sigilo e a privacidade, porém aberto à equipe multiprofissional (CFP, 2009, art. 4°, § 2°).
O Relatório Multiprofissional, um dos tipos de documentos elaborados pelos psicólogos que atuam em equipes multiprofissionais, pode
ser elaborado para subsidiar um encaminhamento ou para documentar uma única intervenção realizada pela equipe.
ter sua estrutura alterada de acordo com os profissionais que o elaboram e com a demanda que motivou a sua elaboração.
descumprir alguns direitos dos usuários dos serviços psicológicos, uma vez que contempla diretrizes éticas de profissionais de outras áreas.
contemplar a descrição de procedimentos e técnicas privativas do psicólogo em conjunto com outros profissionais que integram a equipe.
ser utilizado com finalidades distintas daquela que motivou a sua elaboração, porque é resultante da atuação de diversos profissionais.
Sobre o Parecer Psicológico, assinale a alternativa INCORRETA:
O resultado do parecer psicológico deve ser conclusivo.
O parecer psicológico é um pronunciamento por escrito, que tem como finalidade apresentar uma análise técnica.
O parecer psicológico visa a dirimir dúvidas de uma questão-problema ou documento psicológico que estão interferindo na decisão do solicitante, sendo, portanto, uma resposta a uma consulta.
A elaboração de parecer psicológico exige, da(o) psicóloga(o), conhecimento específico e competência no assunto.
O parecer psicológico não é um documento resultante do processo de avaliação psicológica ou de intervenção psicológica.
A Resolução CFP nº 06/2019 tem como objetivos orientar a(o) psicóloga(o) na elaboração de documentos escritos produzidos no exercício da sua profissão e fornecer os subsídios éticos e técnicos necessários para a produção qualificada da comunicação escrita. A Resolução atenta para os deveres da(o) psicóloga(o), no que diz respeito ao sigilo profissional sobre as equipes interdisciplinares, sobre as relações com a justiça e com as políticas públicas e sobre o alcance das informações, para a garantia dos direitos humanos, e identifica riscos e compromissos do alcance social do documento elaborado. Constituem modalidades de documentos psicológicos: declaração, atestado, relatório, laudo e parecer. Sobre o relatório multiprofissional, é correto afirmar que
Deve observar as mesmas características do relatório psicológico. Consiste em um documento que, por meio de uma exposição escrita, descritiva e circunstanciada, não considera os condicionantes históricos e sociais da pessoa, do grupo ou da instituição atendida, mas apenas o que é de ordem individual. Pode ser de caráter informativo.
É resultante da atuação da(o) psicóloga(o) em contexto multiprofissional, podendo ser produzido em conjunto com profissionais de outras áreas, preservando a autonomia e a ética profissional dos envolvidos.
Visa comunicar a atuação profissional da(o) psicóloga(o) em diferentes processos de trabalho já desenvolvidos ou em desenvolvimento, podendo gerar orientações, recomendações, encaminhamentos e intervenções pertinentes à situação descrita no documento, tendo como finalidade especialmente produzir diagnóstico psicológico.
Não deve descrever as informações sobre o que motivou a busca pelo processo de trabalho multiprofissional e sobre quem forneceu as informações, apenas as demandas que levaram à solicitação do documento.
A conclusão do relatório multiprofissional não pode ser realizada em conjunto, mesmo nos casos em que se trate de um processo de trabalho interdisciplinar.
A confecção de documentos psicológicos no contexto das Varas de Família deve seguir certas orientações a fim de evitar equívocos e distorções que prejudiquem a convivência familiar e a tomada de responsabilidade dos genitores e responsáveis em relação à criança ou ao adolescente.
Recomenda-se tecnicamente:
o uso de termos, expressões e conceitos que são específicos da psicologia;
a reprodução de frases ditas pelos sujeitos para provar a veracidade do que está sendo apresentado no documento psicológico;
a colheita do depoimento e a descrição literal do que foi relatado e observado do sujeito;
a descrição pormenorizada de todas as informações que foram colhidas ao longo do atendimento;
a elaboração de conclusões psicológicas, e não jurídicas, mas podendo relatar contraindicações psicológicas à obtenção da guarda por parte de um dos responsáveis.
Em 2019, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) lançou uma nova resolução acerca da escrita de documentos psicológicos. Sobre as regras desta resolução para a escrita de laudos psicológicos, o que não é CORRETO afirmar?
É um documento que precisa ter embasamento em instrumentos técnicos e, a depender do contexto, podem recorrer a procedimentos e recursos auxiliares. Quanto à escrita, precisa usar linguagem precisa, clara, inteligível e concisa nos documentos. Deverá referenciar todo o material teórico-técnico preferencialmente em nota de rodapé. Além disto, todas as laudas devem estar numeradas e rubricadas, com exceção da última, que será assinada.
