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De acordo com o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, “a prestação de informações pelas organizações públicas e privadas, incluindo as não-governamentais”, deve ser considerada uma:
Obrigação social.
Informação sigilosa.
Decisão estratégica.
Necessidade do tipo de instituição.
O Código de Ética prevê que o jornalista deve defender a soberania nacional em seus aspectos:
Esportivo e de entretenimento.
Político, econômico, social e cultural.
De calamidade pública.
Partidários.
Eleitorais.
Em relação ao Código de Ética do jornalista, de acordo com Pena (2013), é correto afirmar que:
o exercício da profissão de jornalista é uma atividade de natureza social e de finalidade privada.
o jornalista não tem dever de divulgar todos os fatos que sejam de interesse público.
o jornalista pode aceitar oferta de trabalho remunerado em desacordo com o piso salarial da categoria.
o jornalista não precisa respeitar o direito à privacidade do cidadão.
o jornalista não pode exercer cobertura jornalística, pelo órgão em que trabalha, em instituições públicas e privadas, onde seja funcionário, assessor ou empregado.
Em 2008, a produção do programa apresentado pela jornalista S.A., conseguiu o telefone do sequestrador (L.) que, durante 100 horas, manteve sua namorada (E.) sob a mira de um revólver. O sequestro foi transmitido ao vivo. A apresentadora telefonou para o transgressor e realizou entrevistas com o sequestrador e a sequestrada. Entre outras transgressões, a apresentadora não cumpriu o preceito do Código de Ética dos Jornalistas que
impede a divulgação de informações de caráter mórbido, sensacionalista ou contrário aos valores humanos, especialmente em cobertura de crimes e acidentes.
não permite a divulgação de informações obtidas de maneira inadequada, por exemplo, com o uso de identidade falsa, câmeras escondidas e microfones ocultos.
é contrário a narrativas e comentários que valorizam e incitam a violência, a intolerância, o arbítrio, a opinião política e o crime.
não permite ao jornalista submeter-se a diretrizes contrárias à precisa apuração dos acontecimentos e à correta divulgação da informação.
opõe-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defende os princípios de liberdade de opinião.
É correto afirmar que a comunicação reverbera um novo direito social, o direito à comunicação.
Certo
Errado
A transgressão e a infração ao Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros resultam nasseguintes penalidades:
Advertência e suspensão, bem como a publicação da decisão da comissão de ética em veículo de ampla circulação.
Observação, suspensão e exclusão do quadro social do sindicato, bem como a publicação da decisão da comissão de ética em veículo de ampla circulação.
Advertência, suspensão e exclusão do quadro social do sindicato, bem como a publicação da decisão da comissão de ética em veículo de ampla circulação.
Observação, advertência, suspensão e exclusão do quadro social do sindicato, bem como a publicação da decisão da comissão de ética em veículo de ampla circulação.
Os Princípios Internacionais da Ética no Jornalismo foram aprovados na 4a Reunião Consultiva de Organizações Nacionais e Regionais de Jornalistas, que aconteceu em 1983, em Praga e Paris. Foi aprovado um decálogo de princípios. Consta, em um desses dez princípios, que
a comunicação jornalística é a técnica de criar opinião pública favorável a um determinado fato, instituição ou ideia, visando a orientar o comportamento humano das massas num determinado sentido.
o jornalista profissional, para atingir os fins éticos da profissão, jamais induzirá o povo ao erro; jamais lançará mão da inverdade; jamais disseminará a desonestidade e o vício.
com o objetivo de incentivar a produção de ideias novas, de que tanto necessita o jornalismo atual, presume-se sempre que a ideia pertence à empresa criadora e não pode ser explorada sem que esta dela se beneficie.
para os profissionais de Jornalismo, tudo e todos no País devem estar condicionados ao integral respeito às liberdades fundamentais, sendo a primeira delas a de expressão, sob qualquer forma e meio.
as pessoas e os indivíduos têm o direito de adquirir um quadro objetivo da realidade por meio de informação precisa e compreensiva, como também de se expressarem livremente pelas várias mídias de cultura e comunicação.
