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Paciente em suporte com ECMO-VV por SDRA grave apresenta piora súbita da troca gasosa por falha no circuito extracorpóreo. Enquanto a equipe trabalha para resolver o problema, a ventilação mecânica de resgate deve ser instituída. Os parâmetros adequados para essa situação são:
Pressão inspiratória de 10 cmH₂O; FR de 10 ipm; PEEP de 10 a 15 cmH₂O; FiO₂ de 30%.
Vt de 4 a 6 mL/kg; FR de 20 a 35 ipm; PEEP de 10 a 15 cmH₂O; FiO₂ de 100%.
Pressão inspiratória de 25 cmH₂O; FR de 20 ipm; PEEP de 5 cmH₂O; FiO₂ de 80%.
Vt de 8 a 10 mL/kg; FR de 25 ipm; FiO₂ de 60%.
Pressão de suporte de 15 cmH₂O; PEEP de 10 cmH₂O; FiO₂ de 100%.
Com base no CPPM, assinale a opção que corresponde ao prazo para a conclusão do IPM no caso de o indiciado estar preso.
10 dias
20 dias
30 dias
40 dias
60 dias
Durante a anamnese e avaliação dos sinais vitais de um paciente adulto, previamente ao início de um procedimento cirúrgico, foi realizada a aferição da frequência cardíaca e da frequência respiratória. Considerando isso, assinale a alternativa que apresenta os valores considerados dentro da normalidade (eupneia e normocardia) para um adulto em repouso.
Frequência Respiratória: 12 a 20 incursões por minuto (ipm); Frequência Cardíaca: 60 a 100 batimentos por minuto (bpm).
Frequência Respiratória: 25 a 35 incursões por minuto (ipm); Frequência Cardíaca: 40 a 50 batimentos por minuto (bpm).
Frequência Respiratória: 8 a 10 incursões por minuto (ipm); Frequência Cardíaca: 110 a 130 batimentos por minuto (bpm).
Frequência Respiratória: 30 a 40 incursões por minuto (ipm); Frequência Cardíaca: 70 a 90 batimentos por minuto (bpm).
De acordo com o CPPM, o inquérito policial militar (IPM) pode ser iniciado
de ofício, pela autoridade militar em cujo âmbito de jurisdição ou comando haja ocorrido a infração penal, sendo desnecessário observar a posição hierárquica do infrator.
por determinação ou delegação da autoridade militar superior, que, em caso de urgência, poderá ser feita por via telefônica ou radiotelefônica, sem necessidade de confirmação posterior por ofício.
por intimação de juiz auditor militar, quando este entendê-lo necessário para a elucidação dos fatos.
a requerimento da parte investigada ou de quem legalmente a represente, ou em virtude de representação devidamente autorizada de quem tenha conhecimento de infração penal cuja repressão caiba à justiça militar.
por decisão do Superior Tribunal Militar (STM), nos termos do artigo 25.
No âmbito da patologia forense veterinária, a distinção precisa entre lesões vitais, alterações post-mortem e artefatos de técnica é o maior desafio do perito ao estabelecer o nexo causal. No processo de reconstituição da causa mortis e do Intervalo Post-Mortem (IPM), a análise das alterações fisiopatológicas e teciduais deve ser criteriosa.
Assinale a alternativa correta sobre os protocolos e fenômenos cadavéricos na perícia necroscópica.
O fenômeno da embebição por hemoglobina, comum em carcaças em estágio avançado de autólise, deve ser diagnosticado como evidência primária de processo inflamatório agudo generalizado (septicemia) no relatório pericial.
A validade do exame macroscópico na perícia forense é absoluta, sendo a histopatologia facultativa, uma vez que as alterações degenerativas post-mortem não interferem na interpretação microscópica após 24 horas do óbito.
O rigor mortis, uma alteração físico-química muscular, ocorre de forma uniforme e simultânea em todos os grupos musculares, não sofrendo influência de fatores externos, como temperatura ambiente ou estado nutricional do animal antes do óbito.
A identificação de hemorragias com infiltração leucocitária marginal é um marcador fidedigno de reação vital, permitindo distinguir uma lesão produzida ante-mortem de um hematoma post-mortem decorrente de hipóstase visceral.
Em casos de suspeita de intoxicação exógena, a ausência de lesões macroscópicas específicas no trato gastrointestinal descarta a necessidade de coleta de conteúdo estomacal e vísceras para análise toxicológica complementar.
