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Baseado no capítulo V – da Comunicação Social, art. 221 da Constituição Federal de 1988, a produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atendem alguns princípios. Assinale a alternativa INCORRETA quanto aos princípios.
Preferência a conteúdos com finalidade educativas, artísticas, culturais e informativas
Promoção da cultura nacional e regional e estímulos à produção independente que objetive sua divulgação
Regionalização da produção cultural, artística e jornalística, conforme percentuais estabelecidos em lei
Respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família
Preterição a valores da cultura estrangeira
A Ética Jornalística é a deontologia ou conjunto de normas e procedimentos éticos que regem a atividade do jornalismo. Embora não institucionalizadas pelo Estado, estas normas são consolidadas em códigos de ética que variam de acordo com cada país. De acordo com art. 9º da Federação Nacional do Jornalismo – Fenaj - é dever do jornalista:
Publicar a notícia, mesmo que desrespeite o direito à privacidade do cidadão.
Combater e denunciar todas as formas de corrupção, em especial quando exercida com o objetivo de controlar a informação.
Divulgar todos os fatos que sejam de interesse do proprietário do veículo de comunicação.
Lutar pelos interesses do profissional, mesmo que desprestigie as entidades representativas e democráticas da categoria.
De acordo com a lei nº 4680, de 18 de junho de 1965, Art.17º, os preceitos, também entendidos como Código de Ética dos Profissionais da Propaganda, dizem que NÃO é permitido:
Deixar de publicar textos ou ilustrações que atendem contra a ordem pública, a moral e os bons costumes.
Não difamar concorrentes e depreciar seus méritos técnicos
Reproduzir temas publicitários, axiomas, marcas, músicas, ilustrações, enredos de rádio, televisão e cinema, salvo consentimento prévio de seus proprietários ou autores.
Não contratar propaganda em condições antieconômicas ou que importem em concorrência desleal.
“Ao longo do século 20, a imprensa consolidou uma hegemonia na tarefa de documentar sua época. Tornou-se a principal, às vezes a única, versão sobre os acontecimentos. Definiu o que era um acontecimento que merecia ser contado e o que não era e poderia ser apagado, na medida em que não virava narrativa. É importante sublinhar que, para a maioria dos homens e das mulheres que constroem o país, o mundo ou a aldeia em sua existência cotidiana, não ser reconhecido na narrativa da História tinha – e tem – um efeito brutal. A invisibilidade é, talvez, a violência que inaugura todas as outras”. (BRUM, E. Heróis e vilões não cabem na reportagem. (http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/eliane-brum/noticia/2013/08/bheroisb-e-bviloesb-nao-cabem-na-reportagem.html).
Sobre o controle social da mídia é correto afirmar:
Regulação da mídia e liberdade de expressão são conceitos opostos entre si.
Argentina, Estados Unidos e Reino Unido têm leis que regulam os meios de comunicação.
Os meios de comunicação são propriedades privadas e por isso regulados por suas normas internas.
Uma das grandes conquistas da sociedade brasileira nos últimos anos foi a regulação da mídia no país.
No Brasil a propriedade cruzada de meios de comunicação é proibida. Significa que uma mesma empresa não pode ser proprietária de um jornal e de uma estação de TV ou de rádio na mesma cidade.
A ética nas esferas de atuação estatal é um tema que perpassa a própria evolução da humanidade. Todavia, há alguns anos, várias áreas das ciências sociais têm utilizado um vocábulo do inglês cuja tradução para a língua portuguesa tem o significado de “responsabilidade com ética”, mas não apenas isso: seu conceito também denota “responsabilização” ou “prestação de contas”. Assim, segundo alguns dos sentidos do referido termo, quem está investido de cargos públicos na sociedade deve periodicamente prestar contas do que faz, de como faz, por qual motivo faz, do quanto gasta e de como irá gerir os recursos públicos. Mais ainda: além de prestar contas em termos qualitativos e quantitativos, deve avaliar a própria gestão com isenção, dar a conhecer o que efetivamente se fez e justificar suas possíveis falhas com transparência.