Sobre o código de ética jornalístico, é correto afirmar que é dever do jornalista
frustrar a manifestação de opiniões divergentes ou impedir o livre debate.
combater os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos do Homem.
denunciar todas as formas de corrupção, em especial quando exercida com o objetivo de controlar a informação.
concordar com a prática de perseguição ou discriminação por motivos sociais, políticos, religiosos, raciais, de sexo e de orientação sexual.
Há, entre os jornais brasileiros, pouca disposição para noticiar, com imagens, mortes por suicídio. Essa decisão é justificada porque o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros determina que o profissional não deve divulgar
informações de caráter mórbido, sensacionalista ou contrário aos valores humanos.
imagens de pessoas que não possam recorrer de notícias equivocadas a seu respeito.
fotos de pessoa impedida de autorizar a publicação de imagens que a identifique.
noticias que possam prejudicar os descendentes do morto.
informações de interesse do público a respeito de mortes violentas.
Considere os incisos descritos abaixo.
I. A tabela de preços dos veículos é pública e igual para todos os compradores, dentro de iguais condições, incumbindo ao veículo observá-la e fazê-la observada por todos os seus agentes ou prepostos, cujo reconhecimento como tal poderá ser cancelado por infração deste dispositivo.
II. Aos veículos de propaganda fica naturalmente reservado o direito de dar ou não crédito à agência, não sendo lícito, porém, negar-lhe a comissão e recusar-lhe a divulgação do anúncio quando pago à vista. Excetuem-se os casos em que a matéria não se enquadre dentro da ética ou quando a agência tenha deixado de ser reconhecida pelo veículo, do que lhe deve ser dado aviso com 90 dias de antecedência.
III. A comissão percebida pelo corretor não é, necessariamente, a mesma concedida às agências que dão "del credere" efetivo e fazem as cobranças das notas dos veículos aos anunciantes.
IV. Todo trabalho do profissional de propaganda faz jus à paga respectiva nas bases combinadas, na falta destas prevalecendo o preço comum para trabalhos similares. Em caso de dúvida, poderá ser o preço avaliado por três profissionais indicados, a pedido, pelo presidente da ABP ou suas similares estaduais. É proscrita por desleal a prestação de serviços profissionais gratuitos ou por preços inferiores aos da concorrência, a qualquer título, excetuados, naturalmente, os casos em que o beneficiário seja entidade incapaz de remunerá-los e cujos fins sejam de inegável proveito social coletivo.
V. Os veículos faturarão sempre em nome das agências, enviando as notas aos anunciantes que farão o respectivo pagamento.
Sobre o tópico que trata das "Normas", do Código de Ética dos Profissionais de Propaganda, assinale a alternativa correta.
Os incisos I, II, III, IV e V estão corretos
Apenas os incisos I, II e V estão corretos
Apenas os incisos I, II, III e IV estão corretos
Apenas os incisos II, IV e V estão corretos
Apenas os incisos I, II e III estão corretos
Considerando a legislação sobre comunicação social prevista na Constituição Federal de 1988 e o que dispõe o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, analise as afirmativas.
I- De acordo com o artigo 5º, inciso XIV, da Constituição de 1988, o jornalista terá direito ao sigilo da fonte, exceto nos casos em que o material publicado tenha sido obtido de forma criminosa.
II- O compromisso basilar do jornalismo é com a verdade dos fatos e a informação dos cidadãos, mas o jornalista deve evitar a divulgação de notícias que coloquem em risco a economia do país.
III- Em termos deontológicos, o jornalista não deve realizar cobertura das ações desenvolvidas por uma empresa da qual seja igualmente assessor de imprensa.
IV- Segundo o texto constitucional, o funcionamento dos veículos impressos, assim como ocorre com as emissoras de rádio e televisão, depende de concessão pública.
