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No artigo “Ética no marketing: ação isolada ou negócio?” o autor, Miguel Arantes Normanha Filho, afirma que Gene Laczniak apregoa cinco padrões éticos. Um deles preconiza que o profissional deve “agir de tal forma que a atitude que você tomar possa ser uma lei ou regra universal de comportamento em relação às circunstâncias dadas”. Essa afirmação coincide com
a teoria do conhecimento proposta por Thomaz Luckmann.
postulados da Teoria Pura do Direito de Kelsen.
a teoria da ação social de Weber.
a teoria da hierarquia das necessidade de Maslow.
o enunciado do imperativo categórico de Kant.
Não constitui quebra de decoro profissional o fato de o jornalista acumular funções jornalísticas em uma mesma empresa, mesmo que isso implique substituição ou supressão de cargos, desde que ele receba remuneração correspondente ao trabalho extra.
Uma das ênfases do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros em vigor, em relação ao anterior, é o foco corporativo, por favorecer os julgamentos coletivos sobre como o jornalista deve ou não agir, isentando a consciência individual do jornalista dos dilemas deontológicos.
Considere:
I. O jornalista é responsável por toda a informação que divulga, desde que seu trabalho não tenha sido alterado por terceiros, exceto se for o seu editor.
II. A presunção de inocência é um dos fundamentos da atividade jornalística.
III. A opinião manifestada em meios de informação deve ser exercida com responsabilidade.
De acordo com o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, aprovado em 04 de agosto de 2007, está correto o que se afirma em
I, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
O compromisso fundamental do Jornalista é com a verdade no relato dos fatos, devendo pautar seu trabalho na precisa apuração dos acontecimentos e na sua correta divulgação. São, entre outros, deveres do Jornalista:
I. combater e denunciar todas as formas de corrupção, em especial quando exercidas com o objetivo de controlar a informação.
II. denunciar as práticas de assédio moral no trabalho às autoridades, mas nunca à comissão de ética competente, ofício este destinado unicamente aos sindicatos da classe.
III. defender os direitos do cidadão, contribuindo para a promoção das garantias individuais e coletivas, em especial as das crianças, adolescentes, mulheres, idosos, negros e minorias.
IV. combater a prática de perseguição ou discriminação por motivos sociais, econômicos, políticos, religiosos, de gênero, raciais, de orientação sexual, condição física ou mental, ou de qualquer outra natureza.
É correto o que está contido em
I, II e III, apenas.
II e IV, apenas.
I, III e IV, apenas.
I, II, III e IV.
Segundo Bernardo Kucinski, “a autocensura é um crime intelectual com autoria, um ato pessoal de fraude, mesmo quando ordenado pela empresa jornalística, porque no jornalismo as hierarquias dos sistemas de produção da informação são constituídas por indivíduos jornalistas”. Tal afirmação remete ao Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros que fixa as normas a que deverá subordinar-se a atuação do profissional, nas suas relações com a comunidade, com as fontes de informação e entre jornalistas. Assim, é correto afirmar que o exercício da profissão de jornalista, como atividade de natureza social, deve:
impedir a manifestação de opiniões divergentes ou o livre debate de ideias para facilitar a compreensão do receptor.
só divulgar os fatos e as informações de interesse público se não colocar em risco sua permanência no posto de trabalho.
opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na declaração universal dos direitos humanos.
lutar pela liberdade de pensamento e de expressão, ao mesmo tempo em que combate e denuncia todas as formas de corrupção, desde que tenha proteção da empresa para não colocar sua vida em risco.
realizar, preferencialmente, cobertura jornalística para o meio de comunicação em que trabalha sobre organizações públicas, privadas ou não-governamentais, da qual seja assessor, empregado, prestador de serviço ou proprietário, pois assim, tendo melhor conhecimento sobre o assunto, pode fazer uma melhor cobertura jornalística.
Os jornalistas são interlocutores de acontecimentos para a população. É um direito do repórter, enquanto estiver atuando nos veículos de comunicação, segundo o código de ética dos jornalistas brasileiros,
defender o livre exercício da profissão.
divulgar fatos e informações de interesse público.
lutar pela liberdade de pensamento e expressão.
não colocar em risco a integridade das fontes.
resguardar o sigilo da fonte que não pode aparecer.
