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Em relação ao trabalho do assessor de imprensa e o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, é correto afirmar que:
o código determina, sem ressalvas, que o trabalho do assessor de imprensa deve seguir as mesmas diretrizes indicadas aos repórteres: ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, o maior número de pessoas e instituições envolvidas em uma cobertura jornalística, principalmente aquelas que são objeto de acusações não suficientemente demonstradas ou verificadas.
ressalvadas as especificidades da assessoria de imprensa, o jornalista deve ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, o maior número de pessoas e instituições envolvidas em uma cobertura jornalística, principalmente aquelas que são objeto de acusações não suficientemente demonstradas ou verificadas.
o código obriga que apenas os assessores de imprensa de instituições privadas devem ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, o maior número de pessoas e instituições envolvidas em uma cobertura jornalística, principalmente aquelas que são objeto de acusações não suficientemente demonstradas ou verificadas.
o código não aborda, em nenhum artigo, o trabalho dos jornalistas em assessorias de imprensa, seja em órgãos públicos e privados ou os que atuam de maneira independente.
o código obriga que apenas os assessores de imprensa de instituições públicas devem ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, o maior número de pessoas e instituições envolvidas em uma cobertura jornalística, principalmente aquelas que são objeto de acusações não suficientemente demonstradas ou verificadas.
Sobre a caracterização do princípio denominado Respeito aos Valores Universais e à Diversidade de Culturas, analise as assertivas: I. Um verdadeiro jornalista zela pelos valores universais de humanismo, acima de tudo paz, democracia, direitos humanos, progresso social e liberação nacional; II. O jornalista participa ativamente na transformação social para a melhoria democrática da sociedade e contribui em todos os lugares através do diálogo para um clima de confiança nas relações internacionais que conduz à paz e à justiça em todo lugar; III. Pertence à ética da profissão que o jornalista esteja atento às providências pertinentes contidas nas convenções, declarações e resoluções internacionais.
Está(ão) CORRETA(S):
I, II e III.
Apenas I e III.
Apenas II.
Apenas I e II.
Apenas III.
Um jornalista está trabalhando em uma reportagem investigativa sobre a suspeita de uso indevido de recursos públicos. Para avançar nas investigações, ele precisa ter acesso a uma compra específica que teria sido feita por um funcionário público com cartão de crédito da empresa pública em que trabalha.
Seguindo as orientações do Código de Ética dos jornalistas brasileiros, para conseguir essa informação deveria(m) ser adotado(s) o(s) seguinte(s) procedimento(s):
Ligar para loja onde o cartão foi usado, passando-se pelo funcionário, com a desculpa de que precisa confirmar a compra.
Falar com a operadora do cartão de crédito e fornecer os dados do funcionário, tais como: CPF, identidade, endereço e os primeiros quatro números da bandeira do cartão.
Entrar em contato com o funcionário ou com a assessoria de imprensa do órgão público no qual ele está lotado.
Marcar um encontro com o funcionário e usar uma câmera escondida para gravar a declaração dele.
Oferecer dinheiro para um funcionário da loja checar a forma de pagamento da compra feita.
O jornalista deve pautar suas ações de acordo com o Código de Ética profissional que preconiza que
a cláusula de consciência é um direito do jornalista, podendo o profissional se recusar a executar quaisquer tarefas em desacordo com as convicções políticas de suas fontes.
o compromisso fundamental do jornalista é com a agilidade na divulgação dos fatos, por isso o trabalho de apuração é posterior ao de estruturação textual.
se fizer a cobertura jornalística para o veículo noticioso em que trabalha sobre empresa da qual seja assessor, empregado, ou proprietário, o jornalista deve ser imparcial.
quando esgotadas todas as outras formas de apuração, o jornalista pode divulgar informações obtidas com o uso de identidades falsas, câmeras escondidas ou microfones ocultos desde que sejam de incontestável interesse público.
pessoas ameaçadas, exploradas ou sob risco de vida podem ser expostas desde que haja alteração da voz, borrão da imagem e outros recursos técnicos que permitam a sua identificação apenas parcial.
O código de ética do jornalista traz, em seu capítulo II, uma série de preceitos ligados à conduta do profissional de imprensa. Assinale a alternativa incorreta, ou seja, aquela que não integra o código citado.