V- O jornalista poderá desconsiderar o direito à privacidade das pessoas desde que o material a ser publicado seja de interesse público.
VI- O uso de câmeras escondidas ou identidades falsas só deve ser feito em casos de incontestável interesse público e quando se esgotarem todas as demais possibilidades de apuração.
Está correto o que se afirma em
III e VI, apenas.
I, II, IV e V, apenas.
I, IV e VI, apenas.
II, III e V, apenas.
A conduta ética do assessor de imprensa é fundamental para o exercício de sua função. Para tanto, ele deve se relacionar com os jornalistas de forma transparente. Neste sentido, faz parte do comportamento ético do assessor de imprensa a opção:
Enviar pauta aos jornalistas para a elaboração de material sobre o assessorado, pagando por esse serviço.
Solicitar a publicação de material, pelos jornalistas, sem observar os interesses do assessorado.
Produzir pautas e dirimir as dúvidas acerca do trabalho ou atividade do assessorado.
Determinar aos jornalistas condições específicas para que o material elaborado e enviado seja publicado na íntegra.
Acatar as imposições do meio de comunicação para a publicação do material sobre o assessorado, sem considerar os interesses da organização.
Sobre a ética jornalística, aprovada pelo Congresso Nacional dos Jornalistas Profissionais da ABI, analise as afirmativas a seguir.
I. O acesso à informação pública é um direito inerente à condição de vida em sociedade, que não pode ser impedido por nenhum tipo de interesse.
II. A obstrução direta ou indireta à livre divulgação da informação e a aplicação de censura ou autocensura são um delito contra a sociedade.
III.O exercício da profissão de jornalista é uma atividade de natureza social e de finalidade pessoal e opinativa, não devendo ficar subordinado a nenhuma instituição pública ou privada.
IV.A informação divulgada pelos meios de comunicação pública se pautará pelo interesse das empresas de mídia, já que elas são responsáveis pela publicação e venda do espaço publicitário.
V. Sempre que considerar correto e necessário, o jornalista resguardará a origem e a identidade de suas fontes de informação.
Estão corretas apenas as afirmativas
I, II e V.
I, II e III.
II, III e V.
III, IV e V.
As normas de ética profissional da propaganda consideram que
a imitação de propaganda de outro produto é permitida, para estabelecer elemento de comparação com o produto concorrente.
ao trocar de agência de propaganda, o anunciante pode utilizar materiais criados pela agência anterior desde que sejam pagas as comissões de veiculação.
os veículos de propaganda são obrigados a abrir crédito para a agência de propaganda em montante compatível com o plano de veiculação aprovado pelo cliente.
o profissional de propaganda que trabalha para uma determinada entidade não pode colaborar com outra empresa que está competindo com aquela que o contratou.
os veículos podem deixar de pagar comissões às agências de propaganda quando o pagamento da veiculação for feito à vista, diretamente pelo anunciante.
Um conhecido âncora, de uma importante emissora de televisão, demitiu-se depois que foi descoberto que ele era proprietário de uma empresa que prestava serviços para um grande banco brasileiro e para uma empresa de saúde privada. Segundo as informações que chegaram ao público, o âncora sugeria pautas (relevantes para a rede de TV), informava fontes e contava detalhes sobre o funcionamento das reportagens.
O seu comportamento afrontou o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros que
determina que o jornalista não pode realizar cobertura jornalística para o meio de comunicação em que trabalha sobre organizações da qual seja assessor ou prestador de serviço.
proíbe o jornalista de submeter-se a diretrizes contrárias à precisa apuração dos acontecimentos e à correta divulgação da informação para auferir vantagens pecuniárias por conta de suas ações.
desaconselha o profissional a aceitar trabalho remunerado em desacordo com o piso salarial, carga horária de trabalho, nem contribuir para a precarização das condições de trabalho.
condena a obtenção de notícias de maneira inadequada como uso de identidades falsas, câmeras escondidas, microfones ocultos e coberturas obtidas com troca de favores.
determina que é obrigação do jornalista informar claramente à sociedade quando suas matérias tiverem caráter publicitário ou decorrerem de patrocínios ou promoções.
