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A observância ao Direito Penal protege o Vigilante contra atitudes que excedam suas atribuições ou infrinjam a lei durante o serviço. O Código Penal brasileiro determina os conceitos fundamentais sobre a culpabilidade nas ações criminosas ocorridas em sociedade. Em relação a isso, assinale a alternativa CORRETA sobre o crime culposo.
Ocorre quando o agente criminoso quer intencionalmente produzir o resultado, planejando a ação.
Configura-se quando o agente age acobertado pelo estrito cumprimento de um dever legal de salvamento.
Caracteriza-se quando o agente dá causa ao resultado por agir com imprudência, negligência ou imperícia.
Acontece quando o agente assume o risco de produzir um homicídio durante um assalto.
Durante operação de trânsito, um condutor em alta velocidade perdeu o controle e atingiu um pedestre. A perícia concluiu que o motorista dirigia acima de 80 km/h em via de 40 km/h, mas não havia intenção de atingir a vítima. A equipe da Guarda Municipal discutiu como tipificar o comportamento segundo o Código Penal. Com base exclusivamente nos Arts. 18 e 19 do Código Penal, classifique:
(__) O crime culposo ocorre quando o agente não quer o resultado, mas o produz por imprudência, negligência ou imperícia.
(__) O dolo eventual ocorre quando o agente assume o risco de produzir o resultado.
(__) Na culpa consciente, o agente prevê o resultado, mas acredita sinceramente que conseguirá evitá-lo.
(__) O excesso culposo ocorre quando o agente age além dos limites permitidos após iniciar uma conduta lícita.
Marque V para Verdadeiro e F para falso, após assinale a alternativa CORRETA que corresponda à sequência disposta "de cima para baixo".
V, V, V, V.
V, F, V, F.
V, V, V, F.
F, V, F, V.
De acordo com o Código Penal, assinale a alternativa correta.
Todos os crimes cometidos com violência ou grave ameaça à pessoa podem ser tomados como culposos se praticados com negligência.
No infanticídio culposo, a agente age sem a intenção de matar, mas o faz por estado puerperal.
Salvo os casos expressamente previstos em lei como crimes culposos, ninguém pode ser punido por fato previsto como crime, senão quando o pratica dolosamente.
É preterdolosa a lesão corporal quando o agente quis o resultado ou assumiu o risco de produzi-lo, ainda que o tenha iniciado de forma culposa.
A imperícia como elemento da conduta dos crimes culposos é fato considerado culpável a pretexto de isentar ou aplicar a pena.
Catarina, mãe de Júnior, de 5 anos de idade, ao passear com o filho no jardim zoológico, decidiu fotografá-lo em frente à jaula do tigre, e, para tanto, pediu que a criança se posicionasse bem próxima à grade.
Em dado momento, passou pela cabeça de Catarina a possibilidade de um acidente, caso a criança se aproximasse demais da jaula, porém ela supôs, sinceramente, que isso não iria acontecer, visto que o animal estava posicionado nos fundos da jaula. Quando Júnior encostou na grade, o tigre rapidamente foi ao seu encontro, e, com um golpe de sua pata dianteira esquerda, rasgou a garganta da criança, que morreu imediatamente.
Diante do caso narrado, Catarina
não cometeu crime, pois é um caso de perdão judicial.
cometeu o crime de homicídio doloso (dolo eventual).
cometeu o crime de homicídio culposo (culpa consciente).
cometeu o crime de homicídio culposo (culpa inconsciente).
não cometeu crime, pois a morte da criança decorreu de acidente.
Assinale a alternativa correta:
Os crimes culposos, com exceção de alguns previstos expressamente em lei, admitem a forma tentada.
O art. 14 do Código Penal, na parte geral, explica quando o crime é consumado e quando é tentado.
O art. 15 do Código Penal, que dispõe sobre a tentativa voluntária e o arrependimento eficaz, estabelece que são equivalentes ao crime consumado.
O arrependimento posterior não interfere na aplicação da pena.


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O crime culposo acontece, quando o agente deu causa ao resultado, exceto quando presente a seguinte conduta:
Imprudência.
Intencionalidade.
Negligência.
Imperícia.
