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Desde o final do século passado, recursos como os do computador, os da fotografia digital e os do tratamento da imagem possibilitaram a manipulação das fotografias e, com isso, desencadearam, pela primeira vez no fotojornalismo, o debate a respeito da ética como balizadora na manipulação e apresentação das imagens.
Na maioria dos países, os códigos de ética profissional têm força de lei e auxiliam em julgamentos, onde o que está sendo discutido é a conduta profissional. O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros entrou em vigor em 1987. Assinale a alternativa incorreta sobre o tema.
As punições previstas para quem não seguir as determinações do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros vão desde advertência até a expulsão do sindicato do qual ele faz parte.
Em Portugal, o Código de Ética é chamado Código Deontológico do Jornalismo.
O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros prevê que o importante é a informação, desde que ela seja fornecida por fonte não anônima. A veracidade dos fatos é um problema da justiça e da polícia. O jornalista não pode ser punido por ter divulgado a notícia.
O jornalista que divulga uma informação que, mais tarde, prove-se não verídica, pode ser processado e punido pela justiça comum.
É dever do jornalista combater e denunciar todas as formas de corrupção, em especial quando exercidas com o objetivo de controlar a informação.
Assinale a opção correta, a respeito do Código de Ética da Radiodifusão Brasileira.
Uma fragilidade do código é não prever nenhum fórum para discussão das reclamações e denúncias de descumprimento de suas prescrições.
O código fornece diretrizes e orientações para que as emissoras possam se enquadrar dentro dos critérios que balizam a classificação indicativa dos conteúdos de programação.
O código estabelece para a radiodifusão comercial — regime da livre iniciativa e concorrência — e para a radiodifusão estatal o mesmo conteúdo e base de financiamento.
No que diz respeito às publicidades veiculadas pelas emissoras de radiodifusão, o código não menciona o papel do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR), por se tratar de entidade da esfera de responsabilidade das agências.
No Brasil, os telejornais que se dedicam ao gênero policial constituem as únicas exceções previstas em lei para o exame prévio de cenas consideradas muito chocantes, com vistas à classificação indicativa por faixa etária do conteúdo transmitido.
A respeito do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, que em seu Capítulo I trata do direito à informação, assinale a opção correta.
A prestação de informações pelas organizações públicas é uma obrigação social; as organizações privadas, em razão de seus interesses, não estão comprometidas com a mesma obrigação.
Interesse público ou interesse do público são termos sinônimos: ambos apontam para o valor-notícia da curiosidade da audiência acerca de determinado assunto, fio condutor da atividade jornalística.
A produção e a divulgação da informação devem ter por finalidade o interesse público e se pautar pela veracidade dos fatos.
Por se tratar de instrumento autorregulatório, a abrangência do controle do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros restringe-se às representações oriundas do corpo afiliado.
A divulgação da informação precisa e correta é dever dos meios de comunicação e deve ser cumprida levando-se em conta a linha política de seus proprietários e a natureza econômica de suas empresas.
Um telejornal que, deliberadamente, veicule cenas de uma manifestação pública como se fossem de outro evento divulga informações incorretas, o que contraria o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros.
Por meio do ombudsman, é possível zelar pelo cumprimento dos princípios da deontologia jornalística nas empresas e em outras organizações de comunicação.
Em relação ao sigilo profissional, marque a alternativa que NÃO apresenta os princípios fundamentais do Código de Ética dos Profissionais de Relações Públicas:
A quebra de sigilo é necessária quando se tratar de fato delituoso, previsto em lei, cuja gravidade de suas consequências imponha para o Profissional de Relações Públicas o imperativo de consciência de denunciar o fato.
Nos casos de perícia, o profissional de Relações Públicas deverá tomar todas as precauções para que, servindo à autoridade que o designou, não exponha indevida e desnecessariamente ações do caso em análise.
O profissional de Relações Públicas guardará sigilo das ações que lhe forem confiadas e não poderá ser obrigado a revelar assuntos que possam ser lesivos a seus clientes ou empregadores.
Quando o profissional de Relações Públicas faz parte de uma equipe, o cliente deverá ser informado de que seus membros poderão ter acesso a material referente aos projetos e ações.