O compromisso fundamental do jornalista é com a verdade no relato dos fatos, razão pela qual ele deve pautar seu trabalho pela precisa apuração e pela sua correta divulgação
É direito do jornalista resguardar o sigilo da fonte
É dever do jornalista respeitar o direito à intimidade, à privacidade, à honra e à imagem do cidadão
Por se tratar de uma profissão que prima pela isenção, o jornalista nunca deve emitir sua opinião, restringindo-se sempre a relatar os fatos
O jornalista não deve aceitar ou oferecer trabalho remunerado em desacordo com o piso salarial, a carga horária legal ou tabela fixada por sua entidade de classe, nem contribuir ativa ou passivamente para a precarização das condições de trabalho
As pessoas e os indivíduos têm o direito de adquirir um quadro objetivo da realidade por meio de informação precisa e compreensiva como também de se expressarem livremente pelas várias mídias de cultura e comunicação. Tal conceitualização se refere a qual princípio?
O Direito das Pessoas de Retificar Informação.
A Dedicação do Jornalista para Realidade Objetiva.
A Responsabilidade Social do Jornalista.
A Integridade do Jornalista Profissional.
O Público Tem Acesso e Participação.
Pensar a ética da organização é buscar o que pode ser legitimado por uma coletividade, considerando os diferentes pontos de vista e seus respectivos poderes de influência. Também é preciso levar em conta o real interesse da organização empreender ações que permitam tratar do tema de maneira verdadeira, transformadora. Tudo porque a organização terá que investir, remodelar seu pensamento, se desfazer de preconceitos históricos, fazer concessões e, ao mesmo tempo, preparar-se para construir argumentos sólidos em defesa do que pode ser essencial, junto aos seus funcionários.
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Adaptado de BENEVIDES, R. Ética nas relações com funcionários.
In: ESTRELLA, C.; BENEVIDES, R.; FREITAS, R. (Orgs.). Por dentro da comunicação interna. Curitiba: Champagnat, 2009.
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A partir da afirmação de Benevides, na elaboração técnica do Código de Ética da Organização, uma fonte estruturada de diagnóstico é a:
pesquisa de clima
auditoria de mídia
conversa de corredor
escuta de rede digital
Apesar de haver um código de ética da profissão de jornalista, muitas questões são definidas no dia a dia das redações e, em algumas ocasiões, a decisão sobre o que fazer ou não acaba sendo tomada em conjunto por chefias e comandados, após serem avaliados argumentos contrários e favoráveis a algum tipo de ação tomada. Algumas questões, no entanto, são pontos pacíficos no noticiário. Sobre esses pontos, é correto afirmar que:
Informações de valores de carregamentos de drogas ou de resgates de sequestros devem ser divulgados para dar noção da gravidade do caso.
Suicídios podem ser divulgados como um fato social qualquer, evitando-se uma dimensão maior do que o acontecimento; não há comprovação de a notícia possa incentivar outras pessoas a tomarem essa atitude.
Detalhes de crimes escabrosos ou de natureza sexual não devem ser omitidos; basta alertar o público antes da exibição de uma reportagem.
Em coberturas de ações criminosas, o papel do jornalista é cooperar com as autoridades para que o fato seja elucidado com presteza; trata-se de uma das funções sociais da profissão.
A atividade jornalística no Brasil é regida por princípios deontológicos reunidos no Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros. De acordo com o artigo 7º do documento, o jornalista NÃO pode:
assumir a responsabilidade por publicações, imagens e textos de cuja produção não tenha participado.
defender a soberania nacional em seus aspectos político, econômico, social e cultural.
informar claramente à sociedade quando suas matérias tiverem caráter publicitário ou decorrerem de patrocínios ou promoções.
tomar iniciativa referente a questões de âmbito nacional que firam a ética jornalística.
Leia com atenção as afirmativas relacionadas ao Código de Ética do Jornalista Brasileiro, publicado pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) em 2007 e em vigência desde então:
I. Segundo o Código de Ética da profissão, o jornalista não deve divulgar informações visando o interesse pessoal ou buscando vantagem econômica.
II. O Código de Ética incentiva o uso de câmeras escondidas ou identidade falsa nas coberturas jornalísticas, considerando-as práticas legítimas na busca por notícias.
III. Jornalistas que ferem o Código de Ética têm seus diplomas cassados automaticamente.
IV. É vedado ao jornalista práticas que possam impedir a manifestação de opiniões divergentes ou o livre debate de ideias.
Estão corretas as afirmativas:
I e IV apenas
I, II e IV apenas
III e IV apenas
II e IV apenas
I, II, III e IV
A tarefa primeira do jornalista é garantir o direito das pessoas à informação _____ através de uma dedicação honesta para realidade objetiva.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?
verdadeira e enganosa.
contestável e falsa.
incontestável e equivocada.
verdadeira e autêntica.
duvidosa e autêntica.
