

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Sobre os procedimentos laboratoriais em hematologia é INCORRETO afirmar que:
os estudos rotineiros requerem sangue total anticoagulado e várias amostras sanguíneas.
os esfregaços sanguíneos devem ser preparados logo depois da amostra ser coletada para minimizar a deterioração celular.
a heparina constitui o anticoagulante de escolha para contagem sanguínea total.
não se deve congelar sangue total, pois isso causa lise celular e hemólise macroscópica.
deve-se manter a amostra na temperatura ambiente por 20 a 30 minutos, para permitir formação e retração de coágulo completas.
No tratamento de choque, a terapia deve ser voltada para a remoção das causas desencadeantes e a correção das variáveis fisiológicas alteradas. A determinação do hematócrito e das proteínas totais oferece excelente subsídio para repor a solução mais apropriada para expandir a volemia. Baseado neles pode ser adotado o seguinte esquema terapéutico:
I - Hematócrito inferior a 28% repor papa de hemácias.
II- Hematócrito entre 28 a 50% repor sangue total.
III- Hematócrito acima de 50% repor plasma ou expansores do plasma.
IV - Quando não houver possibilidade de apoio laboratorial, a reposição de volume pode ser baseada na anamnese. Devendo repor sangue total nas hemorragias, plasma nas queimaduras e solução eletrolítica balanceada nas perdas por diarreia e vômitos.
Conclui-se que estão CORRETOS os itens:
Apenas III e IV.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
I, II, III e IV.
Apenas II e IV.
A intensa aglutinação, a esferocitose e os demais parâmetros clinicopatológicos observados permitem concluir que o animal apresenta anemia hemolítica imunomediada arregenerativa, consistindo o tratamento dessa enfermidade na transfusão, em caso de risco de óbito do animal por hipóxia tecidual, e na prescrição de prednisona em dose imunossupressora, para prevenção da hemólise, e de heparina, para prevenção da tromboembolia.
Os processos anêmicos ocorrem em razão de uma excessiva perda de sangue ou destruição, ou ainda pela diminuição da produção de eritrócitos. A comprovação clínica do processo de regeneração dos quadros de anemia é indicada pela ocorrência da reticulocitose. Nos equinos, ocorre uma exceção, uma vez que, nesta espécie, os reticulócitos não são liberados da medula. Nesses casos, a única prática que pode confirmar se a anemia é regenerativa consiste na
determinação do VGM e CHGM.
determinação do VGM e hematócrito.
avaliação da Contagem global de eritrócitos e HGM.
avaliação de hematócritos sequenciais ou exames da medula óssea.
Considerando que às análises do sangue são importantes no apoio ao diagnóstico clínico, com relação aos cuidados durante sua colheita, armazenamento e transporte, das recomendações abaixo NÃO é correta.
Para obtenção de sangue total deverá ser colhido e enviado em tubo com anticoagulante (EDTA k2) e homogeneizado suavemente, invertendo o tubo de 5 a 10 vezes.
O sangue total poderá ser congelado a temperatura - 20°C, por até um mês, contudo deverá chegar ao laboratório refrigerado e dentro de 48 horas.
Para obtenção do soro, colher o sangue em tubo sem anticoagulante; mantendo o tubo inclinado em temperatura ambiente até o sangue coagular e retrair o coágulo, exsudando o soro (30 a 60 min). Transferir o soro para outro tubo (tampa com rosca ou tipo “Eppendorf”).
Para obtenção do soro, se for utilizado tubo com gel separador, será necessário centrifugar o sangue no mínimo 30 minutos após a colheita e no máximo 2 horas e enviar o soro no próprio tubo.
O transporte sob refrigeração tanto o sangue total como o soro deve ser feito entre +2°C a +8°C e chegarem ao laboratório em no máximo 48 hora s.
A anemia equina é uma doença causada por vírus que, uma vez instalado no organismo do animal, nele permanece por toda a vida, mesmo sem causar sintomas. A transmissão pode ocorrer através de picadas de mutucas e moscas de estábulos, agulhas infectadas com sangue, aparadores de cascos, esporas. O animal contaminado deve ser isolado do rebanho até que ocorra sua cura total.
Primatas com períodos longos de aleitamento e animais que recebem alimentação pobre em ferro podem apresentar anemia hipocrômica microcítica.
Um hematócrito elevado e proteínas plasmáticas reduzidas indicam:
hipoproteinemia com contração de baço.
alta perda de proteína pelo sistema digestivo.
desidratação.
super-hidratação.
anemia associada com desidratação.
A mais importante defesa orgânica na profilaxia de infecções cirúrgicas são os:
linfócitos.
neutrófilos.
macrófagos.
anticorpos.
interferones.
Uma anemia do tipo não regenerativa, classicamente, apresenta as seguintes características:
macrocítica e hipocrômica.
macrocítica e normocrômica.
microcítica e hipocrômica.
normocítica e hipocrômica.
normocítica e normocrômica.
As alterações hematológicas que estão relacionadas ao caso clínico relatado são:
Anemia aplásica e leucocitose.
Anemia hemolítca e linfocitose.
Anemia aplásica e trombocitopenia.
Policitemia e leucopenia.
Trombocitose e policitemia.
Durante a AIE aguda, a trombocitopenia é o achado mais consistente no hemograma. Já nos estágios subagudos e crônicos, os achados incluem baixos valores de hematócrito, hemoglobina e diminuição na contagem global de hemácias.
Os eritrócitos de cães com anemia por deficiência de ferro ficam, classicamente, hipocrômicos e normocíticos.
Os bovinos com lesões inflamatórias amplas, causadas por bactérias e com evolução superaguda, apresentam reação hematológica caracterizada por:
leucocitose neutrofílica;
leucocitose com monocitose;
leucopenia com linfopenia;
leucopenia com monocitose;
leucocitose com anemia.
As amostras destinadas a hemograma podem ser conservadas sob refrigeração por mais de 24 horas, desde que o anticoagulante utilizado seja o EDTA a 10%, sem a observação de quaisquer alterações celulares.