Lactente de 6 meses, com antecedente de infecção de vias aéreas superiores, vem evoluindo, há uma semana, com cansaço e sudorese intensa às mamadas, com piora progressiva, apresentando irritabilidade e recusa alimentar. Mãe nega outros sintomas. Ao exame físico, está em regular estado geral, agitado, pálido, afebril, com FR: 68 ipm; FC: 180 bpm; pulsos finos e extremidades frias, com tempo de enchimento capilar de 5 segundos e saturando 88% em ar ambiente. Apresenta ausculta pulmonar com crepitações difusas e fígado palpável a 4 cm do RCD. A radiografia de tórax mostra aumento de área cardíaca e congestão pulmonar.
Nesse contexto, qual a principal hipótese diagnóstica?
Bronquiolite viral aguda.
Coarctação de aorta descompensada.
Miocardite viral aguda.
Cardiomiopatia restritiva.
Insuficiência cardíaca de alto débito secundária à anemia grave.
Mulher de 50 anos, com histórico bem documentado de abuso de etanol, apresenta-se ao pronto-socorro com confusão mental. Familiares afirmam que ela não tem se alimentado muito nos últimos dias. Não há uso de medicamentos ou outros problemas médicos conhecidos. Exame físico: frequência cardíaca: 102 bpm; pressão arterial: 149 x 82 mmHg; frequência respiratória: 24 ipm; temperatura: 35,2 ºC; ela está confusa em tempo e espaço; não há hiperreflexia e/ou clônus. Os exames séricos incluem: glicemia: 163 mg/dL; hiato aniônico de 22 mEq/L. Urina: não há hematúria, leucocitúria ou proteinúria; cetonas: 3+/4. Tiamina intravenosa é iniciada.
Nesse momento, a conduta imediata correta é
iniciar cristaloide contendo dextrose.
prescrever benzodiazepínico.
prescrever antídoto para álcool tóxico.
pedir uma tomografia de crânio.
realizar uma punção lombar.
Uma paciente de 58 anos, obesa (IMC 38 kg/m²) e diabética (DM2 mal controlado), foi submetida a uma retossigmoidectomia videolaparoscópica por adenocarcinoma de cólon sigmoide cT2NxM0. No 8º dia de pós-operatório (DPO), após alta hospitalar no 5º DPO, retorna ao pronto-socorro com febre (38,7 °C) e dor abdominal persistente em fossa ilíaca esquerda. Refere ausência de eliminação de flatos e vômitos em dois episódios nas últimas 12 horas. Ao exame: PA 110×70 mmHg; FC 101 bpm; FR 18 ipm; consciente e orientada. Laboratorialmente: leucocitose (19.500/mm³) com desvio à esquerda e PCR 250 mg/L. Diante da suspeita de deiscência de anastomose bloqueada com abscesso pélvico, a sequência de manejo prioritária e mais adequada é
indicar laparotomia exploradora para lavagem da cavidade e confecção de colostomia, sem exames de imagem prévios.
iniciar antibioticoterapia empírica de amplo espectro (cobrindo Gram-negativos e anaeróbios) e solicitar Tomografia Computadorizada (TC) de abdômen e pelve com contraste.
coletar hemoculturas e manter a paciente em observação clínica e hidratação, reavaliando antibióticos após 24 horas.
solicitar colonoscopia de urgência para avaliação direta da anastomose colorretal e possível clipagem da deiscência.
manter o antibiótico profilático (Cefazolina) prescrito na alta hospitalar e solicitar apenas ultrassonografia de abdome total.
Considere as seguintes passagens:
• Definitivamente, não é o primeiro grande alerta ao país. (4º parágrafo)
• Porém, ainda há nações poderosas que se recusam a mudar seus projetos para a economia… (5º parágrafo)
No contexto em que estão empregados, os termos destacados significam, correta e respectivamente,
absolutamente; inclusive; restringem.
certamente; além disso; negam.
finalmente; até então; antecipam.
decisivamente; até agora; opõem.
especialmente; também; furtam.
Um médico da equipe do Consultório na Rua (CnaR), pautado pelos princípios da Política Nacional de Humanização (PNH), realiza uma rodada de visitas e encontra cinco pacientes com quadros clínicos agudos. A equipe deve definir a conduta imediata mais adequada para cada caso, considerando o contexto ambulatorial, o território e os recursos disponíveis. Pacientes avaliados:
P1: Jovem de 25 anos, em tratamento quimioterápico para leucemia. Apresenta náuseas intensas, confusão leve (Glasgow 14), parestesias e diurese reduzida nas últimas 6 horas.