O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros diz que o jornalista deve sempre ouvir, antes da divulgação dos fatos, o maior número de pessoas e instituições envolvidas em uma cobertura jornalística, principalmente aquelas que são objeto de acusações. À ressalva é feita quando no exercício da atividade de:
assessoria de redes
assessoria de conteúdo
assessoria de imprensa
assessoria de marketing
Por hipótese, imagine-se que um jornalista é solicitado por seu superior hierárquico a desempenhar alguma atividade da qual discorde. Analise as assertivas a seguir, tendo em vista o que estabelece o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros para casos como o referido.
I. A cláusula de consciência é um direito do jornalista, podendo o profissional se recusar a executar quaisquer tarefas em desacordo com os princípios do Código de Ética dos Jornalistas ou que agridam as suas convicções.
II. Esta disposição não pode ser usada como argumento, motivo ou desculpa para que o jornalista deixe de ouvir pessoas com opiniões divergentes das suas.
Assinale a alternativa correta.
Somente a afirmativa I se refere ao Código de Ética dos Jornalistas e pode ser aplicada pelos profissionais.
Somente a afirmativa I se refere ao Código de Ética dos Jornalistas, mas os profissionais só devem usá-la em caso de grave ameaça.
Somente a afirmativa II se refere ao Código de Ética dos Jornalistas e pode ser aplicada pelos profissionais.
As afirmativas I e II se referem ao Código de Ética dos Jornalistas e podem ser aplicadas pelos profissionais.
Nenhuma das afirmativas se refere ao Código de Ética dos Jornalistas.
O Capítulo II do Código de Ética dos Jornalistas fala da conduta profissional. Com base no referido capítulo, analise as assertivas a seguir:
I. É dever do jornalista resguardar o sigilo da fonte.
II. O jornalista deve defender o livre exercício da profissão.
III. O jornalista pode valer-se da condição de jornalista para obter vantagens pessoais.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
TEXTO 1
Em 20 de junho de 2022, o site de notícias The Intercept Brasil, em parceria com o portal Catarinas, publicou matéria na qual denunciava que uma menina de 11 anos, grávida após ser vítima de um estupro, estava há mais de um mês sendo mantida pela Justiça de Santa Catarina em um abrigo, com o intuito de evitar que ela realizasse um aborto legal. Segundo a matéria, publicada com a utilização de texto e vídeo, a menina foi levada ao hospital pela mãe, para realizar o procedimento dois dias após a descoberta da gravidez. Apesar do Código Penal permitir o aborto em caso de violência sexual, a equipe médica recusou-se a realizar o procedimento. Em seguida, a menina foi enviada ao abrigo pela justiça, sob a justificativa de haver risco de que a mãe efetuasse algum procedimento para operar a morte do bebê. A reportagem mostra em vídeo trechos dos depoimentos da mãe da vítima (imagem a seguir) e da própria menina. O caso teve ampla repercussão midiática e os mesmos trechos dos depoimentos foram reproduzidos em diversos telejornais.

GUIMARÃES, P.; DE LARA, B.; DIAS, T. “Suportaria ficar mais um pouquinho?” – Vídeo: Em audiência, juíza de SC induz menina de 11 anos, grávida após estupro, a desistir de aborto legal. The Intercept Brasil. Disponível em: https://theintercept.com/2022/06/20/videojuiza-sc-menina-11-anos-estupro-aborto. Acesso em: 23 jun. 2022 (adaptado).
TEXTO 2
O Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n. 8.069, de 13 de julho de 1990) estabelece, entre outras disposições legais, o direito à liberdade, ao respeito e à dignidade desses sujeitos.
Em seu art. 17, estabelece que “o direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, ideias e crenças, dos espaços e objetos pessoais”.
Em 2009, o Estatuto foi alterado para incluir a privacidade entre as medidas específicas de proteção a crianças e adolescentes. Em seu art. 100, o documento estabelece que “a promoção dos direitos e proteção da criança e do adolescente deve ser efetuada no respeito pela intimidade, direito à imagem e reserva da sua vida privada” (Incluído pela Lei n. 12.010, de 2009).
Considerando os textos apresentados e os limites éticos do jornalismo em seu trabalho de defesa dos direitos humanos, avalie as afirmações a seguir.
