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Levando em conta o Código de Ética dos Jornalistas e o papel social da comunicação, são apresentados a seguir procedimentos considerados deslizes éticos, à exceção de um. Assinale‐o.
Publicar o provisório como confirmado para garantir o furo jornalístico para a empresa contratante.
Entrevistar pessoas ameaçadas ou sob risco de vida, permitindo identificação apenas parcial pela voz ou traços físicos.
Filmar ou transmitir ao vivo um suicídio
Usar câmeras escondidas quando todas as outras técnicas de apuração tiveram se mostrado falhas.
Apresentar um suspeito como culpado.
O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, reformulado em 2007, introduz a cláusula de consciência, que permite ao jornalista se recusar a
ouvir pessoas com opinião diferente das do veículo noticioso.
executar matérias cujo caráter promocional e publicitário não esteja explícito na publicação.
assumir a responsabilidade por publicações, imagens e textos de cuja produção tenha participado.
redigir textos com opiniões diferentes das suas.
dar o direito de resposta quando as informações veiculadas se provarem inexatas.
Votado em agosto de 2007, o Código de Ética dos Jornalistas estabelece um conjunto de normas que orienta a conduta dos profissionais em suas relações com a comunidade, fontes de informações e demais jornalistas. Com base nos princípios éticos da categoria, avalie se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas abaixo.
I - É dever do jornalista respeitar o direito à intimidade, à privacidade, à honra e à imagem do cidadão.
II - O jornalista pode realizar cobertura jornalística para o meio de comunicação em que trabalha sobre organizações públicas, privadas ou não governamentais, da qual seja assessor, empregado, prestador de serviço ou proprietário.
III - O jornalista deve informar claramente à sociedade quando suas matérias tiverem caráter publicitário ou decorrerem de patrocínios ou promoções.
iV - O jornalista pode se adequar aos avanços tecnológicos para, em qualquer caso, usar microcâmeras ou microfones ocultos no trabalho de apuração das informações necessárias à sua reportagem.
As afirmativas I, II, III e IV são respectivamente:
V, V, F e F
V, V, V e V
V, F, V e F
F, V, V e F
Tendo posse do direito, o dever e a responsabilidade social de informar, como a mídia deve se comportar frente os direitos dos cidadãos em sua atuação cotidiana? Para responder a esta pergunta é preciso equilibrar a atuação das instituições de comunicação com o direito de expressão aos cidadãos no processo de circulação e tomada de decisões políticas. A mídia constitui um espaço público fundamental às sociedades democráticas, sobretudo, quando abriga uma genuína esfera pública marcada pelo pluralismo das ideias, pela polêmica e, especialmente, pela oportunidade que todos devem ter de opinar e de se defender. O Código de Ética dos Jornalistas prevê que o jornalista deve promover a retificação das informações que se revelem falsas ou inexatas e defender o direito de resposta às pessoas ou organizações envolvidas ou mencionadas em matérias de sua autoria ou por cuja publicação foi o responsável. Tal retificação:
ocorre quando se está diante de pequenos erros, mas que merecem correções.
só pode ser solicitada no caso de as pessoas (vítimas de uma matéria inverídica) realmente se sentirem prejudicadas.
só pode ocorrer se a iniciativa partir dos autores dos erros.
consiste, obrigatoriamente, em uma reconhecida retratação e, claramente, um pedido de desculpas.
acontece por reparação de danos morais e materiais, sempre conjuntamente, caso o direito de resposta não tenha sido suficiente.
O cuidado com as informações deve ser uma prerrogativa de todo profissional de imprensa que eticamente não pode divulgar notícias que
I. estejam vinculadas a seus interesses pessoais ou lhe tragam algum tipo de vantagem econômica.
II. possuam caráter mórbido, sensacionalista, estando em desacordo com os valores humanos, em especial, nas coberturas de crimes ou acidentes.
III. tenham, em hipótese alguma, sido alcançadas de formas inadequadas, com a utilização de identidades falsas, câmeras escondidas ou microfones ocultos.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
I, II e III.
I, somente.
I e II, somente.
II e III, somente.
O argumento que “se fundamenta no fato de que as leis que regem a conduta humana são constantes” se denomina, corretamente,
ético.
indutivo.
dedutivo.
probabilístico.
A ética, um dos fatores mais importantes dentro do conceito de responsabilidade social, é a base das relações com os stakeholders. Entretanto, os valores éticos são relativos à cultura e ao momento histórico de cada sociedade.

as leis de mercado.
o perfil do público como consumidor.
o esclarecimento do público.
a ordem social.
a hierarquia e a disciplina.
“Defender a livre manifestação do pensamento, a democratização e a popularização das informações e o aprimoramento de novas técnicas de debates é função obrigatória do profissional” é prescrição do Código de Ética
dos Profissionais da Propaganda.
dos Profissionais de Relações Públicas.
dos Jornalistas Brasileiros.
e Conduta dos Radialistas.
