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João é ex-detento e sempre ficou preocupado com o atendimento dos presos pelo sistema de saúde. Nos termos da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional, devem ser aplicados vários princípios que dizem respeito aos:
direitos humanos e à justiça social
entes federados e aos sindicatos
empresários e aos empregados
populares e aos familiares
A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP) possui algumas diretrizes gerais, entre elas a Humanização, cuja prática engloba a ação de:
diminuição do grau de corresponsabilidade na produção de saúde e de sujeitos
identificação das dimensões de necessidades sociais, coletivas e subjetivas de saúde
estabelecimento de vínculos familiares e de participação individual no processo de gestão
segregação dos diferentes sujeitos implicados no processo de produção de saúde: usuários, trabalhadores e gestores
A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP) possui como objetivo geral garantir o acesso das pessoas privadas de liberdade no sistema prisional ao cuidado integral do SUS. Além disso, possui como objetivo específico promover:
o acesso das pessoas privadas de liberdade à Rede de Atenção à Saúde, visando ao cuidado integral
a autonomia dos profissionais de saúde para a realização do cuidado integral das pessoas privadas de liberdade
as relações intersetoriais com as políticas de direitos humanos, afirmativas e sociais básicas, bem como com as da Justiça Criminal
a qualificação e a humanização da atenção à saúde no sistema prisional por meio de ações conjuntas das áreas da saúde e da justiça
Entre as opções a seguir, qual grupo populacional NÃO está entre os prioritários nas ações para lidar com a epidemia concentrada de tuberculose no Brasil, por não ser um dos grupos de maior vulnerabilidade?
População indígena.
População privada de liberdade.
População em idade escolar.
Pessoas em situação de rua.
A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) apresenta-se como importante programa para assistência dependentes de álcool e outras drogas. Sobre este tema, avalie os questionamentos pontuados em 1. e 2. assinalando a alternativa que CORRETAMENTE os responde.
1. Qual é a principal função dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) dentro da RAPS no SUS?
2. Qual unidade não é um componente da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) no SUS?
1. Fornecer atendimento de emergência psiquiátrica 24 horas; 2. Unidade de Acolhimento.
1. Promover a reabilitação psicossocial e a reintegração social dos indivíduos com transtornos mentais severos e persistentes; 2. Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
1. Realizar campanhas de vacinação em massa; 2. Centro de Convivência e Cultura.
1. Oferecer atendimento primário à saúde para a população geral; 2. Serviço Residencial Terapêutico.


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O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) na modalidade CAPS II e CAPS AD apresenta, respectivamente, as seguintes características:
indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de setenta mil habitantes, atende prioritariamente pessoas em intenso sofrimento psíquico decorrente de transtornos mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso de substâncias psicoativas. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de cento e cinquenta mil habitantes, funcionamento 24h e atende pessoas de todas as faixas etárias que apresentam intenso sofrimento psíquico decorrente do uso de crack, álcool e outras droga.
indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de cento e cinquenta mil habitantes, funcionamento 24h, atende prioritariamente pessoas em intenso sofrimento psíquico decorrente de transtornos mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso de substâncias psicoativas. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de cento e cinquenta mil habitantes, funcionamento 24h, atende pessoas de todas as faixas etárias que apresentam intenso sofrimento psíquico decorrente do uso de crack, álcool e outras drogas.
indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de setenta mil habitantes, atende prioritariamente pessoas em intenso sofrimento psíquico decorrente de transtornos mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso de substâncias psicoativas. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de setenta mil habitantes, atende pessoas de todas as faixas etárias que apresentam intenso sofrimento psíquico decorrente do uso de crack, álcool e outras drogas.
indicado para municípios ou regiões com população acima de setenta mil habitantes, atende crianças e adolescentes que apresentam prioritariamente intenso sofrimento psíquico decorrente de transtornos mentais graves e persistentes, incluindo aqueles relacionados ao uso de substâncias psicoativas. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de setenta mil habitantes, atende pessoas de todas as faixas etárias que apresentam intenso sofrimento psíquico decorrente do uso de crack, álcool e outras drogas.