O “Direito de resposta”, em um periódico impresso, pressupõe:
um espaço para retratação do periódico em qualquer dia da semana, posterior ao publicado.
a notícia de retratação deve ocupar o mesmo espaço gráfico, com o mesmo destaque, no mesmo dia da semana (por exemplo, domingo), com foto nas mesmas proporções e na mesma página.
ele prescreve em 48 horas.
a repetição da matéria que gerou o direito de reposta e, a seguir, a publicação da nova matéria.
é facultativo ao Editor-Geral a publicação ou não do “Direito de Resposta”.
Em relação aos paradigmas público x privado na atividade jornalística, pode-se afirmar o seguinte:
I. As pessoas que, por suas atividades, são famosas não podem impedir a publicação de suas fotos na imprensa, enquanto estiverem realizando a atividade que lhe deu fama;
II. Artistas, esportistas e outras celebridades só podem alegar o direito de imagem, quando estiverem exercendo atividades do contexto que lhe deu notoriedade;
III. As pessoas detidas pela polícia, em virtude da prática de algum crime, e que estão em distritos policiais e estabelecimentos penitenciários, não podem negar autorização para a divulgação de suas fotos pela imprensa;
IV. Se estiver em sua casa e com sua família e amigos participando de um churrasco, por exemplo, um jogador famoso pode insurgir-se contra a publicação de sua foto nesta situação;
Marque a resposta CORRETA:
Apenas a I, II e IV estão corretas.
Todas estão corretas.
Apenas a III está correta.
Apenas a I está correta.
Segundo o Capítulo II, Art. 7, do 'Código de Ética do Jornalista', em vigor desde agosto de 2007, o jornalista pode:
aceitar ou oferecer trabalho remunerado em desacordo com o piso salarial, a carga horária legal ou a tabela fixada por sua entidade de classe, nem contribuir ativa ou passivamente para a precarização das condições de trabalho.
submeter-se a diretrizes contrárias à precisa apuração dos acontecimentos e à correta divulgação da informação.
impedir a manifestação de opiniões divergentes ou o livre debate de ideias.
eximir-se da responsabilidade por publicações, imagens e textos de cuja produção não tenha participado totalmente.
expor pessoas ameaçadas, exploradas ou sob risco de vida, sendo vedada a sua identificação, mesmo que parcial, pela voz, por traços físicos, pela indicação de locais de trabalho ou residência, ou por quaisquer outros sinais.
Em referência às relações com os colegas, assinale a alternativa em DESACORDO com os princípios fundamentais apresentados no Código de Ética dos Profissionais de Relações Públicas.
O profissional de Relações Públicas deve ter para com seus colegas a consideração e a solidariedade que fortaleçam a harmonia e o bom conceito da classe.
A crítica a trabalhos desenvolvidos por colegas deverá ser sempre objetiva, construtiva, comprovável e de inteira responsabilidade de seu autor, respeitando sua honra e dignidade.
O profissional de Relações Públicas não deverá, em função do espírito de solidariedade, ser conivente com erro, contravenção penal ou infração a este Código de Ética praticado por outro colega.
O profissional de Relações Públicas não pleiteará para si emprego, cargo ou função que esteja sendo exercido por outro profissional de Relações Públicas, salvo a pedido do próprio.
O profissional de Relações Públicas não atenderá cliente que esteja sendo assistido por outro colega, salvo quando informado, seguramente, da interrupção definitiva do atendimento prestado pelo colega.
Para o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros o jornalista deve
garantir a prestação de informações em organizações públicas e privadas, incluindo as não governamentais, excluindo-se aquelas relacionadas à segurança nacional.
opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos.
combater e denunciar todas as formas de corrupção, mesmo aquelas em que as evidências ainda não tenham documentos comprobatórios.
assumir a responsabilidade por publicações, imagens e textos de cuja produção não tenha participado, mas com as quais tem relações por vínculo contratual.
denunciar as práticas de assédio moral no trabalho às autoridades policiais e, quando for o caso, incriminar os diretores da empresa em que o assédio aconteceu.
O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros tem como base o direito fundamental do cidadão à informação, que abrange direito de informar, de ser informado e de ter acesso à informação. Como o acesso à informação de relevante interesse público é um direito fundamental, o Jornalista não pode admitir que ele seja impedido por nenhum tipo de interesse, razão pela qual a
divulgação da informação precisa e correta é dever dos meios de comunicação e deve ser cumprida, sempre dependendo da linha política de seus proprietários e/ou diretores ou da natureza econômica de suas empresas.
liberdade de imprensa, direito e pressuposto do exercício do jornalismo, implica compromisso com a responsabilidade social inerente à profissão.
prestação de informações pelas organizações públicas, com exceção das não governamentais, deve ser considerada uma obrigação social.
obstrução direta ou indireta à livre divulgação da informação, a aplicação de censura e a indução à autocensura são delitos contra a sociedade, devendo ser denunciadas à comissão de ética competente, sendo facultativo o sigilo do denunciante.