Justifica-se a quebra de sigilo apenas quando o profissional de Relações Públicas aceitar serviços incompatíveis com os princípios e técnicas de Relações Públicas.
A deontologia jornalística trata de um etos técnico-profissional, de acordo com valores que a própria categoria estabeleceu para si, ao longo de sua atuação.
Segundo o Código de Ética do Profissional de Propaganda,
a comissão percebida pelo corretor é, necessariamente, a mesma concedida às agências que dão del credere efetivo e fazem as cobranças das contas dos veículos aos anunciantes.
os veículos não podem jamais faturar em nome dos anunciantes. As contas devem ser faturadas em nome das agências, que se responsabilizarão pela cobrança do serviço prestado ao anunciante.
o uso de pesquisa ou estatística em uma propaganda deve ter a fonte revelada somente quando os números forem fundamentais para os argumentos persuasivos.
com o objetivo de incentivar a produção de ideias novas, de que tanto necessita a propaganda, presume- se sempre que a ideia pertence ao anunciante, que remunerou a empresa criadora. Essas ideias não podem ser exploradas sem que o financiador delas se beneficie.
a propaganda é sempre ostensiva. A mistificação e o engodo, que escondem a propaganda, são expressamente repudiados pelos profissionais de propaganda.
Segundo o CEJB, organizações privadas, diferentemente das públicas, não têm obrigação social de prestar informações ao público.
O direito social à informação inclui o direito à diversidade de significação do mundo, do qual fazem parte tanto palavra e imagem quanto jornalismo escrito e imagem jornalística.
Mecanismos como a campanha Ética na TV, promovida pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, com a utilização do slogan “Quem financia a baixaria é contra a cidadania”, compõem os chamados meios de promoção da responsabilidade social, cujo poder coercitivo não ultrapassa o nível da censura moral pública.
O caso de deputado que recentemente fez declarações de caráter racista e homofóbico na televisão ganhou grande repercussão porque esse assunto eleva os índices de audiência, ou seja, a repercussão do acontecimento deve-se ao sensacionalismo e não guarda nenhuma relação com a ética profissional dos jornalistas.
O bom, o belo, o justo e o bem correspondem, em síntese, a categorias universais da moral, que podem ser criticamente aplicadas a um contexto corporativo e, portanto, deontológico.
No Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, está prevista a cassação do registro profissional do jornalista por quebra de decoro profissional, ficando o profissional, após o processo de cassação, impedido de continuar a exercer o seu ofício.
O Código de Ética prevê que o jornalista deve defender a soberania nacional em seus aspectos político, econômico, social e cultural.
O jornalismo investigativo, frequentemente, lança mão de expedientes como disfarces ou câmeras ocultas para obter informações de interesse público. A ética da profissão não condena esse tipo de procedimento, desde que os fins o justifiquem.
O Código de Ética dos Profissionais de Propaganda, de 1996, é constituído por cinco conceitos e 28 definições, normas e recomendações. Entre elas,
I. O anunciante, também chamado de cliente, é a entidade, firma, sociedade ou indivíduo que utiliza a propaganda.
II. Publicidade remunerada pode ser ou não ser propaganda.
III. Os veículos faturarão sempre em nome dos anunciantes, enviando as contas às agências por elas responsáveis, para cobrança.
IV. O plágio, ou a simples imitação de outra propaganda, é prática condenada e vedada ao profissional.
V. A propaganda é sempre ostensiva. A mistificação e o engodo que, escondendo a propaganda, são expressamente repudiados pelos profissionais de propaganda.
Pertencem ao Código de Ética o que consta em
I e III, apenas.
I, IV e V, apenas.
II, III e IV, apenas.
II, IV e V, apenas.
I, II, III, IV e V.
Acerca das disposições do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, do CONAR, assinale a opção correta.
O uso da sensualidade em publicidade de bebidas alcoólicas e o tratamento de modelos como objetos sexuais são alvos de restrições do CONAR, nesse código.
O infrator a norma estabelecida no código estará sujeito a multa imposta pelo CONAR.
Cabe à Associação Brasileira das Agências de Propaganda apreciar e julgar infração a dispositivo exposto no código.
O principal objetivo do código é a regulamentação das normas éticas aplicáveis à publicidade e à propaganda, e à propaganda política e à político-partidária.