O desafio na escrita do laudo psicológico é que ele seja cada vez menos extenso, porém mais denso e com linguagem acessível.
Os seguintes tópicos são considerados obrigatórios em um laudo: 1) identificação do profissional e do paciente avaliado; 2) descrição da demanda/justificativa da avaliação; 3) procedimentos/metodologia; 4) análises/descrição dos resultados; 5) conclusão; 6) orientações para as famílias; 7) referências bibliográficas.
Quanto forem utilizados termos técnicos, eles devem estar acompanhados das explicações conceituais retiradas dos fundamentos teórico-filosóficos que os sustentam.
Testes desfavoráveis de acordo com o CFP não podem ser utilizados na avaliação.
O Conselho Federal de Psicologia publicou a Resolução CFP nº 06/2019, que institui regras para a elaboração de documentos escritos produzidos pela(o) psicóloga(o) no exercício profissional e revoga as Resoluções CFP nº 15/1996 e 07/2003. A elaboração de documentos escritos produzidos pela(o) psicóloga(o), em sua prática profissional, tem sido pauta no sistema Conselhos de Psicologia, desde 2001, visando ao fornecimento de diretrizes para as(os) psicólogas(os) e à garantia de mais uniformidade e qualidade na produção desses documentos. Analise as considerações abaixo, verificando se são verdadeiras ou falsas.
I As demandas sociais, surgidas nos últimos anos, exigem da(o) psicóloga(o) uma atuação transformadora e significativa, com papel mais ativo na promoção e no respeito aos direitos humanos.
II A(o) psicóloga(o) encontra-se inserida(o) em diferentes setores de nossa sociedade, conquistando espaços emergentes que exigem normatizações e determinam sua ação.
III A(o) psicóloga(o) deve pautar sua atuação profissional no uso diversificado de conhecimentos, técnicas e procedimentos, devidamente reconhecidos pela comunidade científica, que se configuram nas formas de avaliação e intervenção sobre as pessoas, grupos e instituições.
IV A(o) psicóloga(o) deve atuar com autonomia intelectual e visão interdisciplinar, potencializando sua atitude investigativa e reflexiva para o desenvolvimento de uma percepção crítica da realidade diante das demandas das diversidades individuais, grupais e institucionais, sendo capaz de consolidar o conhecimento da Psicologia com padrões de excelência ética, técnica e científica em favor dos direitos humanos.
A sequência correta é:
Verdadeira, falsa, verdadeira, falsa.
Falsa, verdadeira, verdadeira, falsa.
Falsa, verdadeira, falsa, falsa.
Verdadeira, falsa, falsa, verdadeira.
Verdadeira, falsa, verdadeira, verdadeira.
Diante da complexidade do exercício profissional do psicólogo, o Conselho Federal de Psicologia publicou a Resolução nº 06/2019 Com o objetivo de orientar ética e tecnicamente a elaboração de documentos psicológicos decorrentes do exercício profissional nos mais variados Campos de atuação. A alternativa que apresenta uma informação correta sobre o documento psicológico é:
sua confecção é realizada exclusivamente mediante solicitação do usuário do serviço de psicologia ou de seus responsáveis legais, sendo vedada a solicitação por terceiros, ainda que seja um profissional específico
constitui instrumento de comunicação escrita resultante de prestação de serviço psicológico a pessoa ou grupo, sendo nomeado de relatório institucional quando resulta de serviço prestado à instituição
As informações sobre objetivos e resultados do serviço psicológico prestado são de direito dos envolvidos, a partir de uma solicitação formal e fundamentada, tendo acesso ao documento produzido pela atividade do psicólogo mediante a anuência do profissional
o documento escrito resultante da prestação de serviços psicológicos deve considerar a natureza dinâmica, não definitiva e não cristalizada do fenômeno psicológico
A Resolução Nº 6, de 29 de março de 2019 instituiu as regras para elaboração de documentos escritos produzidos pela/a psicóloga/a em exercício profissional. Neste documento são descritas as diretrizes para elaboração do relatório multiprofissional. A respeito deste ponto considere as afirmações a seguir:
I. A descrição dos procedimentos e/ou técnicas privativas da Psicologia deve vir separada das descritas pelos demais profissionais.
II. O relatório multiprofissional isenta a/o psicóloga/o de realizar o registro documental, conforme Resolução CFP nº 01/2009 ou outras que venham a alterá-la ou substituí-la.
III. Na elaboração da análise orienta-se que cada profissional faça sua análise separadamente, identificando, com subtítulo, o nome e a categoria profissional.
