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As aeronaves devem ser ancoradas após cada voo para evitar danos causados por tempestades repentinas. Com base na IAC (2002), avalie as assertivas abaixo sobre os procedimentos de ancoragem de aeronaves leves e pesadas:
I. Para aeronaves pesadas, o nariz deve ser posicionado na direção a favor do vento predominante, sempre que possível.
II. Os cabos de aço são prioritariamente utilizados em aeronaves leves.
III. O sistema de ancoragem por corrente é composto de um mecanismo de liberação rápida, um esticador e uma corrente com ganchos nas extremidades.
IV. Os braceletes de amarração evitam que a corda encolha quando molhada.
V. Em helicópteros, deve-se instalar um dispositivo de amarração na ponta da pá e alinhar a pá com o cone de cauda.
Está CORRETO o que se afirma em:
I, III, IV e V apenas.
II, III e V apenas.
I, IV e V apenas.
II, III e IV apenas.
I, II, III, IV e V estão corretas.
Os NOTAM temporários deverão ter duração inferior a ______________, a partir do início de efetivação. Caso a duração da circunstância notificada exceda inesperadamente o prazo de ___________, deverá ser expedido um ___________, com validade máxima de ______________. Assinale a alternativa que contenha a informação CORRETA no complemento da informação citada.
60 dias; 60 dias; PRENOTAM; 60 dias.
60 dias; 90 dias; NOTAM; 90 dias;
90 dias; 90 dias; NOTAMR; 60 dias.
90 dias; 90 dias; NOTAMR; 90 dias.
120 dias; 90 dias; NOTAMR; 90 dias.
Em relação às instruções de segurança aos passageiros, precauções que devem ser observadas ao embarcar ou desembarcar das aeronaves pertinentes, de acordo com o regulamento l RBAC 135, um operador de aeronaves de asas rotativas no transporte aéreo deve assegurar-se de que todos os passageiros receberam instruções antes da decolagem, que devem incluir a informação de que, no evento de uma emergência, um passageiro ocupando qualquer assento de saída pode ser chamado a exercer as seguintes tarefas, exceto:
avaliar se a abertura de uma saída de emergência irá aumentar os riscos a que os passageiros estão expostos.
dar orientação oral ou por gestos em lugar do piloto em comando ou tripulante.
apoiar ou segurar uma porta de saída de emergência de modo que ela não impeça a utilização da saída.
passar rapidamente por uma saída de emergência.
avaliar, selecionar e seguir uma trajetória segura a partir de uma saída de emergência.
Em relação às instruções de segurança aos passageiros, precauções que devem ser observadas ao embarcar ou desembarcar das aeronaves pertinentes, de acordo com o regulamento RBAC 121, avalie os itens a seguir e escolha a opção correta.
I. Um operador de transporte aéreo deve assegurar-se de que todos os passageiros receberão de um tripulante as instruções verbais requeridas.
II. Antes de cada decolagem, um membro da tripulação deve dar instruções individuais a todos que demandarem auxílio para deslocar-se para uma saída de emergência, sobre como manipular as saídas e sobre o momento mais adequado para se dirigir para tais saídas.
III. Um operador de transporte aéreo deve possuir, em cada avião transportando passageiros, em local conveniente para a consulta de cada passageiro, cartões impressos complementando as instruções verbais.
IV. As instruções verbais devem ser dadas em português. Em viagens internacionais regulares, é compulsória a repetição de todas as instruções pelo menos em inglês. É válida a utilização de meios audiovisuais para facilitar a tarefa de comunicação de instruções pela tripulação, na medida em que não seja reduzida a assistência aos passageiros.
Estão corretos os itens
I, II, III, apenas.
I, II, IV, apenas.
I, III, IV, apenas.
II, III, IV, apenas.
I, II, III, IV.
Uma Estação Prestadora de Serviço de Telecomunicações e de Tráfego Aéreo (EPTA) é uma organização autorizada de serviço público, pertencente a pessoa física ou jurídica de direito público ou privado, dotada de pessoal, instalações, equipamentos, sistemas e materiais, podendo prestar, dependendo de sua categoria, os seguintes serviços:
controle de tráfego aéreo (APP e/ou TWR), informação de voo de aeródromo (AFIS), telecomunicações aeronáuticas, e meteorologia aeronáutica.
controle de tráfego aéreo (somente TWR), informação de voo de aeródromo (AFIS), telecomunicações aeronáuticas, e meteorologia aeronáutica.
somente informação de voo de aeródromo (AFIS), telecomunicações aeronáuticas, e meteorologia aeronáutica.
somente informação de voo de aeródromo (AFIS) e telecomunicações aeronáuticas.
somente telecomunicações aeronáuticas.