P2: Homem de 65 anos, em situação de rua, com dor aguda intensa no hálux direito, eritema e edema local, sem trauma prévio.
P3: Idosa de 82 anos, acamada, com DPOC avançada, febre (38,5 °C), taquipneia (FR 26 ipm) e estertores em base direita.
P4: Paciente oncológico com alta carga tumoral, que fará o primeiro ciclo de quimioterapia em 48 h, assintomático, mas com hiperuricemia e hiperfosfatemia nos exames de rotina.
P5: Mulher de 40 anos, com cefaleia intensa e visão turva súbita em olho esquerdo, vermelhidão ocular e náuseas, mas sem sinais neurológicos focais.
Qual conduta é a mais adequada e prioritária para o paciente correspondente, dentro do contexto ambulatorial do CnaR?
P1: Realizar hidratação venosa vigorosa e monitorização em leito de terapia intensiva, com monitorização de lesão renal aguda e distúrbios hidroeletrolíticos entre 4 a 6 horas.
P2: Prescrever antibiótico oral empírico e agendar artrocentese em 48 h para afastar artrite séptica, mantendo uso de anti-inflamatório até a resolução do quadro.
P3: Iniciar antibioticoterapia venosa de amplo espectro e oxigenoterapia contínua, postergando coleta de exames até melhora clínica e estabilidade hemodinâmica.
P4: Manter apenas hidratação oral e acompanhamento expectante, sem necessidade de medidas preventivas metabólicas antes da quimioterapia agendada.
P5: Iniciar analgesia oral, observar por 24 h e encaminhar para avaliação oftalmológica eletiva, uma vez que quadros de dor ocular aguda são geralmente autolimitados.
Mulher de 79 anos é atendida com quadro de mal-estar, tontura, dispneia e palpitações iniciadas há 1 dia. Não há febre, tosse, expectoração, desconforto torácico, etilismo ou tabagismo. O histórico é relevante para hipertensão arterial, dislipidemia, pré-diabetes e doença arterial coronariana crônica, mas não lembra os medicamentos que usa. Não há antecedente de arritmia. Ao exame físico: consciente, orientada, corada; anictérica e afebril; pressão arterial: 118 x 92 mmHg; frequência respiratória: 24 ipm; bulhas arrítmicas e normofonéticas; pulmonar com crepitações em 1/3 inferior bilateralmente; não há edema de membros inferiores. Exames séricos: hemograma, eletrólitos, proteína C reativa, função renal e exame de urina: todos normais; glicemia: 182 mg/dL; troponina: negativa; peptídeo natriurético (NT-pró-BNP): 1.980 pg/mL (normal: até 450); função tireoidiana: normal. Fração de ejeção de ventrículo esquerdo: 38%, sem anormalidades valvares. O ECG realizado e mostra fibrilação atrial de alta resposta ventricular (frequência entre 130 e 150 bpm) e bloqueio de ramo direito.
Nessa circunstância, é correto afirmar:
a ablação do nó atrioventricular seguida de implante de marcapasso de câmara única em ventrículo direito é a terapia inicial de escolha para pacientes com fração de ejeção de VE reduzida que apresentam o primeiro episódio de fibrilação atrial.
a realização de cardioversão elétrica deve ser o passo inicial antes de qualquer medida farmacológica, mesmo na ausência de anticoagulação prévia, visto que o início dos sintomas ocorreu há cerca de 24 horas.
a meta de controle de frequência cardíaca na fase aguda de descompensação deve ser intensiva, mantendo-se o paciente com frequência inferior a 80 bpm em repouso para garantir o preenchimento diastólico ventricular adequado.
o uso de bloqueadores de canais de cálcio não di-hidropiridínicos, como o diltiazem intravenoso, constitui a escolha para o controle da frequência cardíaca, visando a redução imediata do consumo de oxigênio pelo miocárdio.
a estratégia de controle de ritmo é a conduta preferencial a longo prazo para essa paciente, visando estabelecer a correlação entre o ritmo e os sintomas, além de buscar a melhora da função cardíaca e a redução de hospitalizações.
Leia o caso a seguir.