Em relação ao Código Penal, é correto o que se afirma em:
diz-se que o crime é tentado quando, iniciada a execução, não se consuma quando voluntariamente o agente desiste de prosseguir ou impede o resultado;
dolo é a consciência e a vontade de realização da conduta descrita em um tipo penal;
pune-se a tentativa com a pena imposta ao crime consumado, sempre reduzida em 1/3 (um terço) a 2/3 (dois terços);
o erro sobre o elemento constitutivo do tipo legal do crime exclui o dolo, mas permite a punição por crime culposo, mesmo que não previsto em lei;
considera-se cometido o crime no lugar onde se produziu o resultado, independente da ação ou omissão.
Ao julgar uma ação penal que tem por objeto um crime ambiental o juiz se convenceu de que o acusado cometeu o ato imputado por negligência. O tipo penal admite, apenas, a modalidade dolosa.
Nesse caso, a sentença
deve condenar o acusado, por negligência, já que se trata de modalidade de dolo eventual.
deve absolver o acusado da pena privativa de liberdade, mas condená-lo na reparação do dano ambiental.
deve absolver o acusado.
deve condenar o acusado, tendo em vista a relevância da omissão.
deve condenar o acusado, por crime doloso, pois o acusado assumiu o risco de produzir o resultado.
Com relação ao crime doloso e ao crime culposo, avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) O agente que deu causa ao resultado por negligência, responderá por culpa, ainda que não haja previsão de crime culposo.
( ) A lei brasileira considera crime doloso quando o agente quis o resultado ou assumiu o risco de produzi-lo.
( ) A imprudência caracteriza o agir culposo, mas a imperícia implica o agir doloso.
As afirmativas são, respectivamente,
F – V – F.
V – V – F.
F – V – V.
V – F – F.
F – F – F.
Assinale a alternativa INCORRETA:
Em razão do princípio da legalidade, a estrutura semântica da lei incriminadora deve ser rigorosamente observada e suas elementares devem encontrar adequação fática para que o comando secundário seja aplicado, exercendo o tipo penal uma imprescindível função de garantia.
Todos os tipos comissivos dolosos também admitem punição a título de culpa, se presente a negligência, imprudência ou imperícia, sendo que em ambos os casos (dolo ou culpa) a tipicidade material poderá ser inferida independentemente da violação do bem jurídico tutelado.
A tipicidade é a ratio cognoscendi da antijuridicidade, isto é, a adequação do fato ao tipo faz surgir o indício de que a conduta é antijurídica, sendo essa presunção afastada apenas diante da configuração de uma causa de justificação.
Os elementos normativos do tipo auxiliam o legislador na tarefa de descrever o comportamento proibido, caracterizando-se por circunstâncias que não se limitam em descrever o natural, mas implicam um juízo de valor.
Na tipicidade conglobante, o juízo de tipicidade é analisado partindo do sistema normativo considerado em sua globalidade, sendo imprescindível verificar não apenas a subsunção da conduta ao tipo, mas também se o comportamento é antinormativo, ou seja, não determinado ou incentivado por qualquer ramo do Direito.


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Sobre o tipo dos crimes culposos, assinale a alternativa correta:
Os tipos de omissão de ação própria e imprópria admitem modalidades culposas.
As habilidades especiais de um expert em manuseio e disparos de armas de fogo, como diferenças de capacidade individual do autor, devem ser consideradas na culpabilidade, de acordo com o critério da individualização.
Na culpa inconsciente, o autor não prevê a possibilidade de realização do tipo objetivo, por ausência de representação da lesão do dever de cuidado ou do risco permitido, o que afasta a sua responsabilidade penal.
De acordo com a sistemática adotada pelo Código Penal brasileiro, na legítima defesa putativa, a evitabilidade do erro não permite hipóteses de atribuição de responsabilização penal a título de culpa, mas permite hipóteses de redução da culpabilidade do agente, na terceira fase de aplicação da pena.
A exposição consentida a perigo criado por outrem e os perigos situados em área de responsabilidade alheia configuram hipóteses de resultados situados fora da área de proteção do tipo, que podem excluir a imputação do resultado de lesão do bem jurídico ao autor.