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De acordo com o serviço prestado e suas características, uma Estação Prestadora de Serviço de Telecomunicações e de Tráfego Aéreo (EPTA) tem sua categoria estabelecida quando da sua autorização/homologação/ativação. Uma EPTA CATEGORIA “A” não está capacitada a prestar serviço de
meteorologia aeronáutica.
telecomunicações aeronáuticas.
informação de voo (FIS).
informação de voo de aeródromo (AFIS).
torre de controle de aeródromo (TWR).
Considerando a Portaria n. 676/GC/2000, que aprova as Condições Gerais de Transporte, no que se refere ao transporte de bagagem, analise as afirmativas abaixo e assinale aquela que estiver correta.
Em caso de avaria de bagagem, o passageiro terá até trinta dias para protestar e solicitar ressarcimento pelo dano.
No transporte de bagagem, a execução do contrato inicia-se com o efetivo embarque do passageiro e termina após o desembarque deste.
A situação de extravio de bagagem permanece pelo prazo máximo de quinze dias. Após este prazo, a empresa aérea deverá proceder à indenização ao passageiro.
O extravio de bagagem configura-se pela sua não entrega ao passageiro no ponto de destino.
Em caso de valor declarado pelo passageiro, é vedado à transportadora cobrar valor adicional sobre esse valor.
Considerando a Portaria n. 676/GC/2000, que aprova as Condições Gerais de Transporte, com relação ao reembolso, analise as afirmativas abaixo e assinale aquela que estiver correta.
O prazo máximo para o efetivo pagamento do valor a ser reembolsado é de trinta dias, contados a partir da data de solicitação do reembolso.
O passageiro que por iniciativa própria desejar interromper a viagem, desembarcando em aeroporto de escala, terá direito a reembolso proporcional ao trecho não realizado da viagem.
É prerrogativa da empresa emissora adotar o critério de correção do valor a ser reembolsado no caso de reembolso de bilhete de passagem com prazo de validade expirado.
É assegurado o reembolso ao passageiro que migrar de classe de serviço, de superior para inferior, exceto quando a migração ocorrer por solicitação do passageiro.
Mantidas as condições contratadas por parte do transportador, em caso de reembolso decorrente de conveniência do passageiro, poderá ser descontado 15% do saldo reembolsável, ou o equivalente, em moeda corrente nacional, a US$ 25.00 (vinte e cinco dólares americanos), convertidos à taxa de câmbio vigente na data do pedido do reembolso, o que for maior.
A operação IFR não precisão diurna em aeródromo somente poderá ser realizada se o aeródromo atender aos critérios e condições abaixo, exceto:
as condições meteorológicas presentes estiverem em conformidade com os parâmetros de teto e visibilidade estabelecidos nas cartas e publicações pertinentes.
as informações meteorológicas relativas ao vento de superfície e à pressão atmosférica do aeródromo estiverem disponíveis no órgão ATS local.
se estiver disponível pelo menos 85% do balizamento luminoso do aeródromo, e se nas luzes de cabeceira, lateral e de final de pista não houver lâmpadas adjacentes queimadas.
houver prestação do serviço de informação de voo de aeródromo (AFIS) ou do serviço de controle de aeródromo.
possuir carta de aproximação ou de saída por instrumentos (IAC/SID), em vigor.
Em relação aos procedimentos operacionais e transporte de cargas perigosas, avalie os itens a seguir, de acordo com o regulamento RBAC 175, e escolha a opção correta.
I. Um operador de transporte aéreo deve responder às emergências necessárias, no caso de incidentes/ acidentes com artigos perigosos, verificando e informando a chave de procedimento que indica outros possíveis riscos da substância.
II. Visando preservar a segurança da aeronave, dos tripulantes e dos passageiros, um operador de transporte aéreo deve garantir que nenhum passageiro embarque junto a seu corpo ou em sua bagagem de mão e/ou bagagem despachada artigos perigosos proibidos para o transporte aéreo.
III. Um operador deve assegurar que os passageiros sejam notificados, no momento da aquisição do bilhete de transporte aéreo, por qualquer meio, e no momento do procedimento de embarque, de forma verbal e visual, sobre os artigos proibidos de serem levados na bagagem de mão, despachada ou desacompanhada.
IV. O devido tratamento ao resíduo oriundo de incidente ou acidente com artigos perigosos, assim como sua correta destinação para o menor impacto ambiental possível, é responsabilidade do contratante do serviço de transporte do material perigoso, ou do proprietário da bagagem.
Estão corretos os itens
I, II, III, apenas.
I, II, IV, apenas.
I, III, apenas.
II, III, apenas.
I, II, III, IV.


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No tocante ao Código Civil Brasileiro de Aeronáutica, é INCORRETO afirmar:
No que tange à composição da tripulação da aeronave, relativamente ao serviço aéreo internacional, poderão ser empregados comissários estrangeiros, desde que o número não exceda metade dos comissários a bordo da mesma aeronave.