Os centros de apoio psicossocial (CAPS) são unidades que prestam serviços de saúde de caráter aberto e comunitário, constituído por equipe multiprofissional que atua sobre a ótica interdisciplinar e realiza prioritariamente atendimento às pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, em sua área territorial, seja em situações de crise ou nos processos de reabilitação psicossocial. Sobre os tipos de CAPS existentes, o CAPS ad, corresponde ao atendimento específico para:
Público infantil.
Usuários de álcool e drogas.
População em geral.
Pessoa privada de liberdade.
Nenhuma alternativa está correta.
O Ministério da Saúde lançou a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP), instituída pela Portaria Interministerial nº 1, de 2 de janeiro de 2014, com o objetivo de ampliar as ações de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) para a população privada de liberdade, fazendo com que cada serviço de saúde prisional passasse a ser visualizado como ponto de atenção da Rede de Atenção à Saúde. Desse modo, assinale a alternativa que contempla um objetivo da PNAISP.
Promover as relações setoriais e centralizadas com as políticas de direitos humanos, afirmativas e sociais básicas, bem como com as da Justiça Criminal.
Qualificar e humanizar a atenção à saúde no sistema prisional por meio de ações separadas e distintas das áreas da saúde e da justiça.
Promover o acesso das pessoas privadas de liberdade à Rede de Atenção à Saúde, visando ao cuidado integral.
Fomentar e fortalecer a participação dos familiares, somente.
Garantir segurança dos profissionais de saúde para a realização do cuidado integral das pessoas privadas de liberdade.
O poder de polícia é a faculdade que dispõe a administração pública de condicionar e restringir o uso e gozo de bens, atividades e direitos individuais em benefício da coletividade ou do próprio Estado. Os atos do poder de polícia têm como principais características:
A autoexecutoriedade deve-se aos pontos em que a lei deixa certa margem de liberdade para aplicação no caso concreto.
A discricionariedade é a faculdade da administração decidir e executar diretamente sua decisão por seus próprios meios, sem intervenção do Poder Judiciário.
A discricionariedade é o uso de meios indiretos de coação, por exemplo, a imposição de multa.
A coercibilidade é um meio direto de coação, como é o caso da apreensão da mercadoria.
A coercibilidade torna o ato obrigatório, independente da vontade do administrado.
Todas as opções a seguir apresentam objetivos da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional, EXCETO:
garantir a autonomia dos profissionais de saúde para a realização do cuidado integral das pessoas privadas de liberdade.
qualificar e humanizar a atenção à saúde no sistema prisional por meio de ações apenas das áreas da saúde, excluindo áreas da justiça.
promover as relações intersetoriais com as políticas de direitos humanos, afirmativas e sociais básicas, bem como com as da justiça criminal.
promover o acesso das pessoas privadas de liberdade à rede de atenção à saúde, visando ao cuidado integral.


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A Portaria Interministerial nº 1, de 02/01/2014 instituiu a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
Assinale a opção que apresenta uma atividade que não compete à União, por meio do Ministério da Saúde.
Acompanhar a fiel aplicação das normas sanitárias nacionais e internacionais, visando garantir as condições de habitabilidade, higiene e humanização das ambiências prisionais.
Apoiar e fomentar a realização de pesquisas consideradas estratégicas no contexto desta Política, mantendo atualizada uma agenda de prioridades de pesquisa para o SUS.
Prestar assessoria técnica aos Estados, Distrito Federal e Municípios na implantação dos sistemas de informação em saúde que contenham indicadores específicos da PNAISP.
Prestar assessoria técnica e apoio institucional no processo de gestão, planejamento, execução, monitoramento e avaliação de programas e ações da PNAISP na rede de atenção à saúde.
Apoiar, técnica e financeiramente, a construção, a ampliação, a adaptação e o aparelhamento das unidades básicas de saúde em estabelecimentos prisionais.
O conceito de saúde e doença é complexo e multifacetado, sendo influenciado por uma série de fatores biológicos, psicológicos, sociais e ambientais. Um aspecto importante nesse contexto são os determinantes sociais da saúde, que desempenham um papel significativo na determinação do estado de saúde das pessoas.