IV. A conclusão do relatório multiprofissional impreterivelmente deve ser realizada em conjunto.
Com base nas assertivas, pode-se afirmar que:
Apenas as assertivas I, II e III estão corretas.
Apenas as assertivas I, III e IV estão corretas
Apenas as assertivas I, II e IV estão corretas.
Apenas as assertivas I e III estão corretas.
Todas as afirmativas estão corretas.
A Resolução CFP no 06/2019 instituiu orientações sobre a elaboração de documentos escritos produzidos pelo(a) psicólogo(a) no exercício profissional e aponta que o resultado de uma avaliação psicológica deve ser apresentado em forma de
exame de caso.
relatório psicológico.
laudo psicológico.
declaração de avaliação psicológica.
resumo do estudo de caso.
A Resolução n.º 6 de 29 de março de 2019, do Conselho Federal de Psicologia, institui regras para a elaboração de documentos escritos produzidos pelo(a) psicólogo(a) no exercício profissional. Assinale a alternativa INCORRETA acerca destas regras:
Os documentos escritos decorrentes de avaliação psicológica, bem como todo o material que os fundamentou, deverão ser guardados pelo prazo mínimo de 10 anos, observando-se a responsabilidade por eles tanto do psicólogo quanto da instituição em que ocorreu a avaliação psicológica.
É dever do psicólogo realizar a Entrevista Devolutiva, para entrega do relatório e do laudo psicológico, à pessoa, grupo, instituição atendida ou responsáveis legais. Nos demais documentos produzidos com base nesta resolução, é recomendado ao psicólogo, sempre que solicitado, realizar a entrevista devolutiva.
Em relação aos princípios da Linguagem Técnica, os documentos psicológicos devem ser escritos de forma impessoal, na terceira pessoa, com coerência que expresse a ordenação de ideias e a interdependência dos diferentes itens da estrutura do documento.
O processo de avaliação psicológica deve considerar que os objetos deste procedimento (as questões de ordem psicológica) têm determinações históricas, sociais, econômicas e políticas, sendo estas determinações, elementos constitutivos no processo de subjetivação. O documento, portanto, deve considerar a natureza dinâmica, não definitiva e não cristalizada do seu objeto de estudo.
A Resolução CFP 06/2019 estabelece orientações sobre a elaboração de documentos escritos, produzidos por psicóloga ou psicólogo no exercício profissional. Conforme esta Resolução, são 5 (cinco) as modalidades de Documentos a serem emitidos. Especialmente sobre oAtestado Psicológico, é INCORRETO afirmar que:
Diferentemente da declaração, o atestado psicológico resulta de uma avaliação psicológica. É responsabilidade da(o) psicóloga(o) atestar somente o que foi verificado no processo de avaliação e que esteja no âmbito de sua competência profissional.
Atestado Psicológico consiste em um documento que certifica, com fundamento em um diagnóstico psicológico, uma determinada situação, estado ou funcionamento psicológico, com a finalidade de afirmar as condições psicológicas de quem, por requerimento, o solicita.
O Atestado Psicológico presta-se também a comunicar o diagnóstico de condições mentais que incapacitem a pessoa atendida, com fins de: I - Justificar faltas e impedimentos; II - Justificar estar apto ou não para atividades específicas, após à realização de um processo de avaliação psicológica.
Devido às consequências que podem advir da interpretação errônea de um diagnóstico, a elaboração do Atestado Psicológico deve ser precedida de rigorosa avaliação técnica e psicológica e em sua escrita devem estar sucintamente descritas as condições do paciente, bem como, obrigatoriamente, as referências de classificação do CID-10.
A emissão de Atestado Psicológico deve estar fundamentada no registro documental, conforme dispõe a Resolução CFP n.º 01/2009 ou aquelas que venham a alterá-la ou substituí-la, não isentando a(o) psicóloga(o) de guardar os registros em seus arquivos profissionais, pelo prazo estipulado nesta resolução.
O prazo de validade de um laudo psicológico é de seis meses.
Certo
Errado
Levando-se em consideração a Resolução n.º 05/2007, do CRPPR, que institui as normas para preenchimento de prontuários pelos psicólogos dos serviços de saúde, assinale a alternativa correta.
A evolução do paciente pelo psicólogo deverá ser realizada diariamente em cada prontuário em consonância com os registros dos outros profissionais.
Fica a critério do psicólogo registrar nos prontuários dos respectivos pacientes, a participação ou não de familiares e/ou responsáveis em reuniões específicas para eles.
Além dos dados de identificação completa do paciente, compõem o prontuário a anamnese: exame do estado físico, exames complementares e resultado, hipótese diagnóstica, diagnóstico definitivo e tratamento efetuado.