O jornalismo investigativo é objeto de polêmica sempre que se tratam de questõs éticas na apuração das informações. O Código de Etica dos Jornalistas estabelece 27 artigos que regem a conduta profissional. Entre eles, podemos citar:
O jornalista tem a obrigação de citar suas fontes, uma vez que a notícia pode ser inventada.
Resguardar a identidade da fonte em função da linha editorial da empresa para a qual trabalha.
Nomear suas fontes sempre que a informação tiver caráter de alta relevância para a sociedade.
Sempre que considerar correto e necessário, o jornalista resguardará a origem e identidade de suas fontes de informação.
“Segundo o código de ética dos jornalistas brasileiros, as transgressões a este documento serão apuradas, apreciadas e julgadas em primeira instância pela(s) ___________________________________ Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
Associação Brasileira dos Jornalistas - ABJ
Confederação Nacional dos Jornalistas
Comissão Nacional de Ética
Comissões de Ética dos Sindicatos
Federação Nacional dos Jornalistas - Fenaj
Entende-se por notícia toda nota sobre fato ou pessoa cujo conhecimento é necessário para que o indivíduo tenha concreta participação na vida coletiva de determinada sociedade. Quando a notícia é veiculada sem agregação da crítica, pode-se dizer que é isenta de valores, sendo verdadeiro afirmar, portanto, que:
o seu emissor não poderá ser acusado de calúnia ou injúria.
o autor da notícia sugeriu desvalor ao indivíduo citado na matéria.
o autor pode ser acusado de desrespeitar a privacidade de terceiro.
ficando impune, o jornalista pode veicular outras notícias de teor similar.
ao autor da notícia pode ser imputado o crime de sonegação de informação.
A função pública não se integra na vida particular do servidor público, razão por que os fatos e atos referentes a sua conduta na vida privada não influenciam o conceito a ele atribuído na vida funcional.
De acordo com o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, compete à Comissão Nacional de Ética, entre outros,
julgar, em primeira instância, os recursos contra decisões de competência das comissões de ética dos sindicatos.
receber representação de competência da segunda instância quando ali houver incompatibilidade ou impedimento legal e em casos especiais definidos no Regimento Interno.
processar, mas não julgar, originariamente, denúncias de transgressão ao Código de Ética cometidas por Jornalistas integrantes da diretoria e do Conselho Fiscal da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), da Comissão Nacional de Ética e das comissões de ética dos sindicatos.
fazer denúncias públicas sobre casos de desrespeito aos princípios do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros.
A presunção da inocência é um dos fundamentos da atividade jornalística cujo princípio consiste em orientar o jornalista para
isentar o envolvido até que se prove o contrário.
dispor da mais ampla liberdade para informar.
prestar solidariedade aos colegas em situação de perseguição.
permitir o exercício da profissão a pessoas não-habilitadas.
Acerca do código de ética dos jornalistas brasileiros, NÃO é correto afirmar que
não é recomendável a divulgação de informações de caráter mórbido e sensacionalista, principalmente em cobertura de crimes e acidentes.
o jornalista não pode expor pessoas ameaçadas, exploradas ou sob risco de vida, sem preservar sua identidade.
o profissional de jornalismo não pode permitir o exercício da profissão por pessoas não habilitadas.
o repórter que não tenha participado da produção não pode ser responsabilizado por imagens e ilustrações inseridas em sua matéria.
rejeitar alterações nas imagens captadas que deturpem a realidade não é uma prática possível ao jornalista ético brasileiro.
No artigo “Ética no marketing: ação isolada ou negócio?” o autor, Miguel Arantes Normanha Filho, afirma que Gene Laczniak apregoa cinco padrões éticos. Um deles preconiza que o profissional deve “agir de tal forma que a atitude que você tomar possa ser uma lei ou regra universal de comportamento em relação às circunstâncias dadas”. Essa afirmação coincide com
a teoria do conhecimento proposta por Thomaz Luckmann.
postulados da Teoria Pura do Direito de Kelsen.
a teoria da ação social de Weber.
a teoria da hierarquia das necessidade de Maslow.
o enunciado do imperativo categórico de Kant.
Não constitui quebra de decoro profissional o fato de o jornalista acumular funções jornalísticas em uma mesma empresa, mesmo que isso implique substituição ou supressão de cargos, desde que ele receba remuneração correspondente ao trabalho extra.
Uma das ênfases do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros em vigor, em relação ao anterior, é o foco corporativo, por favorecer os julgamentos coletivos sobre como o jornalista deve ou não agir, isentando a consciência individual do jornalista dos dilemas deontológicos.
Considere:
I. O jornalista é responsável por toda a informação que divulga, desde que seu trabalho não tenha sido alterado por terceiros, exceto se for o seu editor.
II. A presunção de inocência é um dos fundamentos da atividade jornalística.
III. A opinião manifestada em meios de informação deve ser exercida com responsabilidade.
De acordo com o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, aprovado em 04 de agosto de 2007, está correto o que se afirma em
I, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.