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O Código de Ética dos Jornalistas determina:
O jornalista pode alterar imagens captadas para deturpar a realidade desde que haja uma justificativa visual. Dentro deste contexto estão incluídas as capas de jornais e revistas destinados aos públicos das classes “A” e “B”.
O Código de Ética dos Jornalistas não contém nenhuma regulamentação relacionada à alteração de imagem, seja em fotografia ou vídeo.
O jornalista deve rejeitar alterações nas imagens captadas que deturpem a realidade, sempre informando ao público o eventual uso de recursos de fotomontagem, edição de imagem, reconstituição de áudio ou quaisquer outras manipulações.
As alterações de imagem em fotografias só estão permitidas em capas de jornais e revistas. Na televisão os recursos de edição podem alterar imagens desde que o editor chefe se responsabilize pelas mudanças e o programa seja destinado ao público pertencente à classe “A”.
O Código de Ética dos Jornalistas brasileiros estabelece que a divulgação da informação precisa e correta é dever dos meios de comunicação e deve ser cumprida independentemente da linha política de seus proprietários e(ou) diretores ou da natureza econômica de suas empresas.
Em relação ao Código de Ética dos Profissionais de Relações Públicas, reformulado conforme Resolução CONFERP 02/85, de 06/11/85, é correto afirmar que
o profissional de Relações Públicas baseia seu trabalho no respeito aos princípios da XII Emenda da Constituição dos Estados Unidos.
no caso de atendimento em equipe, cabe ao líder a responsabilidade das ações comunicacionais, sendo desnecessários a definição e qualificação profissional dos demais membros.
é vedado ao profissional de Relações Públicas atender clientes concorrentes, sem prévia autorização das partes atendidas.
não se constitui desobediência aos princípios éticos o atendimento de um cliente por mais de um profissional de Relações Públicas mesmo sem expresso acordo entre os profissionais envolvidos.
o profissional de Relações Públicas, no exercício legal da profissão, deverá recusar a sua nomeação como perito para exarar parecer sobre trabalho de outro profissional da área.
Os programas infantis devem ser produzidos sob rigorosa supervisão das emissoras e neles serão preservadas a integridade da família e sua hierarquia, bem como exaltados os bons sentimentos e propósitos, o respeito à lei e às autoridades legalmente constituídas, o amor à pátria, ao próximo, à natureza e aos animais.
Eugênio Bucci, no livro Sobre Ética e Imprensa, discute o fenômeno por ele denominado como "síndrome da autossuficiência ética", que se caracterizaria por uma má vontade em relação a discussões sobre ética na cultura das redações. Bucci relaciona algumas possibilidades para se pensar a constituição desse traço no jornalismo brasileiro. Leia as alternativas abaixo, considerando o pensamento de Bucci.
I. Torcer o nariz para o tema é coerente com a tradição da cultura política brasileira, que não prima por valores universais.
II. A recusa em discutir ética em público se manifesta como se fosse afirmação de independência. É como se a imprensa dissesse que seus valores não estão em discussão, e que os seus métodos são bons, corretos e justos por definição.
III. A "casca grossa" desenvolvida pelas redações foi uma forma de proteção encontrada em relação à prepotência estatal e ao tráfico de influência de corruptos.
IV. Toda decisão jornalística é uma decisão que gera efeitos éticos, mas, se, para ser tomada, ela precisasse ser exaustivamente discutida, o jornalismo seria uma quimera.
V. Os jornalistas se protegeram para fazer jornalismo. Falaram implicitamente de ética e agiram eticamente ao realizar reportagens de interesse coletivo relevantes do ponto de vista econômico.
Considerando V(verdadeiro) e F(falso), assinale a alternativa que contém a sequência correta.
V -V -V -F-V
V -F-V -V -F
F-V -V -V -V
V -V -F-V -F
V -V -V -V -F
A economia política da comunicação desenvolveu-se a partir dos anos 60, com o respaldo da teoria da dependência. Um dos focos dos estudos embasados por essa perspectiva analítica foi a crítica ao imperialismo cultural. Segundo essa visão, as indústrias culturais passaram a ser vistas como agentes do capital a serviço da dependência cultural.
O Código de Ética do Jornalista prevê que é dever do jornalista divulgar todos os fatos que sejam de interesse
privado.
público.
institucional.
partidário.
parcial.
No Brasil, a Lei de Imprensa de 1967 nunca se aplicou aos jornalistas que atuam em rádio e Internet, profissionais que são regidos exclusivamente pela Constituição Federal de 1988, desde seu advento.
O sigilo da fonte é uma obrigação do jornalista, independentemente da natureza do veículo (impresso ou audiovisual) onde o profissional de imprensa trabalha.
Resguardar a fonte é dever do jornalista e configura seu direito respeitar o direito do outro à privacidade.
Considera-se que a prestação de informações pelas organizações públicas e privadas, incluindo as nãogovernamentais, é uma obrigação social.
Imparcialidade e objetividade são mitos. Mesmo assim os manuais de estilo e redação de grandes organizações jornalísticas continuam incluindo-as em suas recomendações.
A pesquisa mencionada na notícia estaria contrariando os princípios éticos caso tivesse sido perguntado às crianças como se burla a vigilância dos pais, o que constituiria uma espécie de curiosidade indevida.
Assinale a alternativa incorreta:
O compromisso fundamental do jornalista é com a verdade no relato dos fatos, razão pela qual ele deve pautar seu trabalho pela precisa apuração e pela sua correta divulgação.
O exercício da profissão de jornalista é uma atividade de natureza estatal, estando sempre subordinado ao Código de Ética.
É direito do jornalista resguardar o sigilo da fonte.
É dever do jornalista divulgar os fatos e as informações de interesse público.
O jornalista não pode realizar cobertura jornalística para o meio de comunicação em que trabalha sobre organizações públicas, privadas ou não-governamentais, da qual seja assessor ou empregado.
O jornalista deve, ressalvadas as especificidades da assessoria de imprensa, ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, o maior número de pessoas e instituições envolvidas em uma cobertura jornalística, principalmente aquelas que são objeto de acusações não suficientemente demonstradas ou verificadas.
Os jornalistas que descumprirem o código de ética estão sujeitos às penalidades de observação, advertência, suspensão e exclusão do quadro social do sindicato e à publicação da decisão da comissão de ética em veículo de ampla circulação.
A divulgação da informação precisa e correta é dever dos meios de comunicação e deve ser cumprida de acordo com o direcionamento político de seus proprietários e diretores, tendo em vista o compromisso com a responsabilidade social inerente à profissão.
O crime de comunicação que consiste na ofensa à honra, dignidade ou decoro de alguém, atribuindo a esta pessoa vícios ou defeitos morais é
preconceito.
difamação.
injúria.
perjúrio.
calúnia.
O jornalista pode divulgar informações obtidas, por exemplo, com o uso de câmeras escondidas ou microfones ocultos, desde que haja dificuldade em obter outra possibilidade de apuração.
De acordo com o artigo 6º do Código de Ética do Jornalista, o exercício da profissão possui finalidade
privada
moral
pública.
política.
coerciva.