Raça
Religião
Geografia
Genética
Tipo Sanguíneo
As pessoas privadas de liberdade, apesar da perda do direito de ir e vir, conservam seus demais direitos fundamentais, que deverão ser protegidos e garantidos pelo ___________, especialmente pelo fato de essas pessoas estarem legalmente sob sua custódia. Dessa forma, as unidades prisionais passarão a serem ____________ da Rede de Atenção à Saúde. Os serviços serão formados por ____________, que organizarão a saúde intramuros na perspectiva da promoção da saúde, prevenção de agravos, tratamento e seguimento.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Centro de detenção – portas de entrada – equipe de urgência e emergência
Centro de detenção – unidades básicas – equipe de urgência e emergência
Centro de detenção – unidades básicas – equipes de atenção básica prisional
Estado – portas de entrada – equipes de atenção básica prisional
Estado – portas de entrada – equipes de atenção Psicossocial
Um dos problemas fundamentais para a efetivação de políticas públicas voltadas à saúde das pessoas privadas de liberdade é a superação das dificuldades impostas pela própria condição de confinamento, que dificulta o acesso às ações e aos serviços de saúde de forma integral e efetiva. Um dos princípios da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP) é
evitar encaminhamento dos apenados para a rede de atenção extramuros.
a integralidade da atenção à saúde da população privada de liberdade.
aumentar o foco das atividades assistenciais, sobrepondo-se as preventivas.
diminuir os custos com atendimentos de saúde dos custodiados.
garantir que todos os níveis de assistência sejam realizados dentro do ambiente prisional.
De acordo com a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP), podemos afirmar que:
Os serviços de saúde prisional constituem unidades básicas de saúde, devem estar vinculados aos demais serviços da Rede de Atenção à Saúde e seguir os fluxos de referência e contrarreferência.
Os hospitais de custódia e tratamento psiquiátrico são unidades de saúde destinadas à custódia das pessoas com transtorno mental em conflito com a lei.
O recurso disponível para a assistência farmacêutica básica para pessoas privadas de liberdade é centralizado nos estados.
Para a composição dos serviços e das equipes de saúde no sistema prisional, considera-se apenas como critério o número de pessoas privadas de liberdade por unidade prisional.
O Ministério da Saúde adquire, trimestralmente, da indústria Farmanguinhos os medicamentos que integram a lista básica do sistema prisional, porém os medicamentos especializados devem ser adquiridos pela gestão municipal.


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A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP) foi promulgada pela Portaria Interministerial nº 1, de 02 de janeiro de 2014, substituindo o Plano Nacional de Saúde do Sistema Penitenciário, de 09 de setembro de 2003. A PNAISP, de acordo com sua concepção, deveria agregar ações conjuntas dos Ministérios da Justiça e da Saúde e, no plano estadual, das respectivas Secretarias de Estado. De acordo com Nascimento e Badaró-Bandeira (2018), que estudam essa Política, vários desafios cercam sua efetiva implementação, com o fornecimento de assistência à saúde aos presos – pessoas privadas de liberdade. Sobre o tema, assinale a alternativa incorreta.
A concepção necropolítica é dominante em setores governamentais e sociais, em relação às pessoas privadas de liberdade, as quais são consideradas inimigas da sociedade e para as quais o extermínio é uma das soluções possíveis.
As próprias condições degradantes das prisões brasileiras, com celas superlotadas, falta de abastecimento de água e de banheiros, agudizam os conflitos interpessoais e dificultam a convivência.
Verifica-se falta de investimentos públicos em saúde, educação, geração de renda e desenvolvimento social das pessoas privadas de liberdade, que corresponde apenas a 2% da verba aplicada na construção de novos presídios.
As próprias pessoas privadas de liberdade não querem receber tratamento de saúde, pois consideram isso uma ingerência indevida do Estado em suas vidas, enxergando, nessa forma de intervenção, uma forma de controle social.
Com a preponderância, na implementação da Política, das Secretarias Estaduais da Justiça, que não investem em contratação de profissionais de saúde, cabe às Secretarias Estaduais de Saúde o papel marginal de formação desses profissionais.
A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional – PNAISP tem diretrizes gerais definidas. Assinale a alternativa que correlaciona corretamente uma diretriz geral da PNAISP e sua definição pelo Ministério da Saúde.
Intersetorialidade – As ações de saúde no sistema prisional deverão ser compreendidas em sua dimensão mais ampla, objetivando a criação de condições necessárias à garantia dos direitos das pessoas privadas de liberdade, no âmbito do SUS, e em parceria com os setores governamentais e não governamentais relacionados.
