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Baseando-se no previsto pelo Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, quanto ao direito à informação, pode-se afirmar que a
obstrução direta ou indireta à livre divulgação da informação, a aplicação de censura e a indução à autocensura são delitos contra a sociedade, devendo ser denunciadas à comissão de ética competente, garantido o sigilo do denunciante.
divulgação da informação precisa e correta é dever dos meios de comunicação e deve ser cumprida conforme a linha política de seus proprietários e/ou diretores ou da natureza econômica de suas empresas.
liberdade de imprensa, direito e pressuposto do exercício do jornalismo, implica compromisso com a responsabilidade ao órgão de imprensa com o qual o jornalista está vinculado.
produção e divulgação da informação devem se pautar pelas contingências econômicas e políticas, e ter por finalidade o interesse privado e estatal.
Dadas as afirmativas sobre manipulação de informações do código de ética dos jornalistas,
I. A obstrução direta ou indireta à livre divulgação da informação e a aplicação de censura ou autocensura são um delito contra a sociedade.
II. O compromisso fundamental do jornalista é com a verdade dos fatos, e seu trabalho se pauta pela precisa apuração dos acontecimentos e sua correta divulgação.
III. Por iniciativa de cidadão, jornalista ou não, ou instituição atingidos, poderá ser dirigida à Comissão de Ética para que seja apurada a existência de transgressão cometida por jornalista.
verifica-se que está(ão) correta(s)
I, apenas.
II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Na matéria jornalística, em qualquer tipo de mídia, o profissional deve seguir os valores éticos e a exata lógica dos acontecimentos. Ética, no modo de ser e agir, na produção e divulgação das notícias e reportagens. Lógica, na ordenação das informações e depoimentos selecionados para a narrativa e descrição dos fatos, bem como na reprodução de falas dos entrevistados. O raciocínio lógico é o contraponto ao sofisma, a “meia verdade” de um argumento ou raciocínio falso capaz de induzir ao erro. Por isso, ética e lógica podem ser apontadas, hoje, como pilares básicos da Comunicação Social e das boas práticas jornalísticas. Esses valiosos e milenares conceitos estão definidos em “Ética a Nicômaco” e “Tópicos”, ensinamentos fundamentais para a civilização ocidental deixados pelo filósofo grego:
Platão.
Górgias.
Sócrates.
Aristóteles.
Dadas as afirmativas quanto à ética no uso de imagens na imprensa,
I. A espetacularização e o sensacionalismo na imprensa podem resultar na deturpação da informação.
II. O uso de imagens de arquivos requer informação sobre a data em que foram produzidas, a fim de se evitar a descontextualização.
III. As oportunidades fotográficas (photo opportunities) são mecanismos de manipulação da informação.
IV. A manipulação de imagens na imprensa precede a fotografia digital, a exemplo de episódios ocorridos na ex-União Soviética, na Alemanha e na Itália, no início do século XX.
verifica-se que estão corretas
I, II, III e IV.
III e IV, apenas.
II e IV, apenas.
I e III, apenas.
I e II, apenas.
Sobre o direito à informação, o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros prevê:
A divulgação da informação depende da natureza de sua propriedade.
Os interesses econômicos e de grupos sociais são inerentes ao direito de divulgação de informações.
A informação deve ser pautada pelo seu interesse social e coletivo acima de qualquer outra finalidade.
A aplicação da censura é cabível em casos de abuso da livre expressão.
Em seu sexto artigo, o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros cita os deveres do jornalista. Qual das frases abaixo não é dever do jornalista?
Opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Divulgar os fatos e as informações de interesse público.
Lutar pela liberdade de pensamento e de expressão.
Combater e denunciar todas as formas de corrupção, exceto quando exercidas com o objetivo de controlar a informação.
Defender o livre exercício da profissão.
Considere a proposição I e a razão II, tomando por base o Código de Ética do Jornalista.
I. Como o acesso à informação de relevante interesse público é um direito fundamental, os jornalistas não podem admitir que ele seja impedido por nenhum tipo de interesse.
PORQUE
II. A divulgação da informação precisa e correta é dever dos meios de comunicação e deve ser cumprida independentemente de sua natureza jurídica – se pública, estatal ou privada – e da linha política de seus proprietários e/ou diretores.
Assinale a alternativa correta.
A proposição e a razão são verdadeiras, mas a razão não justifica a proposição.
A proposição é verdadeira, mas a razão é falsa.
A proposição é falsa, mas a razão é verdadeira.
A proposição e a razão são falsas.
A proposição e a razão são verdadeiras e a razão justifica a proposição.
Em relação a conduta desejada e requerida do profissional de jornalismo, de acordo com o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, analise os itens a seguir:
I. O compromisso fundamental do jornalista é com a verdade no relato dos fatos, deve pautar seu trabalho na precisa apuração dos acontecimentos e na sua correta divulgação.
II. Impedir a manifestação de opiniões divergentes ou o livre debate de ideias.
III. Defender os princípios constitucionais e legais, base do estado democrático de direito.
IV. Submeter-se a diretrizes contrárias à precisa apuração dos acontecimentos e à correta divulgação da informação.
Analisados os itens, é CORRETO afirmar que:
Os itens I, II e III estão corretos.
Os itens I, II e IV estão corretos.
Os itens II e III estão corretos.
Os itens I e III estão corretos.
Considere as seguintes proposições:
I. O direito fundamental à informação deve ser respeitado pelos órgãos seguindo o preceito geral da publicidade, com a divulgação de informações de interesse público independente de solicitações e com o uso dos meios de tecnologias digitais.