J.P., 50 anos, sexo masculino, chega à Unidade Básica de Saúde para consulta de rotina e na triagem a técnica de enfermagem realiza a aferição dos sinais vitais: Pressão arterial (PA: 155X90mmHg), Frequência cardíaca (FC: 82 bpm); Frequência respiratória (FR: 16 ipm) e Temperatura (T: 37,5 ºC).
Com base na Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial (2025), qual é a classificação da pressão arterial desse paciente, considerando que a aferição foi realizada em consultório?
Pressão arterial normal.
Pré-hipertensão.
Hipertensão Arterial Estágio 1.
Hipertensão Arterial Estágio 2.
Mulher de 79 anos é atendida com quadro de mal-estar, tontura, dispneia e palpitações iniciadas há 1 dia. Não há febre, tosse, expectoração, desconforto torácico, etilismo ou tabagismo. O histórico é relevante para hipertensão arterial, dislipidemia, pré-diabetes e doença arterial coronariana crônica, mas não lembra os medicamentos que usa. Não há antecedente de arritmia. Ao exame físico: consciente, orientada, corada; anictérica e afebril; pressão arterial: 118 x 92 mmHg; frequência respiratória: 24 ipm; bulhas arrítmicas e normofonéticas; pulmonar com crepitações em 1/3 inferior bilateralmente; não há edema de membros inferiores. Exames séricos: hemograma, eletrólitos, proteína C reativa, função renal e exame de urina: todos normais; glicemia: 182 mg/dL; troponina: negativa; peptídeo natriurético (NT-pró-BNP): 1.980 pg/mL (normal: até 450); função tireoidiana: normal. Fração de ejeção de ventrículo esquerdo: 38%, sem anormalidades valvares. O ECG realizado e mostra fibrilação atrial de alta resposta ventricular (frequência entre 130 e 150 bpm) e bloqueio de ramo direito.
Nessa circunstância, é correto afirmar:
a meta de controle de frequência cardíaca na fase aguda de descompensação deve ser intensiva, mantendo-se o paciente com frequência inferior a 80 bpm em repouso para garantir o preenchimento diastólico ventricular adequado.
a ablação do nó atrioventricular seguida de implante de marcapasso de câmara única em ventrículo direito é a terapia inicial de escolha para pacientes com fração de ejeção de VE reduzida que apresentam o primeiro episódio de fibrilação atrial.
a realização de cardioversão elétrica deve ser o passo inicial antes de qualquer medida farmacológica, mesmo na ausência de anticoagulação prévia, visto que o início dos sintomas ocorreu há cerca de 24 horas.
a estratégia de controle de ritmo é a conduta preferencial a longo prazo para essa paciente, visando estabelecer a correlação entre o ritmo e os sintomas, além de buscar a melhora da função cardíaca e a redução de hospitalizações.
o uso de bloqueadores de canais de cálcio não di-hidropiridínicos, como o diltiazem intravenoso, constitui a escolha para o controle da frequência cardíaca, visando a redução imediata do consumo de oxigênio pelo miocárdio.
Um dos critérios de triagem para pacientes atendidos em pronto-socorro é o de Manchester, que envolve a classificação dos doentes por cores, a partir de atributos como a queixa trazida e os sinais vitais. Esse critério define a prioridade de atendimento e o tempo máximo de espera.
Considere uma paciente do sexo feminino, de 36 anos, com queixa de prurido cutâneo há 7 semanas secundário a urticária crônica, e que procura o pronto-atendimento por piora desse prurido há 3 dias, sem queixas respiratórias, cardiovasculares e gastrointestinais.
Sinais vitais: FC 70 bpm, FR 16 ipm, PA 110x70 mmHg, SatO2 96% em ar ambiente e afebril.
Assinale a opção que indica a correta classificação de risco dessa paciente.
Azul.
Verde.
Amarela.
Laranja.
Vermelha.
Um perito médico-veterinário é acionado para examinar a carcaça de um cervídeo (Mazama gouazoubira, veado-catingueiro) encontrada em uma região onde as temperaturas médias diurnas têm se mantido em torno de 27°C. O corpo está em fase de decomposição ativa, caracterizada pela ruptura dos tecidos, liberação de fluidos e um odor pútrido intenso.
A análise da fauna entomológica associada à carcaça revelou:
■ Presença de extensas massas de larvas de dípteros (família Calliphoridae) em seu terceiro e último ínstar de desenvolvimento (L3), alimentando-se ativamente.