Descentralização – As equipes de saúde no sistema prisional devem estar orientadas e capacitadas para prestar atenção integral à saúde para as pessoas privadas de liberdade, primando por ações de promoção da saúde, prevenção de agravos e de recuperação, dentro dos presídios e casas de detenção.
Integralidade – Uma vez que os serviços de saúde prisional constituem unidades básicas de saúde, esses devem estar articulados com os demais serviços da Rede de Atenção à Saúde, seguindo os fluxos de referência e contrarreferência de forma a garantir à população privada de liberdade o acesso integral aos serviços e ações do SUS.
Hierarquização – As equipes de saúde no sistema prisional têm autonomia para realizar as suas ações, principalmente para o estabelecimento de fluxos de demandas de saúde emergentes ou antigas, em todos os níveis de atenção.
Humanização – A atenção integral à saúde da População Privada de Liberdade é de responsabilidade dos três níveis gestão, de acordo com as competências de cada um, previstas na Lei nº 8.080/1990, no Decreto nº 7.508/2011 e na Portaria Interministerial nº 1/2014.
A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional – PNAISP foi implantada a partir da necessidade de promover a inclusão efetiva das Pessoas Privadas de Liberdade ao SUS. São objetivos específicos da PNAISP, EXCETO:
Promover o acesso das pessoas privadas de liberdade à Rede de Atenção à Saúde, visando ao cuidado integral.
Garantir a autonomia dos profissionais de saúde para a realização do cuidado integral das pessoas privadas de liberdade.
Melhorar a atenção à saúde no sistema prisional por meio de ações das áreas da saúde, educação, segurança pública e justiça.
Promover as relações intersetoriais com as políticas de direitos humanos, afirmativas e sociais básicas, bem como com as da Justiça Criminal.
Fomentar e fortalecer a participação e o controle social.
As pessoas privadas de liberdade, apesar da perda do direito de ir e vir conservam seus demais direitos fundamentais, que deverão ser protegidos e garantidos pelo Estado, especialmente pelo fato de essas pessoas estarem legalmente sob sua custódia. O direito à saúde está garantido pela Constituição Federal, pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pelo marco legal que regulamenta este. Referente à Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP), analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A PNAISP oferece ações de promoção da saúde e prevenção de agravos no sistema prisional, em todo o itinerário carcerário para toda a população privada de liberdade, e também, para os profissionais destes serviços penais, familiares e outras pessoas relacionadas ao sistema, como voluntários.
( ) Os serviços e equipes de saúde no sistema prisional serão definidos de acordo com os seguintes critérios: número de pessoas privadas de liberdade por unidade prisional; existência de demandas referentes à saúde de doenças crônicas.
( ) O cartão nacional de saúde deve ser emitido para todas as pessoas privadas de liberdade, e os que não possuem toda a documentação para emissão deste cartão, poderá ser utilizado o número de seu cadastro criminal para confecção definitiva do referido cartão de saúde.
( ) A atenção integral à saúde da população privada de liberdade é de responsabilidade dos três níveis de gestão, de acordo com as competências de cada um, previstas na Lei nº 8.080/1990, no Decreto nº 7.508/2011 e na Portaria Interministerial nº 1/2014.
( ) O atendimento à saúde da população privada de liberdade deverá nortear-se pelo respeito a todas as diferenças, sem discriminação de qualquer espécie e sem imposição de valores e crenças pessoais por parte dos profissionais de saúde.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – F – F – V – V.
V – V – V – F – F.
F – V – V – V – V.
F – F – F – V – V.
V – F – F – F – F.
Ampliar as ações de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) para a população privada de liberdade, fazendo com que cada unidade básica de saúde prisional passe a ser visualizada como ponto de atenção da Rede de Atenção à Saúde, é um objetivo
da Coordenação do Plano Nacional de Saúde Prisional.
da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional.
da Rede de Atenção em Saúde do Departamento Penitenciário e de Assistência Social.
do Núcleo de Atenção Integrada à Saúde das Populações Vulneráveis e Privadas de Liberdade.
do Centro Ambulatorial de Especialidades para Pessoas Privadas de Liberdade.


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