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Os Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Amapá
não podem perder o cargo, pois são vitalícios.
podem perder o cargo por sentença judicial transitada em julgado.
são vitalícios, mas podem perder o cargo por decisão de três quintos dos integrantes do Tribunal Pleno.
podem, apesar de vitalícios, perder o cargo por decisão da maioria absoluta dos integrantes do Tribunal Pleno.
não podem perder o cargo, salvo se processados criminalmente.
Os Auditores do Tribunal de Contas do Estado do Amapá
possuem, como um dos requisitos para nomeação, o título de curso superior em direito, engenharia civil, ciências contábeis, econômicas ou administrativas.
são escolhidos pelo Governador do Estado em lista tríplice.
poderão aposentar-se com as vantagens do cargo quando o tiver exercido, efetivamente, por mais de cinco anos.
serão indicados pela Assembleia Legislativa no percentual de dois terços.
devem ser escolhidos segundo critérios de antiguidade e merecimento.
A aprovação prévia de Conselheiros do Tribunal de Contas indicados pelo Governador deverá ser por voto
secreto, por maioria de votos.
público, por maioria de votos.
secreto, por dois terços dos votos.
público, por dois terços dos votos.
público no primeiro turno, por maioria de votos, e secreto no segundo, por dois terços dos votos.
O auditor do Tribunal de Contas do Estado do Amapá, quando em substituição a Conselheiros, terá as mesmas garantias e impedimentos do titular e, quando no exercício das demais atribuições, às de
Procurador-Geral do Estado.
Desembargador.
Procurador-Geral de Justiça.
Juiz de Direito da mais elevada entrância do Estado.
Secretário de Estado.
Processar e julgar, originalmente, o mandado de segurança contra atos do Presidente ou dos Conselheiros do Tribunal de Contas compete privativamente ao
Tribunal de Justiça.
Superior Tribunal de Justiça.
Supremo Tribunal Federal.
Juiz de Direito da mais elevada entrância do Estado.
Juiz de Direito da Vara da Fazenda Pública.
Sobre a Política de Gerenciamento de Recursos Hídricos do Estado do Amapá, é INCORRETO afirmar que
a água como recurso natural limitado e dotado de valor econômico é fundamento da Política de Gerenciamento de Recursos Hídricos do Estado do Amapá.
a utilização racional e integrada dos recursos hídricos é objetivo da Política Estadual de Recursos Hídricos.
a classificação e o enquadramento dos corpos de água nas classes de uso serão estabelecidos em obediência à legislação específica, normas, resoluções e pareceres técnicos.
os Planos de Bacias Hidrográficas serão elaborados pelo respectivo Comitê de Bacia Hidrográfica, garantindo- se a participação da sociedade civil organizada.
a cobrança pelo uso de recursos hídricos tem por objetivo, dentre outros, disciplinar a localização dos usuários, buscando a conservação dos recursos hídricos de acordo com a sua classe de uso preponderante.
Se, em observância a determinadas atividades nocivas que estivessem ocorrendo ao meio ambiente em Macapá, este município desejasse criar, através de lei, guardas municipais destinadas à fiscalização de tais atividades, a criação dessas guardas, de acordo com a Constituição do Estado do Amapá,
não seria legítima, pois a competência para legislar sobre a proteção ambiental é somente da União e do Estados.
não seria legítima, pois é de competência exclusiva da União legislar sobre a proteção ambiental.
seria legítima, desde que houvesse intervenção do Estado decretada de ofício pelo Presidente da República.
seria legítima, respeitadas as competências estadual e federal.
não seria legítima, pois guardas municipais apenas podem ser criadas por meio de normas constitucionais estadual ou federal.
A sede da Prefeitura de um Município do Estado do Amapá foi destruída em razão de um incêndio provocado por um raio. Naquela ocasião foram queimados todos os documentos que comprovavam a movimentação contábil, financeira, operacional, patrimonial e orçamentária do exercício de 2010. Nesse caso, as contas do Prefeito referentes a esse exercício serão consideradas
suspensas.
iliquidáveis.
regulares.
intangíveis.
imateriais.
De acordo com o capítulo da Constituição do Estado do Amapá que versa sobre o meio ambiente, é INCORRETO afirmar:
Afigura-se obrigação do Poder Executivo elaborar, anualmente, o relatório de qualidade ambiental do Estado do Amapá, que refletirá quaisquer alterações naturais ou construídas ocorridas no período anterior.
O Poder Público Estadual realizará o zoneamento ecológico-econômico do Estado, de modo a compatibilizar o desenvolvimento com a preservação e a conservação do meio ambiente, garantindo a conservação das amostras representativas dos ecossistemas.
A licença ambiental, renovável na forma da lei, para execução e a exploração de atividade com impacto ambiental será sempre precedida da aprovação do estudo prévio de impacto ambiental e respectivo relatório, a que se dará prévia publicidade.
O Estado, mediante lei, criará um sistema de administração da qualidade ambiental, proteção e desenvolvimento do meio ambiente e uso adequado dos recursos naturais, para organizar, coordenar e integrar as ações de órgãos e entidades da administração pública com o fim, dentre outros, de propor uma política estadual de proteção do meio ambiente.
O Estado estimulará o plantio de culturas perenes como forma de reflorestamento através de isenção e crédito facilitado.
O controle externo dos órgãos e entidades da Administração Pública do Estado do Amapá está a cargo do
Tribunal de Contas.
Poder Legislativo, com auxílio do Tribunal de Contas.
Tribunal de Contas, com auxílio dos Poderes Legislativo e Judiciário.
Poder Executivo, com auxílio dos Poderes Legislativo e Judiciário e do Tribunal de Contas.
Poder Legislativo, com auxílio do Poder Executivo e do Tribunal de Contas.
No que diz respeito ao tratamento conferido na Constituição do Estado do Amapá ao Ministério Público Estadual, é INCORRETO afirmar que
a destituição do Procurador-Geral de Justiça, ocorrerá por proposta do Chefe do Poder Executivo; por deliberação do Poder Legislativo ou por indicação da maioria absoluta dos integrantes do Conselho Superior ou de um terço dos membros da Assembléia Legislativa.
as funções do Ministério Público só podem ser exercidas por integrantes da carreira, que deverão residir na comarca da respectiva lotação, salvo autorização do chefe da instituição.
para fiscalizar e superintender a atuação do Ministério Público, bem como zelar pelos princípios institucionais, haverá um Conselho Superior, estruturado na forma de lei complementar.
o Ministério Público do Estado tem como Chefe o Procurador-Geral de Justiça, nomeado pelo Governador do Estado, dentre Procuradores ou Promotores de Justiça com mais de trinta e cinco anos de idade, que gozem de vitaliciedade, indicados em lista tríplice, para mandato de dois anos, permitida uma recondução.
A não aplicação do mínimo exigido da receita municipal na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde implica:
a possibilidade do afastamento sumário do Chefe do Executivo pela Câmara dos Vereadores;
o bloqueio de todos os ativos financeiros do município, com a finalidade específica de garantir a correta aplicação dos recursos;
um desvio de caráter político, uma vez que o mínimo estipulado tem uma natureza meramente referencial para efeito estatístico;
uma situação que autoriza a intervenção dos Estados em seus Municípios;
a obrigação dos ordenadores de despesa de complementar, com recursos próprios, o percentual estabelecido.
Considerando o mês de dezembro de 2005, a representatividade de Senadores e Deputados Federais pertinente ao Estado do Amapá, está fixada, respectivamente, em
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