Durante a viagem, o comandante da aeronave é responsável, no que se refere à tripulação, pelo cumprimento da regulamentação profissional relativamente ao limite da jornada de trabalho, limites de vôo, intervalos de repouso e fornecimento de alimentos.
São considerados tripulantes as pessoas devidamente habilitadas que exercem função a bordo de aeronaves.
É aeroviário o trabalhador que, não sendo aeronauta, exerce função remunerada nos serviços terrestres de empresa de transportes aéreos, bem como o titular de licença e respectivo certificado válido de habilitação técnica expedidas pela Diretoria de Aeronáutica Civil para prestação de serviços em terra, que exerça função efetivamente remunerada em aeroclubes, escolas de aviação civil, bem como o titular ou não, de licença e certificado, que preste serviço de natureza permanente na conservação, manutenção e despacho de aeronaves.
Aeronauta é o profissional habilitado pelo Ministério da Aeronáutica, que exerce atividade a bordo de aeronave nacional, mediante contrato de trabalho, bem como, para efeitos legais, quem exerce atividade a bordo de aeronave estrangeira, em virtude de contrato de trabalho regido pelas leis brasileiras.
Em geral, a regra de voo por instrumentos (IFR) permite acomodar mais pousos e decolagens do que a regra de voo visual (VFR), pois pressupõe condições meteorológicas mais apropriadas.
Considere que, em um dado aeroporto, as aeronaves se aproximem para pouso, em média, com uma velocidade de 265 km/h, devendo manter uma separação mínima das outras aeronaves de 3 milhas náuticas (aproximadamente 5.556 m). Nessa situação, é correto afirmar que a taxa máxima de pousos na pista desse aeroporto é inferior a 48 pousos/hora.
Devido à esteira de turbulência, deve ser aplicada uma separação mínima de 2 minutos entre uma aeronave leve ou média que decole atrás de uma aeronave pesada quando as aeronaves estiverem usando pistas paralelas separadas por menos de 760 m.
Quando uma aeronave, operando de acordo com as regras de voo por instrumentos (IFR), passar a voar em condições meteorológicas de voo visual (VFR), ou nelas se encontrar, seu voo IFR deverá ser cancelado, mesmo que o voo continue por um período de tempo relativamente curto.


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A primeira medida a ser implementada visando buscar uma atenuação do impacto do ruído aeronáutico está corretamente mencionada em:
Proibição da operação em determinada cabeceira.
Adequação dos procedimentos de tráfego aéreo.
Aumento do comprimento das pistas do aeroporto.
Redução do horário de funcionamento do aeroporto.
Restrição de operação para aeronaves de grande porte.
No ambiente de uma Torre de Controle de Aeródromo existem várias posições de controle responsáveis pelo gerenciamento das operações relacionadas com os pousos e decolagens das aeronaves. A denominação técnica da posição operacional responsável pela expedição das autorizações de plano de voo para as aeronaves é
Controle de Solo.
Controle de Pátio.
Autorização de Solo.
Controle de Aeronaves.
Autorização de Tráfego.
O ATM representa o dinâmico e integrado gerenciamento do tráfego aéreo e do espaço aéreo com o objetivo de garantir a segurança e eficiência nas operações, mediante provimento de serviços de forma colaborativa entre todos os participantes. Dentre os componentes do processo dessa gestão destaca-se a administração do sistema aeroportuário, cuja atuação está diretamente relacionada com
a capacidade praticada no aeroporto pelo órgão de Controle de Tráfego.
a diminuição do volume de operações em caso de aumento da demanda aérea.
a condição de todos os aeroportos brasileiros serem monitorados ou coordenados.
o fato de que a alteração do status operacional da infraestrutura aeroportuária disponível pode alterar a capacidade do aeroporto.
a necessidade da existência de pátios e controle de rampa dinâmico nos aeroportos de maior fluxo de tráfego.
Os serviços de controle de tráfego aéreo que podem ser prestados às aeronaves que passam a voar na área de jurisdição de um órgão operacional de tráfego aéreo são:
Alerta, Salvamento e Resgate.
Controle Aéreo, Alerta e Salvamento.
Informação de Voo, Alerta e Emergência.
Controle, Informação de Voo e de Gerenciamento Aéreo.
Controle de Área, Controle de Aproximação e Controle de Aeródromo.
Analise: I
está delimitado pela fronteira seca e pelo mar territorial.
II
. A porção do espaço aéreo situada nas imediaçõesde um aeródromo é denominada Área de Controle
Terminal.
III
. Aerovia é a denominação técnica de área de controle,ou parte dela, com dimensões definidas a serem
percorridas pelas aeronaves durante a execução
de um voo.
Considerando V (Verdadeiro) e F (Falso), os itens
I, II eIII
são, respectivamente:V; F; V.
F; F; V.
F; V; F.
F; V; V.
V; F; F.