No que se refere ao Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – A apresentação de informações pelas instituições públicas, privadas e particulares, cujas atividades produzam efeito na vida em sociedade, é uma obrigação social.
II – A obstrução direta ou indireta à livre divulgação da informação e a aplicação de censura ou autocensura são um delito contra a sociedade.
III – É dever do jornalista lutar pela liberdade de pensamento e expressão.
Apenas o item I é verdadeiro.
Apenas o item II é verdadeiro.
Apenas o item III é verdadeiro.
Apenas os itens I e III são verdadeiros.
Todos os itens são verdadeiros.
Assinale a alternativa INCORRETA. Segundo nosso Código de Ética, compete à Comissão Nacional de Ética:
Fazer denúncias públicas sobre casos de desrespeito aos princípios do nosso Código de Ética.
Receber representação de competência da primeira instância quando ali houver incompatibilidade ou impedimento legal e em casos especiais definidos no Regimento Interno.
Processar e julgar, originariamente, denúncias de transgressão ao Código de Ética cometidas por jornalistas integrantes da diretoria e do Conselho Fiscal da FENAJ, da Comissão Nacional de Ética e das comissões de ética dos sindicatos.
Recomendar à diretoria da FENAJ o encaminhamento ao Ministério Público dos casos em que a violação ao Código de Ética não possa configurar crime, contravenção ou dano à categoria ou à coletividade.
O Código de Ética dos Profissionais de Relações Públicas afirma que o profissional da área deve ater-se às normas que regem as matérias emanadas do Congresso Nacional, Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais. Está em curso na Câmara dos Deputados a regulamentação, como profissão autônoma, da atividade dos profissionais que atuam no processo de decisão política, participam da formulação de políticas públicas, elaboram e estabelecem estratégias de relações governamentais, analisam os riscos regulatórios ou normativos e defendem os interesses dos seus representados. Ela já foi reconhecida pelo extinto Ministério do Trabalho que incluiu, em 19 de fevereiro de 2018, sua descrição na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO).
A atividade desmembrada, que antes era de competência dos profissionais de RRPP, passou a ser exercida pelo
Assessor de comunicação.
Assessor de imprensa.
Cerimonialista.
Comunicador Parlamentar
Lobista.
O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, em seu artigo 17, aponta que aqueles que o descumprirem estão sujeitos a inúmeras penalidades, tais como a de observação, advertência e
aplicação de multa de acordo com a sua infração.
suspensão e exclusão do quadro de sócios do Sindicato dos Jornalistas.
pena de prisão se for reincidente.
cassação do seu registro profissional.
suspensão do exercício profissional do jornalismo.
Luiz Martins da Silva e Fernando O. Paulino (2005) afirmam que há três caminhos possíveis para promover a ética e a qualidade na atuação da mídia: “De início, a 'livre' atuação da imprensa, em segundo lugar a interferência estatal e, por fim, a busca de construção de espaços compartilhados”. Para os autores citados, a fim de avaliar o papel e corrigir alguns desvios do jornalismo, foram criados alguns mecanismos de participação do público e da sociedade civil em espaços de arbitragem, de avaliação e de questionamento das práticas jornalísticas, bem como espaços dentro das empresas de comunicação para a autocrítica e a correção de erros cometidos pelos jornalistas. Sobre esse assunto, marque a opção que NÃO se enquadra nas ações ou nos mecanismos contemplados pela análise dos autores citados.
Criação de colunas de correção de erros e de seções de cartas dos leitores na imprensa.
Estabelecimento de Conselhos de Imprensa.
Criação de colunas de Ombudsman na imprensa.
Adoção de medidas de censura e controle governamental sobre a produção midiática.
Constituição de Observatórios de Imprensa.