Admite-se punição para a forma tentada de
contravenção penal.
crime habitual.
crime culposo.
crime praticado com dolo eventual.
crime omissivo próprio.
Quando o agente assume o risco de produzir o resultado, é correto dizer que houve
imperícia.
negligência.
culpa consciente.
culpa inconsciente.
dolo.
Em relação aos tipos penais culposos, assinale a alternativa CORRETA.
A modalidade culposa de um crime não precisa ser expressamente declarada pela lei, bastando que o agente tenha dado causa ao resultado por imprudência, negligência ou imperícia.
A imperícia é sinônimo de erro profissional e se trata de uma das modalidades de culpa.
É admissível a compensação de culpas no Direito Penal.
O Código Penal expressamente divide a culpa em três graus: grave, leve e levíssima.
Culpa própria é a que se verifica quando o agente não quer o resultado nem assume o risco de produzi-lo.
Assinale a opção que prevê corretamente um elemento estrutural do crime culposo.
comportamento humano dirigido a um fim ilícito
conduta inicial voluntária
resultado absolutamente imprevisível
conduta inicial involuntária
comportamento humano premeditado


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Rebeca trabalha há muitos anos como instrumentadora cirúrgica e tem bastante experiência na sua atuação. Sabe que, via de regra, os centros cirúrgicos exigem tipos especiais de calçados para acesso. Tendo em vista sua larga experiência com a atividade de instrumentação, Rebeca passa a utilizar sapatos de salto alto, por ser muito vaidosa, e por ter certeza de que este fato não irá comprometer sua atividade.
Rebeca, certo dia, escorrega durante a atividade de instrumentação e derruba a mesa auxiliar de instrumentação, caindo alguns objetos na área cirúrgica. O acidente ocasionou danos graves no paciente, com sequela cicatricial não esperada ao tipo de procedimento a que se submetia.
Neste caso, é possível dizer que a conduta de Rebeca, que implicou no resultado lesivo ao paciente, foi praticada com
dolo eventual.
culpa inconsciente, na modalidade imperícia.
culpa inconsciente, na modalidade imprudência.
culpa consciente, na modalidade imprudência.
culpa consciente, na modalidade imperícia.
A conduta do agente prevista e punida pela lei penal que tem como causa a imprudência, negligência ou imperícia configura o crime
culposo.
doloso.
preterdoloso.
comissivo por omissão.
omissivo.
Acerca do dolo e da culpa no âmbito penal, analise os itens abaixo:
I. O crime preterdoloso é aquele em que o agente age com o chamado dolo culposo.
II. Pelo resultado que agrava especialmente a pena, só responde o agente que o houver causado ao menos culposamente.
III. A depender do nexo de causalidade, se o agente der causa ao resultado por imperícia, é possível que o crime seja doloso ou culposo.
Está(ão) correto(s) o(s) item(ns):
apenas I.
apenas II.
apenas III.
apenas I e II.
I, II e III.
Majoritariamente a doutrina salienta que são duas as espécies de culpa: inconsciente e consciente.
Sobre o tema, é correto afirmar que na culpa:
inconsciente, o agente considera possível a realização do resultado típico, porém confia que isso não sucederá;
inconsciente, faz parte da representação do agente a violação do dever de cuidado e do resultado lesivo;
consciente, faz parte da representação do agente apenas a violação do dever de cuidado;
consciente, a censura penal deve ser menor quando considerada a mesma violação do risco proibido;
consciente, o agente sabe do risco de seu comportamento, mas acredita que não acontecerá o resultado.
De acordo com o Código Penal, assinale a alternativa CORRETA.
Crime doloso é quando o agente deu causa ao resultado por imprudência, negligência ou imperícia.
O agente que, voluntariamente, desiste de prosseguir na execução ou impede que o resultado se produza, só responde pelos atos já praticados.
Nos crimes cometidos sem violência ou grave ameaça à pessoa, reparado o dano ou restituída a coisa, até o recebimento da denúncia ou da queixa, por ato voluntário do agente, a pena será aumentada.
Se pune a tentativa quando, por ineficácia absoluta do meio ou por absoluta impropriedade do objeto, é impossível consumar-se o crime.
Crime culposo é quando o agente quis o resultado ou assumiu o risco de produzi-lo.


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