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Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
No exercício da imprensa, o jornalista que imputar fato inverídico ofensivo à reputação de alguém estará incorrendo no crime de:
difamação
peculato
calúnia
injúria
Ao profissional de propaganda é proibido, EXCETO:
Buscar conseguir, em benefício do cliente, as melhores condições de eficiência e economia para sua propaganda.
Reproduzir temas publicitários, marcas, músicas, ilustrações, enredos de rádio, televisão e cinema, salvo com autorização prévia de seus proprietários ou autores.
Atribuir defeitos ou falhas a mercadorias, produtos ou serviços concorrentes.
Contratar propaganda em condições antieconômicas ou que importem em concorrência desleal.
É item do Código de Ética dos profissionais da Propaganda:
O profissional da propaganda jamais induzirá o povo ao erro, podendo, entretanto, fazer uso de simulacros e efeitos persuasivos em seu trabalho.
No desempenho do seu mister, o profissional da propaganda agirá sempre com honestidade e devotamento com seus comitentes, de modo a bem servir a ele e à sociedade.
O profissional da propaganda, cônscio do poder que a aplicação de sua técnica lhe põe nas mãos, compromete-se a não utilizá-la a favor de empresas parceiras e de familiares.
A propaganda é a técnica de criar opinião pública favorável ou desfavorável a um determinado produto, serviço ou instituição, orientando o comportamento humano das massas num determinado sentido.
Segundo Manuel Carlos Chaparro, no livro Pragmática do Jornalismo, "... os propósitos jornalísticos se limitam à finalidade de informar tendo em vista o interesse público, a intenção precisa de um principio ético ou de um valor moral para escolher e administrar criativamente as técnicas do fazer, tendo em vista a elaboração estética."
Não corresponde aos propósitos estabelecidos pelo autor:
Porque as ações são conscientes, controláveis e intencionadas, cada jornalista é responsável moral pelos seus fazeres.
O jornalismo é um processo social de ações conscientes, controladas ou controláveis – portanto, fazeres combinados com intenções.
Se uma intenção se refere unicamente à execução de um fazer, então as intenções dos fazeres jornalísticos podem ou não estar vinculadas aos motivos éticos do jornalismo.
O jornalismo é o elo que, nos processos sociais, cria e mantém as mediações viabilizadoras do direito à informação.