I. Em matérias jornalísticas, antes de publicar imagens ou vozes, é importante que o profissional de imprensa avalie o grau de exposição da vítima para evitar submetê-la a novas situações vexatórias.
II. Nas reportagens sobre violências cometidas contra crianças e adolescentes, os jornalistas devem proteger a identidade das vítimas, o que implica a não identificação de imagens e vozes delas e de seus parentes.
III. Na cobertura jornalística de violências contra crianças e adolescentes, a prioridade das matérias deve ser a busca por justiça às vítimas por meio da denúncia e da exposição dos agressores e responsáveis pelos crimes ocorridos.
É correto o que se afirma em
I, apenas.
III, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
A Ética da Razão Comunicativa é uma teoria moral baseada em regras. É uma teoria que dá continuidade ao princípio moral enunciado por Immanuel Kant no seu imperativo categórico.
De acordo com a regra da
Comunicação Livre de Violência e Coação, nenhum interlocutor pode ser impedido, por forças internas ou externas ao discurso, de fazer uso pleno de seus direitos.
Participação, todo e qualquer sujeito capaz de agir e falar pode participar de discursos.
Inclusão, todo e qualquer participante de um discurso pode problematizar qualquer afirmação, introduzir novas afirmações, exprimir suas necessidades, desejos e convicções.
Pretensão de Validade, as normas têm um sentido cognitivo e podem ser tratadas como pretensões de verdade.
Fundamentação de Normas, é indispensável a realização de um discurso efetivo para haver interação entre os sujeitos.
Regido pela Federação Nacional de Jornalismo – FENAJ, no que se trata a conduta profissional do jornalista, em Art. 3º, defende que o “...exercício da profissão de jornalista é uma atividade de natureza social, estando sempre subordinado ao presente Código de Ética.” Em seu Art. 6º, sobre o dever ético do jornalista, assinale a opção INCORRETA.
Opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Divulgar os fatos e as informações de interesse público e privado, quando estes se enquadrarem nos parâmetros dos veículos de imprensa.
Lutar pela liberdade de pensamento e de expressão.
Defender o livre exercício da profissão.
Não colocar em risco a integridade das fontes e dos profissionais com quem trabalha.
No debate sobre a ética do jornalismo, há um elemento cada vez mais utilizado por agências e veículos que divide opiniões. Trata-se de um anúncio publicitário com formato de reportagem jornalística, que se integra perfeitamente à linguagem editorial do veículo em que está inserido, de maneira que não seja percebido como publicidade, ampliando assim seu prestígio junto aos leitores. Esse recurso é conhecido como:
crônica
editorial
publieditorial
informe publicitário
O Artigo 2º do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros trata do tema direito à informação. Seguem os cinco itens que compõem o referido artigo. Nesse sentido, qual envolve o trabalho da assessoria de comunicação para o cumprimento do que é proposto?
A divulgação da informação precisa e correta é dever dos meios de comunicação e deve ser cumprida independentemente da linha política de seus proprietários e/ou diretores ou da natureza econômica de suas empresas.
A produção e a divulgação da informação devem se pautar pela veracidade dos fatos e ter por finalidade o interesse público.
A liberdade de imprensa, direito e pressuposto do exercício do jornalismo implica compromisso com a responsabilidade social inerente à profissão.
A prestação de informações pelas organizações públicas e privadas, incluindo as não governamentais, deve ser considerada uma obrigação social.
A obstrução direta ou indireta à livre divulgação da informação, a aplicação da censura e a indução à autocensura são delitos contra a sociedade, devendo ser denunciadas à comissão de ética competente, garantindo o sigilo do denunciante.
Considerando o Artigo 7º do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, assinale a alternativa INCORRETA.
O jornalista não pode submeter-se a diretrizes contrárias à precisa apuração dos acontecimentos e à correta divulgação da informação.
O jornalista não pode impedir a manifestação de opiniões divergentes ou o livre debate de ideias.
O jornalista não pode expor pessoas ameaçadas, exploradas ou sob risco de vida, sendo vedada a sua identificação, mesmo que parcial, pela voz, traços físicos, indicação de locais de trabalho ou residência, ou quaisquer outros sinais, a menos que a divulgação seja autorizada pela polícia.
O jornalista não pode usar o jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime.
O jornalista não pode realizar cobertura jornalística para o meio de comunicação em que trabalha sobre organizações públicas, privadas ou não governamentais, da qual seja assessor, empregado, prestador de serviço ou proprietário, nem utilizar o referido veículo para defender os interesses dessas instituições ou de autoridades a elas relacionadas.