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Considerando os princípios constitucionais relativos à administração pública, assinale a opção incorreta.
De acordo com o princípio da legalidade, é permitido ao agente público, quando no exercício de sua função, fazer tudo que não seja expressamente proibido pela Constituição Federal.
A prática do nepotismo na administração pública, caracterizada pela nomeação de parentes para funções públicas, pode ser considerada uma violação ao princípio da impessoalidade.
Conferir transparência aos atos dos agentes públicos é um dos objetivos do princípio da publicidade.
O princípio da eficiência determina que a gestão pública deve ser direcionada, tanto quanto possível, ao atendimento mais adequado, razoável e eficaz do interesse público.
Selecione a opção que apresenta corretamente princípios constitucionais de natureza ética.
Eficiência é um princípio ético e moral que se acentua a partir da década de 70, associado à reivindicação geral de democracia administrativa, e signifi ca dar transparência às ações de governo.
O princípio da publicidade diz respeito ao direito do cidadão de receber dos órgãos públicos informações do seu interesse particular ou de interesse coletivo e geral.
O princípio da continuidade justifi ca a proibição de greve dos servidores públicos, conforme Constituição de 1988 que remete à lei específi ca as punições e penalidades advindas da greve.
Segundo o princípio da impessoalidade, o órgão público pode agir por fatores pessoais e subjetivos, dando cumprimento aos princípios da legalidade e isonomia que rege o direito administrativo.
O princípio da moralidade administrativa obriga que todo funcionário público aja conforme a lei, utilizando efi cazmente o erário público proveniente de impostos pagos pelo cidadão.
Um princípio que ganhou destaque na Constituição de 1988 é o da administração compartilhada de recursos humanos.
Acerca do princípio da moralidade, é correto afirmar que:
refere-se ao respeito aos princípios éticos de razoabilidade e justiça, não sendo, contudo, pressuposto de validade de todo ato da Administração Pública;
exige proporcionalidade entre os meios e os fins a atingir, entre os sacrifícios impostos à coletividade e os benefícios por ela auferidos, impondo observância aos valores éticos;
enquadra-se nos denominados crimes de responsabilidade civil contra a ordem pública a conduta do administrador em desrespeito ao princípio da moralidade administrativa;
não vincula os servidores, mas sim os agentes políticos que detêm discricionariedade para escolha e tomada de decisão para gestão da coisa pública;
exclui-se do controle jurisdicional dos atos administrativos seu exame, em virtude da ausência de previsão constitucional expressa.
Os cinco princípios, citados no Art. 37 da Constituição Federal, aos quais a administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios devem obedecer são:
legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência;
impessoalidade, moralidade, zelo, publicidade e eficiência;
eficácia, honestidade, legalidade, moralidade e publicidade;
eficácia, honestidade, legalidade, moralidade e zelo;
legalidade, impessoalidade, honestidade, eficiência e zelo.