

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Vidal e Guilherme (2019) afirmam que, para o funcionamento dos serviços de Atenção à Urgência e Emergência, no qual se insere o Pronto Socorro, é requerida uma equipe multiprofissional mínima indispensável, presente e capacitada nas suas áreas específicas de atuação profissional. Sobre essa afirmação, assinale a alternativa correta.
No âmbito do Serviço Social, os/as assistentes sociais são profissionais que chegam o mais próximo possível da vida cotidiana das pessoas com as quais trabalham.
A escolha pela temática do trabalho do/a assistente social em Unidade de Pronto Socorro no âmbito hospitalar é fruto de uma imposição dos hospitais gerais que surgiu junto ao Programa de Residência Multiprofissional que tem como um dos espaços de prática a Unidade do Pronto Socorro em hospital local.
O Pronto Socorro é um espaço que deve possuir estrutura para atendimento adequado às situações de urgência e emergência 12 horas por dia, conta com material e equipamentos especializados para estes atendimentos, assim como dispor de uma equipe única que atenda de forma integral a população usuária do serviço.
No âmbito do espaço sócio-ocupacional denominado Unidade de Pronto Socorro, a atuação do profissional de Serviço Social é determinada pela contradição entre as ações que são centradas na visão dos/as enfermeiros/as assistenciais e as ações dos profissionais voltadas às proposições do SUS.
Conforme Bravo, Menezes e Pelaez (2020), eles compreendem que o Sistema Único de Saúde (SUS) é fruto das disputas entre projetos antagônicos existentes na sociedade brasileira desde antes da redemocratização e da Constituição de 1988. São disputas que podem tencionar a política de saúde no sentido da consolidação e fortalecimento do SUS ou na direção oposta. Sobre os projetos em disputa, analise as afirmativas abaixo:
I. O projeto construído a partir da reforma sanitária tem como base as lutas advindas do Estado e organizações sociais pelo direito à saúde e nos posicionamentos críticos às limitações do modelo médico assistencial previdenciário, até então vigente no Brasil. Para ele, a saúde é destinada aos mais necessitados, configurando-se como direito social de responsabilidade do Estado. II. O projeto privatista tem sua lógica orientada pelas regras de mercado e pela exploração da doença como fonte de lucros. Na década de 1990, tem-se como marco a proposta dos chamados “Novos Modelos de Gestão”, em substituição à gestão estatal que, associada a subvenções e isenções fiscais, avança sobre o fundo público para a garantia de acumulação de capital. III. O projeto da reforma sanitária flexibilizado que adquire contornos próprios em meio às contradições inerentes à implementação do SUS, no contexto da reconfiguração do Estado brasileiro e progressivo desmonte e subfinanciamento das políticas públicas, atende às exigências da política macroeconômica adotada no país. IV. As disputas entre esses projetos inscrevem-se no processo de desenvolvimento do próprio sistema capitalista em sua fase liberal, com o recrudescimento dos direitos sociais para a classe trabalhadora e participação cada vez maior do mercado, em todos os aspectos da vida social. |
Estão CORRETAS
I, II, III e IV.
I, II e III, apenas.
II, III e IV, apenas.
II e III, apenas.
III e IV, apenas.
O Serviço Social vem experimentando uma nova ofensiva do conservadorismo na prática profissional. Na área da Saúde, este novo conservadorismo assume a denominação de Serviço Social
Crítico.
Alternativo.
Clínico.
Radical.
O contrato de gestão implica a necessidade da autonomia do contratado para que este cumpra seus objetivos. Pode ser definido como um acordo entre dois ou mais agentes econômicos por meio do qual eles se comprometem a assumir ou renunciar, a fazer ou a não fazer determinadas coisas.
Certo
Errado
Um dos principais desafios ao desempenho da função de apoio matricial pelos NASF, apontados por Eduardo Melo et al. (2018) é:
A prescrição de indicações claras e pragmáticas sobre o modo como o trabalho de colaboração, entre as equipes básicas e NASF deve funcionar, aí incluindo as especificidades de cada profissional, bem como os resultados esperados.
A construção conjunta de projetos terapêuticos e de intervenções no território, com vistas ao fortalecimento de ações intersetoriais e de prevenção e promoção em saúde, com vistas a oferecer suporte técnico às equipes básicas.
A elaboração de estratégias de apoio aos profissionais do NASF, voltadas para compatibilizar os direcionamentos mais claros para suas ações, com a complexidade inerente à função do apoio matricial.
A articulação entre saberes e práticas, na gestão do processo de trabalho, voltada ao fortalecimento dos diferentes sujeitos e instituições, envolvidos na construção de modos de gestão em saúde mais democráticos.
A compatibilidade entre atividades individuais e ações coletivas, de forma a promover certa homogeneidade entre o trabalho desenvolvido pelo conjunto dos profissionais que compõem a equipe do NASF.