Compete às comissões de ética dos sindicatos dos jornalistas profissionais a função de orientar quanto à adequação de conteúdos noticiosos em relação a faixas de idade e o horário, classificando-os, após exame prévio, conforme o risco de ferir ou não o decoro das respectivas audiências.
Conforme explicam Ferraretto e Ferrarreto (2009, p. 31), os jornalistas atuantes em Assessorias de Imprensa, "têm antes de tudo um compromisso com a livre circulação de informações". A partir desta reflexão, pode-se afirmar que:
I. Defender a livre circulação de informações, significa, então, divulgar todo tipo de informação;
II. Os assessores de imprensa precisam defender fortemente perante seus assessorados a ideia de que não devem ser impostas barreiras à divulgação de fatos de interesse público, mesmo que eventualmente envolvam situações negativas;
III. Quanto maior for o esforço do assessor de imprensa para que seu assessorado tenha uma relação permanente e transparente com os veículos de comunicação, melhores serão as condições para que se lide, inclusive, com situações de conflito;
IV. O jornalista deve cuidar para que a relação da organização para a qual trabalha seja pautada pelos preceitos éticos, a fim de ajudar a criar e manter a imagem de seriedade e credibilidade do assessorado;
Marque a resposta CORRETA:
Todas estão corretas.
Apenas a I está correta.
Apenas a II está correta.
Apenas a II, a III e a IV estão corretas.
Seguindo os conceitos apresentados pela obra de Rogério Christofoletti, pode-se considerar:
I. Pela ética é inevitável que o repórter não se envolva na relação entrevistador – entrevistado em casos de extrema necessidade.
II. A visão profissional do jornalista deve-se impor diante das dificuldades sociais, independente do que possa acontecer. Atingir seu público e tratar a história com apelo são metas prioritárias do trabalho.
III. Repórteres, redatores e editores precisam dominar equipamentos e linguagens, mas não devem se descolar de seus comprometimentos e valores.
IV. O repórter pode tentar suspender suas opiniões em certos momentos, mas, se por acaso esquecerem suas funções e suas relações com o público, colocará tudo a perder.
Assinale a alternativa correta:
Todas as considerações são corretas.
Apenas I é correta.
Apenas II e IV são corretas.
Apenas III e IV são corretas.
Apenas III é correta.
O jornalista que trabalha em um veículo de comunicação se vê, por vezes, diante de situações em que a prática está em desacordo com os Códigos de Ética dos Jornalistas. Observe os exemplos dessas situações.
I – A alteração da informação conforme interesses comerciais ou políticos do veículo.
II – A determinação de quais informações podem ou não ser publicadas naquele veículo.
III – A divulgação de qualquer informação obtida através do uso de câmera escondida.
IV – A publicação de trechos de documentos sigilosos, entregues ao veículo em off.
Ferem o código de ética APENAS as situações apresentadas em
I e II.
I e III.
I e IV.
II e III.
III e IV.
O fotojornalista deve ser ético e consciente ao realizar seu trabalho, visto que não se pode afirmar que um leitor poderá ter perspectivas diferentes da do profissional que realizou a foto, da do editor que a selecionou ou da do chefe de redação que autorizou a sua veiculação.
Como grande parte das categorias profissionais, o jornalismo possui um Código de Ética que deve ser seguido por todos que atuam nesta atividade, seja nos veículos de comunicação, seja em assessorias de imprensa. De acordo com o Código mencionado, é direito do jornalista:
Defender o livre exercício da profissão.
Resguardar o sigilo da fonte.
Defender os princípios constitucionais e legais, que formam a base do estado democrático de direito.
Respeitar, em todas as suas formas, o direito autoral e intelectual do jornalista.
Proteger a integridade das fontes e dos profissionais colegas de trabalho.
O estabelecimento de códigos de ética corporativos não se inclui entre as funções dos MARS; tais códigos, por sua vez, favorecem o trabalho dos MARS nas eventuais ações de leitura crítica das práticas e conteúdos midiáticos.