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A apresentação de diferentes versões para um mesmo fato, exigência da ética jornalística, tem como objetivo principal representar a variedade de fenômenos da realidade empírica.
Considere os incisos abaixo.
I. A divulgação da informação precisa e correta é dever dos meios de comunicação e deve ser cumprida independentemente da linha política de seus proprietários e/ou diretores ou da natureza econômica de suas empresas.
II. A produção e a divulgação da informação devem se pautar pela veracidade dos fatos e ter por finalidade o interesse público.
III. A liberdade de imprensa, direito e pressuposto do exercício do jornalismo, implica compromisso com a responsabilidade social inerente à profissão.
IV. A prestação de informações pelas organizações públicas e privadas, incluindo as não governamentais, deve ser considerada uma obrigação social.
V. A obstrução direta ou indireta à livre divulgação da informação, a aplicação de censura e a indução à autocensura são delitos contra a sociedade, devendo ser denunciadas à comissão de ética competente, garantido o sigilo do denunciante.
Em relação ao artigo 2o do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, está correto o que consta em
I, II, III, IV e V.
I, II e V, apenas.
I, III e IV, apenas.
II, IV e V, apenas.
II, III e IV, apenas.
Jornalista que seja, por exemplo, contra o aborto ilegal pode-se recusar a fazer reportagem sobre o assunto, alegando impedimento por questão de consciência.
Pelo bem do interesse público, considera-se eticamente válido o uso rotineiro, por jornalistas, de gravadores e câmeras ocultos, na investigação de fatos, sendo admissível também que o repórter, caso necessário, se passe por outro tipo de profissional para colher informações relevantes.
Os mecanismos internos de controle de qualidade, as auditorias, os sistemas de checagens e os consultores não são considerados MARS por não possuírem natureza societária.
O jornalista que trabalha na assessoria de imprensa de organização pública não pode denunciar casos de corrupção interna de seu conhecimento porque está vinculado a tal instituição, devendo-lhe, por isso, lealdade.
A criação da função de ombudsman, a elaboração de códigos de ética, a formação de conselhos de leitores e a abertura de espaços para opinião, comentários e compartilhamentos são mecanismos dos quais os veículos de comunicação geralmente se utilizam para controle de qualidade da produção jornalística.
Segundo o novo Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, de 2007, os profissionais de imprensa somente podem produzir alterações nas imagens captadas nos casos em que estas deturpem a realidade, para resgatar o sentido original da cena retratada.
De acordo com a cláusula de consciência, que só consta da versão mais recente do referido código de ética, o repórter tem o direito de não executar tarefas que contrariem suas convicções morais e deontológicas, o que lhe permite selecionar apenas as fontes que adotem valores convergentes com os seus.
Entre os conceitos básicos das
Publicitária constam:
I
. Agenciador de Propaganda: é a pessoa física registradae remunerada pelo Veículo, sujeita à sua
disciplina e hierarquia, com a função de intermediar
a venda de espaço/tempo publicitário.
II
. Agenciador Autônomo ou Corretor: é profissionalindependente
− sem vínculo empregatício comAnunciante, Agência ou Veículo
−, que contratapublicidade por ordem e conta do Anunciante.
III
. Balcão de Anúncios: é a pessoa jurídica independente,equiparada ao Agenciador Autônomo, que
capta publicidade para distribuição aos Veículos de
Comunicação.
IV
. Fee: é o valor contratualmente pago pelo Anuncianteà Agência de Publicidade, nos termos estabelecidos
pelas Normas-Padrão, independentemente do
volume de veiculações, por serviços prestados de
forma contínua ou eventual.
V
. Valor Bruto: é o preço da mídia contratada, deduzidosos descontos comerciais concedidos aos Anunciantes.
Está correto o que se afirma em
I, II e IV, apenas.
I, II, III, IV e V.
I e V, apenas.
I, III e IV, apenas.
II e IV, apenas.
O jornalista que trabalha em assessoria de imprensa de determinada empresa pode optar, na produção da cobertura jornalística de um evento, por não ouvir todas as partes nele envolvidas. Por exemplo, se trabalha para uma mineradora, pode não ouvir a reclamação da comunidade sobre supostos danos ambientais por ela causados.
Segundo o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, o sigilo da fonte pode ser quebrado em circunstâncias extremamente graves, como, por exemplo, a de se constatar que as revelações representam ameaça à segurança nacional.
De acordo com a cláusula de consciência, o profissional de comunicação pode recusar-se a realizar determinada cobertura jornalística caso isso agrida suas convicções.
O Código de Ética da Federação Nacional de Jornalismo (Fenaj) estabelece vários deveres ao jornalista profissional. Dentre as alternativas abaixo, indique aquela que NÃO está de acordo com o Código de Ética da Fenaj.
Ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, o maior número de pessoas e instituições envolvidas em uma cobertura jornalística.
Tratar com respeito todas as pessoas mencionadas nas informações que divulgar.
Informar claramente à sociedade quando suas matérias tiverem caráter publicitário ou decorrerem de patrocínios ou promoções.
Promover a retificação das informações que se revelem falsas ou inexatas.
Prestar solidariedade aos colegas que sofrem perseguição ou agressão em consequência de sua atividade profissional.
Considerando-se que a mídia, sendo parte integrante da realidade, seja responsável pela mediação de uma visão dessa realidade, e tenha, ao mesmo tempo, o poder de divulgá-la, é correto afirmar que a imagem jornalística contribui para criar a realidade que ela se propõe a descrever e que, dentro desse contexto, a discussão acerca da ética se torna indispensável na atividade dos profissionais de imprensa.
Com base no que dispõe o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros acerca do direito à informação, assinale a opção correta.
jornalista, mesmo quando exercer a função de assessor de imprensa, deve ouvir todas as pessoas envolvidas no tema abordado por sua reportagem institucional.
É assegurado ao jornalista o direito de resguardar o sigilo da fonte nos casos em que a divulgação dessa fonte a expuser a riscos.
A divulgação da informação de forma precisa e correta é dever dos meios de comunicação, mas depende da orientação política e dos interesses econômicos dos proprietários das empresas jornalísticas.
A prestação de informações pelas organizações públicas deve ser considerada uma obrigação social. O mesmo não se aplica às organizações privadas, comprometidas apenas com a satisfação de seus próprios interesses.
O jornalista pode recorrer à cláusula de consciência para justificar a sua recusa em ouvir opiniões divergentes das suas.
Ética jornalística é o conjunto de normas e procedimentos que rege a atividade do jornalismo e se refere à conduta esperada do profissional que está em pleno exercício da profissão há mais de cinco anos.
De acordo com o Código de Ética do Jornalista, é direito do jornalista resguardar o sigilo da fonte, salvo quando a empresa empregadora exigir divulgação para a complementação da matéria jornalística.
O jornalista deve rejeitar alterações que deturpem a realidade nas imagens captadas, informando sempre ao público o eventual uso de recursos de fotomontagem, edição de imagem, reconstituição de áudio ou quaisquer outras manipulações.