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Em uma publicação interna ou externa, o espaço reservado para comunicar aos leitores “o órgão responsável pela sua produção; a relação de seus diretores; dos editores; endereços para contatos” é chamado de
editorial.
espelho.
entrada.
expediente.
edição.
O termo outdoor é uma designação genérica da propaganda ao ar livre. Isso significa que letreiros, luminosos e paredes pintadas podem ser, no planejamento de comunicação, considerados outdoors.
A interatividade do meio e sua capacidade de eliminar barreiras de tempo e de espaço para integrar indivíduos e organizações com interesses comuns, em qualquer parte do globo, são características de um novo modelo de comunicação digital que é a TV a cabo.
Um programa de rádio ou uma transmissão de TV exigem, de ouvintes e telespectadores, um esforço menor do que a leitura de um texto. Tal como já ocorrera com o cinema, a utilização adequada de tais meios de comunicação pode ser proveitosa à prática profissional de Relações Públicas. Esta afirmação assim se justifica:
em nossos dias, a comunicação por meio de sons e imagens se ajusta, tanto à necessidade de entreter e agradar, quanto à desejável objetividade de um processo interativo;
veículos originários dos tempos modernos, rádio e TV despertam pouco interesse, pois neles toda espécie de público, literalmente se liga e, quando quer, os desliga;
emissões de rádio e de televisão representam um modo simples de conhecimento do mundo, na medida em que som e imagem não oferecem uma recriação da vida;
manifestações da vida social contemporânea comprovam que nossa civilização planetária forma uma síntese de técnicas relacionais e disposições públicas;
em seus programas e em sua programação, rádio e TV não mais podem se limitar a "dizer" ou "mostrar" como vivem os cidadãos, a não ser que se trate de emissoras públicas.
Com relação às técnicas jornalísticas empregadas na redação de textos informativos, é correto afirmar-se:
a repetição de palavras, idéias ou nomes pode ser importante na TV e no rádio, mas deve ser evitada nos jornais e revistas;
os nomes próprios devem vir, invariavelmente, precedidos de formas de tratamento, como Senhor, Doutor, Dona;
a supressão de artigos é recurso usual que acentua o coloquialismo e escapa à tendência ao estilo telegráfico;
o verbo assistir, no sentido de prestar assistência, precisa ser evitado por ser transitivo indireto e exigir preposição;
há a necessidade de se descrever minuciosamente as imagens, sempre que o veículo utilizado for a televisão.
A foto de imprensa (fotojornalismo) compõe uma mensagem porque reúne:
uma fonte emissora, um signo e um significante;
um código, um canal de transmissão e um contexto;
um significante, um significado e um receptor;
uma fonte emissora, um canal de transmissão e um receptor;
um codificador, um transmissor e uma veiculação.
Linguagem de um meio de comunicação se explica assim:
estrutura autônoma de significação utilizada por tal meio para a comunicação pretendida;
unidade de entrada para a realização de um processo midiático de transferência de sentidos;
fato essencialmente humano que um meio de comunicação adapta somente para suas transmissões;
conjunto de sinais dotado de alta taxa de redundância pelo qual um meio de comunicação atua;
articulação de significantes a seus supostos significados em um meio de comunicação.
Em telejornalismo, a gravação feita pelo repórter no local do acontecimento para ser usada no meio da reportagem chama-se:
cabeça;
mixagem;
quadro parado;
escalada;
passagem.