■ Presença de adultos e larvas de besouros (Coleoptera) da família Silphidae, que foram observados predando as larvas de dípteros.
Considerando o estágio de desenvolvimento dos insetos da primeira onda de colonização (Calliphoridae) e a presença da segunda onda (Silphidae), qual das seguintes alternativas representa o Intervalo Pós- -Morte (IPM) mais provável?
Entre 12 e 24 horas.
Entre 24 e 48 horas.
Entre 4 e 7 dias.
Entre 15 e 20 dias.
Aproximadamente 30 dias.
Considere as seguintes passagens:
• … às vésperas do início da 30a Conferência das Partes (COP30), em Belém… (3o parágrafo)
• O Amazonas, no primeiro semestre deste ano, também sofreu com os extremos. (4o parágrafo)
No contexto em que estão empregadas, as preposições destacadas estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de
modo, meio e causa.
modo, lugar e meio.
intensidade, modo e meio.
tempo, meio e modo.
tempo, lugar e causa.
As informações do texto visam mostrar que
os perigos a que a população está exposta por causa da crise climática são muito maiores do que supõem cientistas e especialistas.
os dados fornecidos pela Quaest sugerem a percepção de que as mudanças climáticas afetam pouco a rotina dos brasileiros.
as pessoas que negam a existência das mudanças climáticas normalmente não são afetadas em seus cotidianos por estas.
os alertas dos cientistas e especialistas em crise climática podem estar defasados, já que poucas pessoas se sentem afetadas.
as mudanças climáticas deixaram de ser meras previsões e vêm se tornando cada vez mais reais no cotidiano dos brasileiros.
Coleções zoológicas de animais conservados a seco, tais como peles, esqueletos, crânios, insetários e montagens taxidérmicas, são particularmente vulneráveis à infestação por pragas biológicas, especialmente insetos xilófagos e queratinófagos, fungos e microrganismos oportunistas. A manutenção dessas coleções exige estratégias integradas de prevenção, de monitoramento e de controle que conciliem a preservação física dos espécimes, a segurança dos profissionais e a integridade científica do acervo. Considerando os princípios de manejo integrado de pragas (Integrated Pest Management – IPM) aplicados a coleções zoológicas, verifica-se que o(a):
isolamento físico dos espécimes recém-incorporados à coleção é desnecessário quando a instituição adota rotinas regulares de limpeza e inspeção visual do acervo
manutenção de baixos níveis de infestação é aceitável em coleções científicas, desde que os danos não comprometam a identificação morfológica imediata dos espécimes
controle químico periódico, por meio de inseticidas de amplo espectro aplicados diretamente nos espécimes, constitui a principal e mais eficaz estratégia de prevenção de pragas em coleções secas
uso de substâncias químicas historicamente empregadas em museus, como naftalina e paradiclorobenzeno, permanece recomendado por sua eficácia comprovada e baixo risco ao acervo e aos profissionais
prevenção e o controle de pragas em coleções secas devem priorizar medidas preventivas, monitoramento contínuo e intervenções mínimas, com uso criterioso de métodos físicos e ambientais antes de qualquer tratamento químico
Segundo o ATLS, e considerando a avaliação primária sistematizada ABCDE, a avaliação e eventuais condutas fazem parte da letra
A.
B.
C.
D.
E.
Uma criança em uma crise de asma quase fatal encontra-se ventilando em modo volume controlado de 250 mL; fluxo inspiratório constante; pressão pico: 28 cm H2O; pressão platô: 22 cm H2O, frequência respiratória: 15 ipm, tempo inspiratório: 1 segundos; relação I/E: 1:3; PEEP: 5 cm H2O. Com o passar dos dias, a criança melhora do broncoespasmo.
Considere que os parâmetros de ventilação são os mesmos ao longo do tempo (não são modificados ao longo dos dias); assim sendo, como se pode observar, corretamente, a melhora clínica nas curvas de mecânica respiratória?
Diminuição do Gradiente Pressão Pico – Pressão Platô na curva Pressão × Tempo.
Aumento do volume corrente observado na curva Volume × Tempo.
Surgimento de degrau ao final da expiração na curva Fluxo × Tempo.
Mudança para fluxo desacelarante na curva Fluxo × Tempo.
Aumento do Gradiente Pressão – Pressão Platô na curva Pressão × Tempo.