Questões de Concurso sobre Da Organização dos Poderes

 
 
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De acordo com a Constituição do Estado de Roraima, quando o tribunal de justiça aprecia a inconstitucionalidade, em tese, de norma legal ou ato normativo estadual ou municipal, o órgão deve citar previamente


A

o procurador-geral do estado, o procurador-geral da assembleia legislativa, o procurador-geral do município ou o procurador-geral da câmara municipal, conforme o caso.


B

o advogado-geral da União.


C

o procurador-geral de justiça.


D

o procurador-geral do estado, invariavelmente.


E

o defensor público-geral.

Segundo a Constituição do Estado de Roraima, uma vez reconhecida a inconstitucionalidade por omissão de medida, para tornar efetiva norma da Constituição estadual, a decisão deverá ser comunicada ao


A

poder competente, apenas, para a adoção das providências necessárias à prática do ato ou ao início do processo legislativo, sem fixação de prazo.


B

poder competente, para a adoção das providências necessárias à prática do ato ou ao início do processo legislativo e, em se tratando de órgão administrativo, para que emita o ato em 30 dias, sob pena de responsabilidade.


C

poder competente ou órgão administrativo, para que a edite em 60 dias, sob pena de responsabilidade.


D

poder competente ou órgão administrativo, para que edite a norma em 30 dias, sob pena de responsabilidade.


E

poder competente ou órgão administrativo, para a adoção das providências necessárias à prática do ato ou ao início do processo legislativo, sem fixação de prazo.

É (São) competente(s) para solicitar ao Tribunal de Contas do Estado de Roraima a prestação de informações e a realização de auditorias e inspeções


A

os Prefeitos dos municípios jurisdicionados ao Tribunal.


B

o Procurador-Geral de Justiça do Estado de Roraima.


C

os Deputados Estaduais.


D

o Presidente do Conselho Regional da OAB em Roraima


E

o Presidente de Comissão Parlamentar de Inquérito de município localizado no Estado de Roraima.

De acordo com a Constituição do Estado de Roraima, têm legitimidade para propor ADI perante o tribunal de justiça do estado


A

prefeitos e o procurador-geral do estado.


B

o procurador-geral de justiça e partidos políticos com representação no Congresso Nacional.


C

confederações sindicais e entidades de classe de âmbito estadual.


D

o conselho seccional da OAB e presidentes das câmaras municipais.


E

o governador do estado e o defensor público-geral.

Conforme prevê a Constituição do Estado de Roraima, compete ao Tribunal de Justiça processar e julgar os mandados de segurança impetrados contra atos e omissões


A

de secretários municipais dos municípios do estado de Roraima.


B

de procuradores de justiça.


C

do procurador-geral do estado.


D

de deputados estaduais.


E

de prefeitos dos municípios do estado de Roraima.

O processo legislativo na Constituição do Estado de Roraima compreende a elaboração dos seguintes atos normativos primários:


A

Emendas à Constituição, Leis Complementares, Leis Ordinárias, Leis Delegadas, Decretos Legislativos e Resoluções.


B

Emendas à Constituição, Leis Complementares, Leis Ordinárias, Leis Delegadas, Medidas Provisórias, Decretos Legislativos e Resoluções.


C

Emendas à Constituição, Leis Complementares, Leis Ordinárias, Medidas Provisórias, Decretos Legislativos e Resoluções.


D

Leis Complementares, Leis Ordinárias, Leis Delegadas, Medidas Provisórias e Decretos Legislativos.


E

Leis Complementares, Leis Ordinárias, Leis Delegadas, Medidas Provisórias e Resoluções.

O art. 78 da Constituição do Estado de Roraima dispõe que somente pelo voto da maioria absoluta de seus membros, ou dos membros do respectivo órgão especial, poderá o Tribunal de Justiça declarar a inconstitucionalidade de lei ou de ato normativo estadual ou municipal. Da compreensão legal e jurisprudencial desta norma, é correto extrair que


A

exige a presença de todos os membros do Tribunal, ou dos membros do respectivo órgão especial, para que seja declarada a inconstitucionalidade de uma lei ou ato normativo estadual ou municipal ("full bench").


B

exclui a competência do juiz de primeira instância para o controle de constitucionalidade.


C

se aplica exclusivamente ao julgamento de ação direta de inconstitucionalidade contra lei ou ato normativo estadual ou municipal em face da Constituição do Estado de Roraima.


D

deixarão, os órgãos fracionários do Tribunal, de submeter ao Plenário, ou ao respectivo órgão especial, a argüição de inconstitucionalidade, quando já houver pronunciamento destes ou do Plenário do Supremo Tribunal Federal sobre a questão.


E

exclui a manifestação do Ministério Público e das pessoas jurídicas de direito público responsáveis pela edição do ato questionado, dado o caráter abstrato da decisão a ser tomada.

 
 
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