De acordo com as informações apresentadas, o termo a que o enunciado se refere é
De acordo com a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), o jornalista, pautado pelo Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, não pode:
a) Submeter-se a diretrizes contrárias à precisa apuração os acontecimentos e à correta divulgação da informação.
b) Publicar as manifestações de opiniões divergentes ou o livre debate de ideias.
c) Expor pessoas ameaçadas, exploradas ou sob risco de vida, sendo permitida sua identificação, mesmo que parcial, pela voz, traços físicos, indicação de locais de trabalho ou residência, ou quaisquer outros sinais.
d) Usar o jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime.
e) Realizar cobertura jornalística por meio de comunicação em que trabalha sobre organizações públicas, privadas ou não-governamentais, da qual seja assessor, empregado, prestador de serviço ou proprietário, nem utilizar o referido veiculo para defender os interesses dessas instituições ou de autoridades a elas relacionadas.
Estão CORRETAS as seguintes afirmações:
Apenas as sentenças "B", "D" e "E" estão corretas.
Apenas as sentenças "A", "D" e "E" estão corretas.
Apenas as sentenças "A", "C", "D" e "E" estão corretas.
Todas as sentenças estão corretas.
Nenhuma das sentenças estão corretas.
Analise as afirmativas a seguir sobre os deveres dos jornalistas, segundo o Código de Ética produzido pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Buscar provas que fundamentem as informações de interesse público.
( ) Informar claramente à sociedade quando suas matérias tiverem caráter publicitário ou decorrerem de patrocínios ou promoções.
( ) Rejeitar alterações nas imagens captadas que deturpem a realidade, sempre informando ao público o eventual uso de recursos de fotomontagem, edição de imagem, reconstituição de áudio ou quaisquer outras manipulações.
( ) Promover a retificação das informações que se revelem falsas ou inexatas e defender o direito de resposta às pessoas ou organizações envolvidas ou mencionadas em matérias de sua autoria ou por cuja publicação foi o responsável.
Assinale a sequência CORRETA.
Leia a citação a seguir
-
Ética é, para os jornalistas, o conjunto de normas que devem reger sua conduta no desempenho da profissão.
-
(ANDRÉ, A. Ética e Códigos de Comunicação Social. Porto Alegre: Editora Sagra Luzzatto, 1994. p.19.)
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Sobre o Código de Ética dos jornalistas, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
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( ) Permite ao jornalista sonegar informações que depreciem o assessorado, porém isso prejudica a imagem da empresa e deve ser evitado.
( ) Prevê que a prestação de informações pelas organizações públicas e privadas, incluindo as não governamentais, deve ser considerada uma obrigação social.
( ) Define o direito público à informação, no entanto não condena a censura e a autocensura presentes no trabalho de assessores em relação ao assessorado.
( ) Define que é conduta reprovável fazer cobertura jornalística para o meio de comunicação em que trabalha sobre organizações públicas das quais seja assessor.
( ) Prevê, no que tange à responsabilidade do assessor de imprensa, que ele é responsável pela informação que divulga, mesmo que esta tenha sido alterada.
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Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
V, V, F, F, V.
V, F, V, V, F.
F, V, V, F, V.
F, V, F, V, F.
F, F, V, F, V.
“O Dia Internacional dos Direitos Humanos (...) também é um dia de luta por mudanças no sistema de comunicação do país. Isso porque, mais que um serviço ou técnica, compreendemos que a comunicação é um direito humano fundamental”. (MARTINS, H. Comunicação também é direito humano fundamental. https://www.cartacapital.com.br/blogs/intervozes/comunicacao-tambem-e-direito-humano-fundamental-7938.html).
Sobre comunicação e direitos humanos é correto afirmar:
No contexto brasileiro os programas televisivos de modo geral são espaços de afirmação dos direitos humanos.
O fechamento sistemático das rádios comunitárias, por exemplo, pode ser compreendido como estratégia para ampliar o direito humano à comunicação.
A concentração dos meios de comunicação é um aspecto que pode ser desconsiderado quando se trata de compreender a comunicação como um direito humano.
