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A microfilmagem poderia ser utilizada como uma medida de preservação dos documentos considerados de valor permanente e, também, de economia, ao possibilitar a substituição de suporte para os documentos de longo prazo de guarda, mas destinados à eliminação.
Na microfilmagem de substituição, os documentos originais podem ser eliminados após a reprodução, incluindo-se aqueles de valor permanente.
Os documentos públicos de valor permanente poderão ser eliminados dois anos após a microfilmagem.
O documento eletrônico é uma entidade material que necessita de um contexto administrativo para ser compreendido.
Os documentos de valor histórico não podem ser microfilmados.
A microfilmagem, em todo território nacional, abrange somente os documentos oficiais ou públicos de qualquer espécie e em qualquer suporte produzidos especificadamente por pessoas jurídicas.
A microfilmagem em todo território nacional é autorizada por lei. O Decreto nº 1.799, de 30 de janeiro de 1996 regulamenta sua abrangência, ou seja, os documentos oficiais ou públicos, de qualquer espécie e em qualquer suporte, produzidos e recebidos pelos órgãos dos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo, da Administração Indireta, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como a dos documentos particulares ou privados, de pessoas físicas ou jurídicas. Com relação à microfilmagem, é INCORRETO afirmar que:
a eliminação de documentos, após a microfilmagem, dar-seá por meios que garantam sua inutilização, sendo a mesma precedida de lavratura de termo próprio e após a revisão e a extração de filme cópia;
os documentos oficiais ou públicos, com valor de guarda permanente, poderão ser eliminados após a microfilmagem, devendo ser lavrada ata sobre a eliminação;
os traslados, as certidões e as cópias em papel ou em filme de documentos microfilmados, para produzirem efeitos legais em juízo ou fora dele, terão que ser autenticados pela autoridade competente detentora do filme original;
os microfilmes originais e os filmes cópia resultantes da microfilmagem de documentos sujeitos à fiscalização, ou necessários à prestação de contas, deverão ser mantidos pelos prazos de prescrição a que estariam sujeitos os seus respectivos originais;
a microfilmagem de documentos poderá ser feita por empresas e cartórios habilitados e deverão requerer registro no Ministério da Justiça e sujeitar-se à fiscalização por este.
Digitalização é o processo pelo qual se reproduzem documentos por
microfotografia.
processo fotostático.
processo eletrostático.
cópia figurada.
varredura eletrônica.
Uma instituição financeira de âmbito estadual tem uma agência bancária com um número muito grande de clientes. Ela tem adotado uma postura agressiva na busca de novos clientes, principalmente de pessoas jurídicas. A agência está localizada em uma pequena loja na área mais valorizada da cidade. O volume de cheques que passa pelo serviço de compensação é muito grande e aumenta na mesma proporção da conquista de novos clientes. O espaço de armazenamento dos cheques tem diminuído sensivelmente, pois é necessária a guarda dos cheques por seis meses, de acordo com a legislação em vigor. Diante dessa situação, seria correto propor, para essa guarda, a microfilmagem de
Na microfilmagem, deve-se ter a preocupação de manter os filmes originais guardados juntamente com as cópias, por questão de segurança.
Para que os documentos de um acervo arquivístico possam ser microfilmados, é necessário que, além de estarem higienizados:
possuam as mesmas dimensões;
possuam um mesmo assunto;
estejam devidamente organizados;
estejam fora de uso corrente;
não possuam mais valor de uso.
Segundo Rosely Curi Rondinelli (Gerenciamento arquivístico de documentos eletrônicos: uma abordagem teórica da diplomática arquivística contemporânea. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2002. p. 57), o documento arquivístico eletrônico pode ser considerado a partir das regras de representação de seu conteúdo, assumindo o caráter textual, gráfico, imagético, sonoro ou uma combinação dessas diferentes linguagens. Com tal afirmação, a autora
questiona o estatuto probatório de todo e qualquer documento arquivístico eletrônico.
considera que os elementos constitutivos dos documentos de arquivo, eletrônicos ou não, são similares, pois apresentam a mesma estrutura.
defende a idéia de que só pode haver documento autêntico em ambiente tradicional.
enfatiza a impossibilidade de se fazer uma abordagem diplomática do documento eletrônico, cujo suporte é completamente dissociado do conteúdo que pretende veicular.
exclui os chamados documentos eletrônicos do universo dos documentos arquivísticos, pois as regras de representação que presidem sua forma nada têm a ver com os suportes convencionais.
Com a finalidade de preservar as informações contidas nos documentos, em caso de perda ou destruição dos originais, procede-se à microfilmagem de
complemento.
segurança.
referência.
seleção.
substituição.
Nos programas de reprografia,
o processo eletrostático é a obtenção de cópias com a mesma polaridade do original.
o microfilme de câmara ou original corresponde a folha de filme transparente com uma série de microimagens dispostas em linhas horizontais e verticais.
o filme de poliéster tem por base o nitrato de celulose, com alto grau de inflamabilidade.
a microcópia consiste na redução fotográfica de documento, cuja leitura só se torna possível mediante magnificação.
o filme-matriz é obtido por cópia de contato com outro filme.
Na área micrográfica, são exemplos de estágios de transmissão de documentos
a microficha e a microforma.
o filme-matriz e o filme-cópia.
o termo de abertura e o termo de encerramento.
a ampliação e a magnificação.
o cartão perfurado e o cartão-janela.
A preocupação maior hoje, com a introdução das novas tecnologias, é a necessidade de preservação da informação e não do suporte.
Dentre os requisitos que garantem a autenticidade de documentos eletrônicos, um dos mais importantes é
a presença de marcas d'água.
a identificação do destinatário.
o selo e o timbre dos formulários.
o uso de caracteres cifrados.
a assinatura digital.
A segunda é a dos metadados dos documentos, que faz o registro
dos nomes de interessados e signatários.
dos critérios utilizados em sua ordenação.
do estágio em que se encontram quanto à forma.
do contexto em que foram produzidos.
dos locais e datas de emissão.
Pode-se afirmar que, em ambiente eletrônico, os documentos de arquivo
ficam imunes a todo e qualquer processo de auditoria.
perdem, necessariamente, seu contexto de origem.
não podem prescindir dos metadados.
dispensam o uso de tabelas de temporalidade.
migram da arquivologia para a ciência da informação.
Um sistema eletrônico de gestão arquivística de documentos deverá adotar determinados requisitos para garantir a integridade e a acessibilidade de longo prazo dos documentos arquivísticos. Julgue os itens a seguir, relacionados aos requisitos de um sistema eletrônico de gestão arquivística.
I. Os requisitos não-funcionais são compostos por: registro e captura, classificação, tramitação, avaliação e destinação, recuperação da informação, acesso e segurança, armazenamento e preservação.
II. Os requisitos funcionais são constituídos por: utilização de padrões abertos, independência de fornecedor, integração com sistemas legados, conformidade com a legislação e os padrões de interoperabilidade do governo, atendimento a usuários internos e externos, facilidade de utilização e desempenho.
III. Os metadados são informações estruturadas e codificadas que descrevem e permitem gerenciar, compreender, preservar e acessar os documentos digitais ao longo do tempo.
Assinale a opção correta.