PORQUE
II. A gestão transparente da informação pública é essencial para desenvolver a cultura de transparência e o controle social sobre a administração pública, em todas esferas e níveis.
Sobre essas duas proposições, é correto afirmar que
O uso de microcâmeras escondidas para realização de reportagens televisivas não é um recurso novo, mas ainda suscita discussões.
Para que seu uso esteja de acordo com a ética jornalística é necessário que
Em relação ao Código de Ética da Radiodifusão, no seu capítulo IV – Dos Noticiários, marque o item INCORRETO:
Os programas jornalísticos estão livres de qualquer restrição, exceto os diretos (não gravados), ficando a critério da emissora a exibição, ou não, de imagens ou sons que possam ferir a sensibilidade do público.
As emissoras deverão exercer o seu próprio critério para não apresentar imagens que, ainda que reais, possam traumatizar a sensibilidade do público do horário.
As emissoras só transmitirão notícias provenientes de fontes fidedignas, não sendo, entretanto, por elas responsáveis.
Toda ilustração que acompanhar uma notícia e que não lhe seja contemporânea, trará a indicação desta circunstância.
De acordo com o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, NÃO compete à Comissão Nacional de Ética:
Fazer denúncias públicas sobre casos de desrespeito aos princípios deste Código.
Promover campanhas de conscientização dos valores éticos a serem defendidos pelos jornalistas brasileiros.
Julgar, em segunda e última instância, os recursos contra decisões de competência das comissões de ética dos sindicatos.
Tomar iniciativa referente a questões de âmbito nacional que firam a ética jornalística.
Com relação ao código de conduta ética que rege o jornalismo, assinale a opção correta.
O profissional de imprensa, ao acompanhar o trabalho de autoridades policiais, busca cooperar ativamente na investigação.
O uso de câmera escondida é uma falsa atividade do jornalismo investigativo, pois não é ético gravar uma entrevista sem o consentimento do entrevistado.
A identificação, na notícia, de características como etnia, profissão, sexo e crença religiosa deve ser incentivada.
É aconselhável a divulgação, na notícia, de valores de pagamento de resgate ou de carregamento de drogas apreendido, pois enriquece a matéria.
O interesse público deve prevalecer na divulgação de um sequestro, mesmo havendo a convicção de que a divulgação coloca em risco a vida da pessoa sequestrada.
De acordo com o Código de Ética do Jornalista, o jornalista não pode, exceto:
submeter-se a diretrizes contrárias à precisa apuração dos acontecimentos e à correta divulgação da informação.
impedir a manifestação de opiniões divergentes ou o livre debate de ideias.
expor pessoas ameaçadas, exploradas ou sob risco de vida, sendo vedada a sua identificação, mesmo que parcial, pela voz, traços físicos, indicação de locais de trabalho ou residência, ou quaisquer outros sinais.
deixar de assumir a responsabilidade por publicações, imagens e textos de cuja produção não tenha participado.
realizar cobertura jornalística para o meio de comunicação em que trabalha sobre organização pública, privada ou não governamental, da qual seja assessor, empregado, prestador de serviço ou proprietário, nem utilizar o referido veículo para defender os interesses dessas instituições ou de autoridades a elas relacionadas.
Em relação à conduta profissional do jornalista, segundo o código de ética da categoria, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
Apenas I.
Apenas II e III.
Apenas I e IV.
Apenas II, III e IV.
I, II, III e IV.
Analise as afirmativas sobre a ética jornalística e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A palavra ética deriva do grego éthos, que, grosso modo, refere-se aos costumes.
( ) O jornalista Assis Chateaubriand é considerado o maior exemplo de figura ética e idônea do século XX.
( ) A ética jornalística é um sistema com uma lógica própria. Não é um receituário. É antes um modo de pensar que, aplicado ao jornalismo, dá forma aos impasses que requerem decisões individuais.
( ) Os desvios éticos da imprensa brasileira não se resumem às falhas dos jornalistas, mas se estendem às empresas e à sociedade.
Assinale a sequência CORRETA.
No dia 04 de fevereiro de 2014, a apresentadora Rachel Sheherazade noticiou, em rede nacional, que um grupo de rapazes, que se intitula “Justiceiros do Flamengo”, foi preso por espancar, torturar e acorrentar a um poste um adolescente acusado de furto. Todas as ações foram filmadas e divulgadas na internet. A apresentadora afirmou, na ocasião, que num país que sofre de violência endêmica, a atitude dos vingadores é até compreensível. O Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro e sua Comissão de Ética divulgaram nota de repúdio à opinião de Sheherazade, afirmando que, entre outros preceitos, a jornalista contraria o Art. 7o do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros que determina que o jornalista não pode
ferir o estatuto da presunção de Inocência, em relação aos presos, que é um dos fundamentos da atividade jornalística.
divulgar informações visando o interesse pessoal ou buscando vantagem econômica.
veicular informações de caráter mórbido, sensacionalista ou contrárias aos valores humanos, especialmente em cobertura de crimes e acidentes.
usar o jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime.
divulgar notícias obtidas de maneira inadequada, salvo aquelas que são de incontestável interesse público.
De acordo com o Código de Ética do Jornalista, pode-se afirmar, EXCETO:
O acesso à informação pública é um direito inerente à condição de vida em sociedade.
O jornalista não pode submeter-se a diretrizes contrárias à divulgação correta da informação.
O jornalista deve se adaptar ao meio onde escreve, privilegiando a linguagem exercida neste, acima da lingua e cultura nacionais.
A obstrução direta ou indireta a uma divulgação da informação é delito contra a sociedade.