Embora reconhecido internacionalmente o Brasil não dispõe de documentos legais que façam referência à comunicação como sendo um direito humano.
O direito humano à comunicação significa que todas as pessoas devem ter condições para se expressar livremente, ser produtoras de informação, fazer circular essas manifestações, sejam elas opiniões ou produções culturais.
Em 2014, Rogerio Christofoletti e Guilherme L.Triches publicaram uma pesquisa, na Revista Famecos, discutindo um conceito que se apresenta como alicerce de trinta códigos de ética de jornalistas de todo o mundo. Nas considerações finais do trabalho, os autores afirmam que esse conceito representa um valor que é “evocado para sustentar ações, para legitimar práticas e, também, para transgredir normas autoimpostas”. Ele justifica o poder do jornalista em “violar a privacidade alheia, revelar identidades protegidas, publicar informações sobre pessoas mortas, quebrar confidencialidades, pagar por informações, mentir sobre a própria condição de jornalista, gravar áudio e vídeo sem autorização”.
Os autores pesquisaram a relação da ética jornalista com
o código deontológico.
o interesse público.
a moral.
a verdade.
a responsabilidade social.
Considere as afirmações abaixo:
I. Quando um órgão público detém informações sem classificação sigilosa a respeito de agentes públicos que cometeram violações dos direitos humanos, seja por iniciativa própria ou a mando de autoridades públicas, tais informações não podem ser objeto de restrição de acesso POIS
II. o acesso às informações públicas deve ser assegurado mediante: serviços ao cidadão criados a esse fim e realização de audiências ou consultas públicas, de modo a incentivar a participação popular na tomada de conhecimento e divulgação dessas informações.
Quanto a essas assertivas
O autor do lide faltou à ética profissional ao mencionar os nomes das pessoas envolvidas.
Certo
Errado
Um dos conflitos do assessor de Comunicação é quando ele exerce o cargo de jornalista, em outra empresa jornalística. Sobre isso, o artigo 7 do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros afirma que:
O jornalista não pode realizar cobertura jornalística para o meio de comunicação em que trabalha sobre órgão ou empresa da qual seja assessor de Comunicação.
O jornalista pode realizar cobertura jornalística para o meio de comunicação em que trabalha sobre órgão ou empresa da qual seja assessor de Comunicação.
O jornalista só pode realizar cobertura jornalística para o meio de comunicação em que trabalha sobre órgão ou empresa da qual seja assessor de Comunicação, quando há interesse público.
O jornalista só pode realizar cobertura jornalística para o meio de comunicação em que trabalha sobre órgão ou empresa da qual seja assessor de Comunicação, quando há o combate à corrupção.
Não há menção no Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros sobre o jornalista realizar reportagem sobre órgão em que é assessor de Comunicação.
O uso de câmeras escondidas é um recurso utilizado com certa frequência em matérias telejornalísticas. Entretanto, muitos especialistas da área questionam este tipo de prática. Sobre o uso de câmeras escondidas, o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros afirma que a câmera escondida deve ser usada apenas em que momento?
Em qualquer tipo de reportagem, mesmo quando não há interesse público.
Casos de interesse público, mesmo existindo outras possibilidades de apuração.
Em assuntos que aumentam a audiência.
Em reportagens sobre acidentes ou violência.
Casos de incontestável interesse público e quando esgotadas todas as outras possibilidades de apuração.
Segundo o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, é responsabilidade do profissional jornalista
tratar com respeito todas as pessoas mencionadas nas informações que divulgar.
realizar alterações nas imagens e áudio captados conforme exigências contingenciais.
informar claramente à sociedade quando suas matérias tiverem caráter partidário ou decorrerem de patrocínios ou promoções.
ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, o menor número de pessoas e instituições envolvidas em uma cobertura jornalística.
No que tange à conduta profissional do jornalista, o Código de Ética prevê como dever o combate e a denúncia, em especial quando exercidas com o objetivo de controlar a informação, de todas as formas de
organização.
resistência.
corrupção.
tolerância.