As comunicações escritas realizadas pelos psicólogos em prontuários deverão ser claras e objetivas, sendo vetado reproduzir expressões utilizadas pelo paciente.
No caso de alta do paciente para outra instituição, cabe ao psicólogo encaminhar os relatos das sessões realizadas.
Em relação à obrigatoriedade do registro documental decorrente da prestação se serviços psicológicos (CFP, 2009), analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Devem contemplar o registro de encaminhamento e encerramento.
( ) Os documentos resultantes da aplicação de instrumentos de avaliação psicológica deverão ser arquivados junto ao prontuário do paciente.
( ) Deve ser registada a evolução do trabalho, de modo a permitir o conhecimento dele e seu acompanhamento.
( ) Cópias de outros documentos produzidos pelo psicólogo para a instituição não necessitam de arquivamento.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – V – F – F.
V – F – V – F.
V – V – F – V.
F – V – F – V.
F – F – V – F.
O laudo psicológico é o resultado de um processo de avaliação psicológica, com a finalidade de subsidiar decisões relacionadas ao contexto em que surgiu a demanda (CFP, 2019). Em relação a esse documento psicológico, assinale a alternativa INCORRETA.
É uma peça de natureza e valor técnico-científico. Deve conter narrativa detalhada e didática, com precisão e harmonia, tornando-se acessível e compreensível ao destinatário.
Deve ser construído com base no registro documental elaborado pelo psicólogo e na interpretação e análise dos dados obtidos por meio de métodos, técnicas e procedimentos reconhecidos cientificamente.
Deve considerar a demanda, os procedimentos e o raciocínio técnico-científico da profissional, fundamentado teórica e tecnicamente, não sendo necessário o relato das conclusões e recomendações, pois a natureza dinâmica de seu estudo pode mudar a qualquer momento.
O laudo psicológico deve apresentar os procedimentos e conclusões gerados pelo processo de avaliação psicológica, limitando-se a fornecer as informações necessárias e relacionadas à demanda.
Nos casos em que o psicólogo atue em equipes multiprofissionais, e havendo solicitação de um documento decorrente da avaliação, o laudo psicológico ou informações decorrentes da avaliação psicológica poderão compor um documento único.
Leia o texto.
Princípio I: O psicólogo baseará o seu trabalho no respeito e na promoção da liberdade, da dignidade, da igualdade e da integridade do ser humano, apoiado nos valores que embasam a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
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Princípio IV: O psicólogo atuará com responsabilidade, por meio do contínuo aprimoramento profissional, contribuindo para o desenvolvimento da Psicologia como campo científico de conhecimento e de prática.
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Com base na leitura de dois princípios do atual Código de Ética do Profissional Psicólogo (CEPP) apresentados acima, os princípios apresentados apontam para:
uma interpretação deste CEPP como um conjunto de normas fixas e imutáveis no tempo.
um entendimento deste CEPP como um conjunto de normas fixas e específicas para situações de cada área de atuação da profissão.
uma compreensão deste CEPP como um instrumento que promove a reflexão por parte do profissional de Psicologia.
uma interpretação deste CEPP como um instrumento voltado para o uso não reflexivo por parte do profissional de Psicologia.
um entendimento deste CEPP como um conjunto de normas variáveis e específicas para problemas de natureza clínica.
Para a efetivação de um processo de adoção, foi solicitada uma apresentação descritiva acerca de situações e/ou condições que configurem uma avaliação psicológica da criança, considerando o conjunto das influências históricas, sociais, políticas e culturais.
Nesses termos, o documento solicitado foi um(a)
Atestado.
Laudo.
Parecer.
Bateria de teste.
Anamnese.
Equipes multidisciplinares podem solicitar a elaboração de documento psicológico.
Certo
Errado
Qual é a finalidade de um laudo psicológico?
Apresentar uma análise técnica, respondendo a uma questão-problema do campo psicológico ou a documentos psicológicos questionados.
Afirmar as condições psicológicas de quem, por requerimento, o solicita.
Comunicar a atuação profissional da (o) psicóloga (o) em diferentes processos de trabalho já desenvolvidos ou em desenvolvimento, podendo gerar orientações, recomendações, encaminhamentos e intervenções pertinentes à situação descrita no documento, não tendo como finalidade produzir diagnóstico psicológico.
Expor a condição emocional de quem solicitou.
Subsidiar decisões relacionadas ao contexto em que surgiu a demanda. Apresenta informações técnicas e científicas dos fenômenos psicológicos, considerando os condicionantes históricos e sociais da pessoa, grupo ou instituição atendida.